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Imagem: www.promovesite.com.br

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Se você está acostumado com a expressão “fazer follow-up” provavelmente está habituado a lidar com assessoria de imprensa, básica e simples. Traduzindo literalmente do inglês, o “fup” significa acompanhar de perto ou seguir persistentemente. Em alguns casos “virar grude”, como se comenta com frequencia nas redações e estúdios.

Quando se aplica outro termo “fazer pitching”, que pode ser traduzido por “fazer algo para colaborar”, como usar um argumento forte com o intuito de convencer o profissional da imprensa sobre a importância de uma pauta, neste caso você está lidando com um tipo de relacionamento com a midia.

Embora o exercício da assessoria de imprensa seja uma forma de emprego por parte de jornalistas, a denominação ainda carrega uma imagem depreciada de valor segundo boa parte dos profissionais do jornalismo. E mesmo que essa atividade seja plenamente aceita no mercado, há ainda restrições sobre quem deve exercê-la e a maneira adequada de praticá-la.

É um erro comum de amadores e novatos tentar “empurrar goela abaixo” qualquer assunto, seja porque quer mostrar resultado para seu assessorado ou porque prometeu-lhe indevidamente total visibilidade.

Uma pauta pode ser comparada a um produto e o “pitching” ao teor da argumentação que faz com que uma pessoa compre um produto. Certamente é uma das tarefas mais complicadas de relacionamento interpessoal, razão pela qual preferimos comparar o relacionamento com a mídia com a ação diplomática entre duas partes interessadas no mesmo assunto, observado por óticas diferentes.

Manter um relacionamento com a midia (ou a imprensa) é uma atitude mais ampla e menos árida que simplesmente vender uma pauta ou fonte. Requer afinidade, empatia, conteúdo, disponibilidade, percepção, paciência. Talvez por essa razão, a atividade proposta se ajusta melhor ao profissional de relações públicas. Esse, porém, é um público muito especial e exige uma formação e preparo mais consistente com a arte do jornalismo.

Pode parecer uma questão semântica, mas o termo relacionamento com a mídia parece mais apropriado que a simples assessoria de imprensa, embora este modelo de atendimento ainda não pareça esgotar-se ou desvalorizar-se com o tempo.

Qualquer que seja a interpretação, ainda assim tato, jogo-de-cintura, mobilidade, capacidade de ouvir e várias outras habilidades próprias de um relacionamento maduro devem ser incorporadas ao exercício de influenciar e convencer. Principalmente a imprensa… ou você prefere chamar de mídia?

Se você está acostumado com a expressão “fazer follow-up” provavelmente está habituado a lidar com assessoria de imprensa, básica e simples. Traduzindo literalmente do inglês, o “fup” significa acompanhar de perto ou seguir persistentemente. Em alguns casos “virar grude”, como se comenta com frequencia nas redações e estúdios.
Quando se aplica outro termo “fazer pitching”, que pode ser traduzido por “fazer algo para colaborar”, como usar um argumento forte com o intuito de convencer o profissional da imprensa sobre a importância de uma pauta, neste caso você está lidando com um tipo de relacionamento com a midia.
Embora o exercício da assessoria de imprensa seja uma forma de emprego por parte de jornalistas, a denominação ainda carrega uma imagem depreciada de valor segundo boa parte dos profissionais do jornalismo. E mesmo que essa atividade seja plenamente aceita no mercado, há ainda restrições sobre quem deve exercê-la e a maneira adequada de praticá-la.
É um erro comum de amadores e novatos tentar “empurrar goela abaixo” qualquer assunto, seja porque quer mostrar resultado para seu assessorado ou porque prometeu-lhe indevidamente total visibilidade.
Uma pauta pode ser comparada a um produto e o “pitching” ao teor da argumentação que faz com que uma pessoa compre um produto. Certamente é uma das tarefas mais complicadas de relacionamento interpessoal, razão pela qual preferimos comparar o relacionamento com a mídia com a ação diplomática entre duas partes interessadas no mesmo assunto, observado por óticas diferentes.
Manter um relacionamento com a midia (ou a imprensa) é uma atitude mais ampla e menos árida que simplesmente vender uma pauta ou fonte. Requer afinidade, empatia, conteúdo, disponibilidade, percepção, paciência. Talvez por essa razão, a atividade proposta se ajusta melhor ao profissional de relações públicas. Esse, porém, é um público muito especial e exige uma formação e preparo mais consistente com a arte do jornalismo.
Pode parecer uma questão semântica, mas o termo relacionamento com a mídia parece mais apropriado que a simples assessoria de imprensa, embora este modelo de atendimento ainda não parece esgotar-se ou desvalorizar-se com o tempo.
Qualquer que seja a interpretação, ainda assim tato, jogo-de-cintura, mobilidade, capacidade de ouvir e várias outras habilidades próprias de um relacionamento maduro devem ser incorporadas no exercício de influenciar e convencer. Principalmente a imprensa… ou a mídia?Se você está acostumado com a expressão “fazer follow-up” provavelmente está habituado a lidar com assessoria de imprensa, básica e simples. Traduzindo literalmente do inglês, o “fup” significa acompanhar de perto ou seguir persistentemente. Em alguns casos “virar grude”, como se comenta com frequencia nas redações e estúdios.
Quando se aplica outro termo “fazer pitching”, que pode ser traduzido por “fazer algo para colaborar”, como usar um argumento forte com o intuito de convencer o profissional da imprensa sobre a importância de uma pauta, neste caso você está lidando com um tipo de relacionamento com a midia.
Embora o exercício da assessoria de imprensa seja uma forma de emprego por parte de jornalistas, a denominação ainda carrega uma imagem depreciada de valor segundo boa parte dos profissionais do jornalismo. E mesmo que essa atividade seja plenamente aceita no mercado, há ainda restrições sobre quem deve exercê-la e a maneira adequada de praticá-la.
É um erro comum de amadores e novatos tentar “empurrar goela abaixo” qualquer assunto, seja porque quer mostrar resultado para seu assessorado ou porque prometeu-lhe indevidamente total visibilidade.
Uma pauta pode ser comparada a um produto e o “pitching” ao teor da argumentação que faz com que uma pessoa compre um produto. Certamente é uma das tarefas mais complicadas de relacionamento interpessoal, razão pela qual preferimos comparar o relacionamento com a mídia com a ação diplomática entre duas partes interessadas no mesmo assunto, observado por óticas diferentes.
Manter um relacionamento com a midia (ou a imprensa) é uma atitude mais ampla e menos árida que simplesmente vender uma pauta ou fonte. Requer afinidade, empatia, conteúdo, disponibilidade, percepção, paciência. Talvez por essa razão, a atividade proposta se ajusta melhor ao profissional de relações públicas. Esse, porém, é um público muito especial e exige uma formação e preparo mais consistente com a arte do jornalismo.
Pode parecer uma questão semântica, mas o termo relacionamento com a mídia parece mais apropriado que a simples assessoria de imprensa, embora este modelo de atendimento ainda não parece esgotar-se ou desvalorizar-se com o tempo.
Qualquer que seja a interpretação, ainda assim tato, jogo-de-cintura, mobilidade, capacidade de ouvir e várias outras habilidades próprias de um relacionamento maduro devem ser incorporadas no exercício de influenciar e convencer. Principalmente a impr


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