
A febre dos sites de relacionamentos permitiu uma comunicação mais ampla e próxima entre o chamado internauta comum e as empresas e celebridades, por exemplo. O Twitter revolucionou a forma de trocar conteúdo e tornou-se referência e fonte de informação.
Essa popularização criou alguns incômodos para muitas empresas, que tiveram informações consideradas restritas ao seu público interno divulgadas na internet. Tal medida fez com que alguns meios criassem uma cartilha de uso dessas ferramentas, coibindo seus funcionários de expressarem opiniões consideradas prejudiciais a imagem da corporação.
As primeiras a se manifestar no Brasil, ainda no ano passado, foram a Folha de São Paulo e a Rede Globo que publicaram algumas medidas que impõe uma série de restrições aos seus funcionários. A recomendação é que furos jornalísticos não sejam antecipados e a proibição da divulgação ou comentários sobre temas direta ou indiretamente relacionados às atividades da empresa, ao mercado de mídia ou qualquer outra informação e conteúdo. Também é sugerido que os funcionários não dêem opiniões partidárias e não se envolvam em assuntos considerados polêmicos.
Nesta semana, os times de futebol do Manchester United e do Manchester City, da Inglaterra, anunciaram a proibição do uso do Twitter e Facebook entre os atletas de seus respectivos elencos. Ambos alegam que os fãs dos atletas que tiveram os perfis cancelados – entre eles, Ferdinand, Rooney, Fletcher, Giggs e Tevez – podem interagir de forma oficial através dos canais de comunicação do próprio clube, além de proteger os clubes das especulações plantadas por falsos perfis.
As medidas causam divergências, pois muitos acreditam que muitos irão se afastar de seu atleta, ator, apresentador preferido, interrompendo a comunicação entre eles e indo na contramão do boom dessas ferramentas. Outros acreditam que as medidas ferem a liberdade de expressão desse público, já que coíbe opiniões em diversos âmbitos.
As empresas alegam que as medidas visão que terceiros não explorem indevidamente suas imagens, preservando assim seus princípios e valores.
Nesse contexto cabe a avaliação se esses sites de relacionamento são os mocinhos ou vilões na divulgação da imagem de muitas empresas. Utilizado de uma forma que tragam benefícios e dividendos tornam-se ferramentas de divulgação e aproximação com os clientes. Cabe reflexão e avaliação.

[...] This post was mentioned on Twitter by ContatoCom and RENATA FORTE, RENATA FORTE. RENATA FORTE said: RT @ContatoCom: Você concorda que sites de relacionamentos traz discórdia? Acesse http://www.blogdacontato.com.br/455/ e deixe o seu co … [...]
Olá Renata. Por isso que devemos desenvolver um “código de ética” de midia social com urgencia!