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	<title>Blog da Contato &#187; Assessoria</title>
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		<title>Medir a eficácia das iniciativas de Relações Públicas ainda é um grande desafio</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Mar 2010 13:01:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ContatoCom</dc:creator>
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No caso específico de assessoria de imprensa, existe o método de comparação com a mídia publicitária. Mede-se o espaço ocupado pela notícia que fala sobre a empresa em questão ou os segundo de uma notícia dada no rádio ou na televisão. A comparação destes valores com o preço de tabela do espaço publicitário resultaria no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.blogdacontato.com.br/wp-content/uploads/2010/03/ROI_Chart.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-561" title="Return of Investment: what do it?" src="http://www.blogdacontato.com.br/wp-content/uploads/2010/03/ROI_Chart-300x90.jpg" alt="Return of Investment: what we do?" width="300" height="90" /></a></p>
<p>No caso específico de assessoria de imprensa, existe o método de comparação com a mídia publicitária. Mede-se o espaço ocupado pela notícia que fala sobre a empresa em questão ou os segundo de uma notícia dada no rádio ou na televisão. A comparação destes valores com o preço de tabela do espaço publicitário resultaria no retorno de investimento deste trabalho de assessoria de imprensa.</p>
<ul>
<li>Tamanho do artigo impresso = 3col x 30cm = 90cm</li>
<li>Preço Tabela Comercial = R$ 80/cm/col</li>
<li><strong><span style="color: #003366;">ROI da Assessoria de Imprensa = R$ 7.200</span></strong></li>
</ul>
<p>Existe uma grande discussão sobre a validade deste método, principalmente porque a notícia teria mais credibilidade do que um anúncio, portanto teria um valor maior. Em 2006, o professor Jim Macnamara escreveu o artigo Advertising Values to Measure PR: Why They Are Invalid, que nos dá perspectivas sobre essa discussão.</p>
<p>Os principais argumentos contra a comparação de resultados monetários de relações públicas e publicidade são:</p>
<ul>
<li> A notícia pode ser negativa ou neutra, podendo falar também dos concorrentes</li>
<li>A notícia pode estar num veículo irrelevante para o target da empresa</li>
<li>Pode estar mal posicionada na publicação</li>
<li>A empresa pode ser apresentada de marca ambígua, imprecisa</li>
<li>A comparação é feita a partir do preço de tabela de compra de mídia, não a partir do preço real pago pelo anunciante</li>
<li>A comparação leva em conta somente o preço de compra de mídia, não o impacto e os efeitos que são gerados no público, assim como a publicidade é medida</li>
</ul>
<p>Segundo Macnamara, deve-se ir alem da análise “notícia positiva, negativa ou neutra”. Pode-se analisar também:</p>
<ul>
<li> Importância da mídia (audiência atingida)</li>
<li>Onde a notícia está posicionada (na capa, nas primeiras páginas etc.)</li>
<li>Onde a empresa é apresentada (na manchete, no lead etc.)</li>
<li>Tamanho da notícia ou artigo</li>
<li>Share of Voice (comparação com a exposição dos concorrentes)</li>
<li>Presença de Fotos, logo etc.</li>
<li>Mensagem comunicada</li>
<li>Fonte das declarações e citações</li>
<li>Tom (aplicando princípios semióticos)</li>
</ul>
<p>Jim diz que os pesquisadores Michaelson e professor Don Stacks (universidade de Miami) fizeram estudos comparando conteúdo editorial com propaganda nos EUA em 2006. A pesquisa avaliou o impacto (lembrança da mensagem chave, lembrança da marca, crenças sobre o produto anunciado e intenção de compra) de mensagens de notícias e propagandas que promoviam o mesmo produto para a mesma audiência – 351 adultos que liam jornal pelo menos uma vez por semana. O estudo descobriu que propagandas bem feitas e criativas são mais eficazes que conteúdo editorial.</p>
<p>Apesar do caráter científico da pesquisa, qualquer generalização sobre esse assunto é precipitada. Outros estudos mostram que o conteúdo editorial pode ser mais, menos ou igualmente eficaz quanto as propaganda. Entre outros fatores, essa relação depende da categoria de produtos e da praça estudada.</p>
<p>Além disso, deve-se considerar também que nem toda publicação editorial é resultado direto de esforços de relações públicas. Em muitos casos, a notícia é tão relevante que seria publicada independentemente das estratégias de RP. Então, o ideal seria a existência de um estudo sobre o comportamento de publicação dos veículos com relação a cada tema, para que se pudesse identificar quando onde e quando, realmente, RP faz a diferença.</p>
<p><strong>Fonte</strong>: <a href="http://www.incommetrics.com/" target="_blank"><em>InComMetrics</em></a></p>
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		<title>ContatoCom participa do Encontro Anual Abracom</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Dec 2009 13:05:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ContatoCom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coisas de Contato]]></category>
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		<description><![CDATA[Encontro reuniu principais empresas do setor em São Paulo e marcou o lançamento do Anuário Brasileiro das Agências de Comunicação 2009/2010 

A ContatoCom esteve presente no tradicional evento que encerra as atividades anuais da Associação Brasileira das Agências de Comunicação, ocorrido dia 1º no Centro Brasileiro Britânico, na capital (SP). O encontro serviu para apresentar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Encontro reuniu principais empresas do setor em São Paulo e marcou o lançamento do Anuário Brasileiro das Agências de Comunicação 2009/2010 </em></p>
<div style="padding-bottom: 10px; margin-top: 20px; margin-bottom: 10px;">
<p>A <a href="http://www.contatocom.com" target="_blank">ContatoCom </a>esteve presente no tradicional evento que encerra as atividades anuais da <a href="http://www.abracom.org.br" target="_blank">Associação Brasileira das Agências de Comunicação</a>, ocorrido dia 1º no Centro Brasileiro Britânico, na capital (SP). O encontro serviu para apresentar um rápido balanço das atividades da Abracom em 2009, a divulgação do curso de especialização em comunicação corporativa Abracom/Facamp e o lançamento do Anuário das Agências de Comunicação, da Mega Brasil Comunicação. Esta também foi a oportunidade para o debate sobre comunicação para a sustentabilidade, com a presença de Jackson Scnheider, presidente da ANFAVEA e Daniela Chiaretti, repórter especial do jornal Valor Econômico.</p>
<p>Miro Negrini, diretor da ContatoCom, recebeu um exemplar autografado pela jornalista Maria Helena Miessva, coordenadora editorial do <a href="http://www.jornaldacomunicacao.com.br/Anuario/" target="_blank">Anuário Brasileiro das Agências de Comunicação</a>, como um dos empresários entrevistados. O convite para participar do projeto desenvolvido pela Mega Brasil surgiu no início de agosto, quando Silvio Ribeiro comunicou ao mercado o lançamento da edição 2009/2010.</p>
<p>Além de fonte de informação para o Anuário, a ContatoCom está presente na página de Agências – cidades de Sorocaba e Capital São Paulo – e com anúncio de abertura do Guia Estado de São Paulo.</p>
<p><strong>Sobre o Anuário</strong></p>
<p>O Anuário tem 258 páginas e conta com quatro cadernos essenciais tratando dos perfis das agências, das competências do setor, do quadro de desempenho das agências e um guia geral de agências de todo o País, dividido por estados e cidades.</p>
<p>Segundo Silvio, este era um sonho antigo que amadureceu e está apoiado tanto no conhecimento de mercado como na experiência de já ter feito o Especial Agências nos informativos Jornalistas&amp;Cia e Jornal da Comunicação Corporativa, em 2007 e 2008, que se transformaram em referências.</p>
<p>Para tocar o projeto, a Mega Brasil convidou a jornalista Maria Helena Miessva, com ampla experiência no ambiente corporativo, tendo dirigido a Comunicação Corporativa de empresas como Cargill, Boehringer Ingelheim e Grupo Orsa.</p>
<p>Serão distribuídos 3.000 exemplares que irão circular entre os executivos de Comunicação de médios e grandes grupos empresariais, secretários de Comunicação de Governo, diretores de Comunicação de instituições e entidades de classe – ou seja, quem contrata e compra serviços de Comunicação.</p>
<p>A edição 2009/2010 também estará nas mãos dos jornalistas dos principais veículos de comunicação do País (jornais, revistas, rádio, tevê, agências e internet), sobretudo os vinculados às editorias de economia e à pauta – ou seja, quem usa as agências para se aproximar das fontes de informação.</p></div>
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		<title>Mensurar é a palavra de ordem</title>
		<link>http://www.blogdacontato.com.br/mensurar-e-a-palavra-de-ordem/</link>
		<comments>http://www.blogdacontato.com.br/mensurar-e-a-palavra-de-ordem/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 12:12:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ContatoCom</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje em dia o importante é comprovar a importância da área de Comunicação Corporativa no crescimento do negócio de uma empresa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-247" title="Metricas" src="http://www.blogdacontato.com.br/wp-content/uploads/2009/11/Metricas.jpg" alt="Metricas" width="149" height="149" /></p>
<p>Todos nós sabemos da importância da área de Comunicação Corporativa no crescimento do negócio de uma empresa, desde a composição da estratégia, passando pelo engajamento interno e chegando ao relacionamento com os públicos ligados à empresa. Mas hoje em dia isso já não é mais suficiente: o importante é comprovar.</p>
<p>Lembro-me que no inicio dos anos 90 quando trabalhávamos um plano de Comunicação, usávamos com grande freqüência o termo em Inglês goodwill que significa obter um bom relacionamento com os públicos que se queria atingir. Não se falava em métricas, nem em resultados a curto prazo. Fazia parte do  processo obter resultados a longo prazo, por meio de um trabalho persistente.</p>
<p>Hoje, vivendo na era digital, quando tudo acontece em segundos e perdemos a paciência com qualquer mínima espera, temos que procurar formas para provar que nosso trabalho pode ser medido e acompanhado. E, mesmo que continuemos trazendo resultados a longo prazo, é necessário demostrar por meio de números e gráficos o quanto conquistamos em goodwill a cada ano.</p>
<p>Pensando nisso, e cada vez mais sendo cobrados a demonstrar nossas conquistas, podemos hoje encontrar uma série de metodologias e todo um mercado de institutos de pesquisa para nos ajudar nesse processo. Um exemplo com o qual estou trabalhando atualmente é o Brand Reputation Index, metodologia do Reputation Institute.</p>
<p>A utilização deste método permite que, por meio de pesquisas anuais com públicos selecionados,  possamos medir a reputação da empresa em diversas esferas, como ambiente de trabalho, produtos e serviços, governança corporativa, cidadania e meio ambiente. Cruzando as notas dadas pelos nossos principais stakeholders (funcionários, clientes e formadores de opinião, por exemplo), com as esferas estudadas, chegamos a um índice – uma nota – que representa numericamente a percepção dos públicos em relação à empresa. Além dessa representação numérica, é possível ainda analisar casa público e cada esfera de forma independente e encontrar pontos a serem melhorados – seja nas mensagens transmitidas a este público, que não estão sendo captadas da forma como desejamos, seja na própria gestão deste stakeholder, na forma como trabalhamos com ele.</p>
<p>Por trazer informações de alta qualidade e profundidade, permitindo ainda a comparação periódica ou mesmo a comparação com outras categorias do mercado, um índice como este coloca a área de Comunicação em uma posição mais integrada ao negócio da empresa. A representação gráfica da Reputação permite que a empresa tenha, por exemplo, um espaço reservado para a Comunicação Corporativa no BSC (Balance Score Card), uma planilha acompanhada por todos os executivos, que avalia anualmente a performance da empresa e das pessoas.</p>
<p>Se mensurar é a palavra de ordem, a Comunicação Corporativa inova e busca, por meio da pesquisa, comprovar a vocação estratégica das ações de relacionamento.</p>
<p><strong>Escrito por </strong><em>Elisa Prado, relações públicas formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUCCamp) e pós-graduada em Marketing pela ESPM – Escola Superior de Propaganda e Marketing de São Paulo e diretora de Comunicação da Tetra Pak</em>.</p>
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		<title>Qual a diferença entre assessoria de imprensa e relacionamento com a midia?</title>
		<link>http://www.blogdacontato.com.br/assessoria-de-imprensa-e-relacionamento-com-a-midia/</link>
		<comments>http://www.blogdacontato.com.br/assessoria-de-imprensa-e-relacionamento-com-a-midia/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 21:52:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ContatoCom</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Se você está acostumado com a expressão &#8220;fazer follow-up&#8221; provavelmente está habituado a lidar com assessoria de imprensa, básica e simples. Traduzindo literalmente do inglês, o &#8220;fup&#8221; significa acompanhar de perto ou seguir persistentemente. Em alguns casos &#8220;virar grude&#8221;, como se comenta com frequencia nas redações e estúdios.
Quando se aplica outro termo &#8220;fazer pitching&#8221;, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_164" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-164" title="diferente" src="http://www.blogdacontato.com.br/wp-content/uploads/2009/09/diferente-300x213.jpg" alt="Imagem: www.promovesite.com.br" width="300" height="213" /><p class="wp-caption-text">Imagem: www.promovesite.com.br</p></div>
<p>Se você está acostumado com a expressão &#8220;fazer follow-up&#8221; provavelmente está habituado a lidar com assessoria de imprensa, básica e simples. Traduzindo literalmente do inglês, o &#8220;fup&#8221; significa acompanhar de perto ou seguir persistentemente. Em alguns casos &#8220;virar grude&#8221;, como se comenta com frequencia nas redações e estúdios.</p>
<p>Quando se aplica outro termo &#8220;fazer pitching&#8221;, que pode ser traduzido por &#8220;fazer algo para colaborar&#8221;, como usar um argumento forte com o intuito de convencer o profissional da imprensa sobre a importância de uma pauta, neste caso você está lidando com um tipo de relacionamento com a midia.</p>
<p>Embora o exercício da assessoria de imprensa seja uma forma de emprego por parte de jornalistas, a denominação ainda carrega uma imagem depreciada de valor segundo boa parte dos profissionais do jornalismo. E mesmo que essa atividade seja plenamente aceita no mercado, há ainda restrições sobre quem deve exercê-la e a maneira adequada de praticá-la.</p>
<p>É um erro comum de amadores e novatos tentar “empurrar goela abaixo” qualquer assunto, seja porque quer mostrar resultado para seu assessorado ou porque prometeu-lhe indevidamente total visibilidade.</p>
<p>Uma pauta pode ser comparada a um produto e o &#8220;pitching&#8221; ao teor da argumentação que faz com que uma pessoa compre um produto. Certamente é uma das tarefas mais complicadas de relacionamento interpessoal, razão pela qual preferimos comparar o relacionamento com a mídia com a ação diplomática entre duas partes interessadas no mesmo assunto, observado por óticas diferentes.</p>
<p>Manter um relacionamento com a midia (ou a imprensa) é uma atitude mais ampla e menos árida que simplesmente vender uma pauta ou fonte. Requer afinidade, empatia, conteúdo, disponibilidade, percepção, paciência. Talvez por essa razão, a atividade proposta se ajusta melhor ao profissional de relações públicas. Esse, porém, é um público muito especial e exige uma formação e preparo mais consistente com a arte do jornalismo.</p>
<p>Pode parecer uma questão semântica, mas o termo relacionamento com a mídia parece mais apropriado que a simples assessoria de imprensa, embora este modelo de atendimento ainda não pareça esgotar-se ou desvalorizar-se com o tempo.</p>
<p>Qualquer que seja a interpretação, ainda assim tato, jogo-de-cintura, mobilidade, capacidade de ouvir e várias outras habilidades próprias de um relacionamento maduro devem ser incorporadas ao exercício de influenciar e convencer. Principalmente a imprensa&#8230; ou você prefere chamar de mídia?</p>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">Se você está acostumado com a expressão &#8220;fazer follow-up&#8221; provavelmente está habituado a lidar com assessoria de imprensa, básica e simples. Traduzindo literalmente do inglês, o &#8220;fup&#8221; significa acompanhar de perto ou seguir persistentemente. Em alguns casos &#8220;virar grude&#8221;, como se comenta com frequencia nas redações e estúdios.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">Quando se aplica outro termo &#8220;fazer pitching&#8221;, que pode ser traduzido por &#8220;fazer algo para colaborar&#8221;, como usar um argumento forte com o intuito de convencer o profissional da imprensa sobre a importância de uma pauta, neste caso você está lidando com um tipo de relacionamento com a midia.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">Embora o exercício da assessoria de imprensa seja uma forma de emprego por parte de jornalistas, a denominação ainda carrega uma imagem depreciada de valor segundo boa parte dos profissionais do jornalismo. E mesmo que essa atividade seja plenamente aceita no mercado, há ainda restrições sobre quem deve exercê-la e a maneira adequada de praticá-la.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">É um erro comum de amadores e novatos tentar “empurrar goela abaixo” qualquer assunto, seja porque quer mostrar resultado para seu assessorado ou porque prometeu-lhe indevidamente total visibilidade.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">Uma pauta pode ser comparada a um produto e o &#8220;pitching&#8221; ao teor da argumentação que faz com que uma pessoa compre um produto. Certamente é uma das tarefas mais complicadas de relacionamento interpessoal, razão pela qual preferimos comparar o relacionamento com a mídia com a ação diplomática entre duas partes interessadas no mesmo assunto, observado por óticas diferentes.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">Manter um relacionamento com a midia (ou a imprensa) é uma atitude mais ampla e menos árida que simplesmente vender uma pauta ou fonte. Requer afinidade, empatia, conteúdo, disponibilidade, percepção, paciência. Talvez por essa razão, a atividade proposta se ajusta melhor ao profissional de relações públicas. Esse, porém, é um público muito especial e exige uma formação e preparo mais consistente com a arte do jornalismo.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">Pode parecer uma questão semântica, mas o termo relacionamento com a mídia parece mais apropriado que a simples assessoria de imprensa, embora este modelo de atendimento ainda não parece esgotar-se ou desvalorizar-se com o tempo.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">Qualquer que seja a interpretação, ainda assim tato, jogo-de-cintura, mobilidade, capacidade de ouvir e várias outras habilidades próprias de um relacionamento maduro devem ser incorporadas no exercício de influenciar e convencer. Principalmente a imprensa&#8230; ou a mídia?Se você está acostumado com a expressão &#8220;fazer follow-up&#8221; provavelmente está habituado a lidar com assessoria de imprensa, básica e simples. Traduzindo literalmente do inglês, o &#8220;fup&#8221; significa acompanhar de perto ou seguir persistentemente. Em alguns casos &#8220;virar grude&#8221;, como se comenta com frequencia nas redações e estúdios.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">Quando se aplica outro termo &#8220;fazer pitching&#8221;, que pode ser traduzido por &#8220;fazer algo para colaborar&#8221;, como usar um argumento forte com o intuito de convencer o profissional da imprensa sobre a importância de uma pauta, neste caso você está lidando com um tipo de relacionamento com a midia.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">Embora o exercício da assessoria de imprensa seja uma forma de emprego por parte de jornalistas, a denominação ainda carrega uma imagem depreciada de valor segundo boa parte dos profissionais do jornalismo. E mesmo que essa atividade seja plenamente aceita no mercado, há ainda restrições sobre quem deve exercê-la e a maneira adequada de praticá-la.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">É um erro comum de amadores e novatos tentar “empurrar goela abaixo” qualquer assunto, seja porque quer mostrar resultado para seu assessorado ou porque prometeu-lhe indevidamente total visibilidade.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">Uma pauta pode ser comparada a um produto e o &#8220;pitching&#8221; ao teor da argumentação que faz com que uma pessoa compre um produto. Certamente é uma das tarefas mais complicadas de relacionamento interpessoal, razão pela qual preferimos comparar o relacionamento com a mídia com a ação diplomática entre duas partes interessadas no mesmo assunto, observado por óticas diferentes.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">Manter um relacionamento com a midia (ou a imprensa) é uma atitude mais ampla e menos árida que simplesmente vender uma pauta ou fonte. Requer afinidade, empatia, conteúdo, disponibilidade, percepção, paciência. Talvez por essa razão, a atividade proposta se ajusta melhor ao profissional de relações públicas. Esse, porém, é um público muito especial e exige uma formação e preparo mais consistente com a arte do jornalismo.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">Pode parecer uma questão semântica, mas o termo relacionamento com a mídia parece mais apropriado que a simples assessoria de imprensa, embora este modelo de atendimento ainda não parece esgotar-se ou desvalorizar-se com o tempo.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">Qualquer que seja a interpretação, ainda assim tato, jogo-de-cintura, mobilidade, capacidade de ouvir e várias outras habilidades próprias de um relacionamento maduro devem ser incorporadas no exercício de influenciar e convencer. Principalmente a impr</div>
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