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	<title>Blog da Contato &#187; Comunicação</title>
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		<title>Magnum Construtora é a nova conta da ContatoCom® Mundo Digital</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 15:26:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>BlogdaContato</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Está em fase final de implantação o novo site da Magnum Construtora, portal que está sendo desenvolvido pela ContatoCom® Mundo Digital, empresa especializada em desenvolvimento de websites e marketing digital do grupo ContatoCom &#8211; Comunicação Total. O contrato inclui também a criação de hotsites para os próximos lançamentos da empresa, como é o caso do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Está em fase final de implantação o novo site da Magnum Construtora, portal que está sendo desenvolvido pela ContatoCom® Mundo Digital, empresa especializada em desenvolvimento de websites e marketing digital do grupo ContatoCom &#8211; Comunicação Total. O contrato inclui também a criação de hotsites para os próximos lançamentos da empresa, como é o caso do “Bosque de Ipanema” (www.bosqueipanema.com.br), um <a href="http://www.bosqueipanema.com.br/">condominio fechado em Sorocaba</a> com apartamentos e casas de 2 dormitórios e 2 vagas de garagem e ampla rede de serviços.</p>
<p>“A Magnum precisava deixar sua identidade na web mais arejada, com imagens mais claras e informações mais completas para os seus empreendimentos. Buscamos dar eficiência ao portal com dinamismo na atualização e uso de ferramentas de otimização de busca, aliadas ao novo design”, explica André Zanini, diretor de criação da ContatoCom® Mundo Digital.</p>
<p><strong>Sobre a Magnum</strong><br />
Há 30 anos no mercado da construção civil, a Magnum realiza obras de médio e grande porte, edifícios de alto padrão, conjuntos habitacionais, casas populares e loteamentos. Nos anos noventa, a empresa inicia nova etapa, aliando a tradição de construir habitações, e passa a atuar com sucesso também na construção de hospitais e hotel, além de executar serviços de infra-estrutura e obras públicas.</p>
<p>Neste período a Magnum completou seu portfólio com 4.859 unidades já concluídas, das quais 4.039 unidades em Sorocaba e região, 222 unidades em São Paulo e Guarulhos, 595 unidades em Ourinhos (SP) e 3 unidades na região litorânea, além de mais de 4.189 lotes liberados para construção.</p>
<p><strong>Sobre a ContatoCom® &#8211; Comunicação Total</strong><br />
Há quase 20 anos no mercado, a ContatoCom – Comunicação Total é formada por um grupo de sete agências especializadas, dirigidas por profissionais de sólida experiência na área, com escritórios em São Paulo e Sorocaba. O foco da empresa é desenvolver soluções criativas em comunicação para empresas e organizações de qualquer tamanho, operando com equipe profissional multidisciplinar de acordo com a necessidade do cliente. Para conhecer melhor acesse o site: www.ContatoCom.com.</p>
<p><strong>Fonte: </strong>ContatoCom &gt; Comunicação Total</p>
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		<title>Qual o papel da Comunicação na era do twitter?</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Apr 2010 21:32:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ContatoCom</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Problemas com a imagem institucional? Precisa de alguém criativo para preparar rapidamente uma campanha interna? A entidade filantrópica ligou para a empresa e está procurando o responsável pelas doações? Quer um jornal interno impresso com custos próximos do zero  para distribuir daqui a 48 horas, e que tenha reportagens, fotos e um estimulante editorial do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Problemas com a imagem institucional? Precisa de alguém criativo para preparar rapidamente uma campanha interna? A entidade filantrópica ligou para a empresa e está procurando o responsável pelas doações? Quer um jornal interno impresso com custos próximos do zero  para distribuir daqui a 48 horas, e que tenha reportagens, fotos e um estimulante editorial do novo presidente? Simples. Procure a Comunicação Corporativa, área que cuida de tudo aquilo que se convencionou chamar de &#8220;corporativo ou institucional&#8221;.  Em geral, esta área está conectada diretamente à presidência – independente de absorver atividades de comunicação interna, marketing institucional ou divulgação de produtos da empresa. Quando ela não existe oficialmente, suas atividades são exercidas por profissionais alocados em Marketing ou Recursos Humanos.</p>
<p>Estes profissionais lidam o tempo todo com pessoas, seus sentimentos e reações e o papel da área nas empresas, atualmente, é muito mais relevante do que elaborar planos estratégicos somente quando é necessário comunicar as decisões da alta diretoria – agradáveis ou não. Quando é necessário transformar más notícias (como fechamento de postos de trabalho) em notícias palatáveis, tentando levantar o ânimo dos que ficam nas empresas após os processos de reestruturação.</p>
<p>Em tempos de redes sociais, estes profissionais trabalham para que as corporações sejam transparentes junto aos públicos com que se relaciona – os stakeholders. Isto significa discutir com mais profundidade com Recursos Humanos as campanhas internas antes de lançá-las. Significa analisar a propaganda dos produtos com Marketing para constatar coerência entre os discursos interno e externo. Significa argumentar com lucidez, habilidade e objetividade com dirigentes da alta cúpula para que a empresa seja sempre um local digno para se trabalhar – para todos.</p>
<p>Não é um papel fácil de ser desempenhado, pois coloca à prova crenças e valores que fizeram os profissionais de Relações Públicas, Jornalismo ou de outras áreas estar na área de Comunicação Corporativa. Deve-se buscar o melhor para todos. Ouvir todas as partes, imparcialmente. É um papel fundamentalmente necessário em uma época que permite qualquer um comunicar sua ideia em 140 toques para o mundo. Mas – verdade seja dita &#8211; uma vez que se trabalha nas empresas em Comunicação Corporativa ou se presta serviços para esta área, um elemento é invariável – sua dinâmica cativa você, que atua para que suas ações façam a diferença e ajudem a sociedade a transformar o mundo em um local melhor para se viver.</p>
<p><strong>Escrito por</strong> <em>Lena Miessva, jornalista</em></p>
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		<title>Cada vez mais o Marketing Esportivo mostra que é fabuloso, competitivo e um dos setores mais fortes da economia</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 17:38:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ContatoCom</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Marketing Esportivo no seu atual estágio no Brasil possibilita a oportunidade de trabalho a empresas de diversos portes. Tanto em patrocínios, bem como, no seu planejamento e execução.
Para exemplificar, temos hoje no mercado agências com faturamentos de milhões de dólares, agências especializadas em determinado esporte (corrida de rua faturamento R$6 milhões), em palestras utilizando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Marketing Esportivo no seu atual estágio no Brasil possibilita a oportunidade de trabalho a empresas de diversos portes. Tanto em patrocínios, bem como, no seu planejamento e execução.</p>
<p>Para exemplificar, temos hoje no mercado agências com faturamentos de milhões de dólares, agências especializadas em determinado esporte (corrida de rua faturamento R$6 milhões), em palestras utilizando estrelas do esporte como o técnico de vôlei Bernadinho e o velejador Amyr Klink (média de 60 palestras por ano entre R$ 15 mil e R$ 70 mil por apresentação) e diversos outros segmentos dentro do Marketing Esportivo.</p>
<p>Com a perspectiva da Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016 no Brasil, as oportunidades tendem a crescer. Um sinal é a chegada ao país do Havas Sports &amp; Entertainment, sétimo maior grupo de publicidade do mundo, presente em 20 países e especializado no desenvolvimento de estratégias de comunicação de marcas em eventos esportivos.</p>
<p>Porém, mesmo com a chegada de multinacionais, quem domina esse mercado são as agências de médio e pequeno porte. Pois se trata de um mercado jovem, com grandes possibilidades de expansão, mas que exige um bom conhecimento.</p>
<p>O importante no Marketing Esportivo é trabalhar com seriedade e proporcionar métodos e ferramentas para avaliar a ação realizada, poder apurar o ROI (return on Investiment). Em períodos que precedem grandes eventos, como Copa do Mundo e Olimpíadas, o mercado recebe muitos oportunistas em busca de lucro rápido.</p>
<p>O Brasil é um país que tem o DNA do esporte, a mistura de raças, possibilita a adaptação do brasileiro a diversas modalidades.</p>
<p>Assim mesmo podemos relacionar modalidades com grande proximidade ao público e com ótima visibilidade:</p>
<p><strong>FUTEBOL</strong></p>
<p>São mais de 38 milhões de praticantes. Gera R$ 250 bilhões em negócios e responde por 63% de tudo o que é investido em patrocínio no Brasil</p>
<p><strong>VÔLEI</strong></p>
<p>É um dos esportes mais praticados no país. Atrai 15% das verbas de patrocínio. Tem boa visibilidade na quadra e na areia</p>
<p><strong>NATAÇÃO</strong></p>
<p>Tem forte ligação com o público, atletas de nível internacional e agrega atributos interessantes para as marcas, como saúde, vigor, performance e tecnologia</p>
<p><strong>TÊNIS</strong></p>
<p>Figura entre os cinco esportes mais vistos na TV fechada e fala com um nicho de mercado com bom poder aquisitivo</p>
<p><strong>BASQUETE</strong></p>
<p>Tende a ganhar maior visibilidade no país, que possui atletas de nível internacional. Voltou a ocupar espaço na mídia</p>
<p><strong>FUTSAL</strong></p>
<p>O calendário de campeonatos é bem organizado e são mais de 10 milhões de praticantes</p>
<p>Porém, o futebol supera todas as demais modalidades e chega a ser cultuado como uma religião, tanto no Brasil como no resto do mundo.</p>
<p>Vejam alguns números divulgados pelo Futebol Finance relativos a direitos de transmissão de TV para 2010:</p>
<p>Na semana em que a venda de direitos televisivos internacionais Premier Ligue bateram um novo recorde alcançando os 1.556 milhões de Euros, conferimos o estado e os valores da venda coletiva de direitos de transmissão televisiva nas principais ligas europeias.</p>
<p><strong>1. Liga Inglesa</strong> – contrato de 2009/10 a 2012/13 (3 temporadas) valor total de 3.538 milhões de Euros, dos quais 1.556 milhões de Euros respeitantes à venda de direitos internacionais, por ano os clubes Ingleses tem ao seu dispor 1.179 milhões de Euros para repartir entre os 20 clubes da Premier League.</p>
<p><strong>2. Liga Italiana</strong> – contrato com a duração de 2 temporadas, de 2010/11 a 2011/12. Valor total de 1.822 milhões de Euros, cerca de 911 milhões de Euros anuais.</p>
<p><strong>3. Liga Francesa</strong> – contrato com a duração de 4 temporadas, de 2008/09 a 2011/12. Valor total de 2.672 milhões de Euros, cerca de 668 milhões de Euros anuais.</p>
<p><strong>4. Liga Alemã</strong> – contrato com a duração de 4 temporadas, de 2009/10 a 2012/13. Valor total de 1.648 milhões de Euros, cerca de 412 milhões de Euros anuais.</p>
<p><strong>5. Liga Espanhola</strong> – O Barcelona e o Real Madrid não se mostram muito interessados na venda colectiva dos direitos televisivos, uma vez que juntos obtêm cerca de 240 milhões de Euros anuais em direitos TV, para um valor total que ronda os 500 milhões de Euros entre os 20 clubes da liga.</p>
<p><strong>6. Liga Turca</strong> – contrato com a duração de 4 temporadas, de 2010/2011 a 2013/2014. Valor total 1.041 milhões de Euros, cerca de 260,3 milhões de Euros anuais.</p>
<p><strong>7. Liga Holandesa</strong> – contrato com a duração de 3 temporadas, de 2008/9 a 2010/11. Valor total de 300 milhões de Euros, cerca de 100 milhões de Euros anuais.</p>
<p><strong>8. Liga Grega</strong> – contrato com a duração de 3 temporadas, de 2009/10 a 2011/12. Valor total de 162 milhões de Euros, cerca de 54 milhões de Euros anuais. (montante pode aumentar caso Olympiakos e Xhanti entrem também na venda colectiva).</p>
<p><strong>9. Liga Portuguesa</strong> – Tal como em Espanha, Portugal também não vende os seus direitos tv colectivamente, sendo que Benfica, Sporting e Porto arrecadam em conjunto cerca de 24 milhões de Euros anuais, sensivelmente metade do valor total estimado pago aos 16 clubes da liga.</p>
<p><strong>10. Liga Polaca</strong> – contrato com a duração de 3 temporadas, de 2008/09 a 2010/11. Valor total de 101,5 milhões de Euros, cerca de 33,8 milhões de Euros anuais.</p>
<p><strong>Escrito por</strong> <em>Celso Diniz, diretor associado de Marketing Esportivo da <a href="http://www.contatocom.com">ContatoCom</a></em><em>.</em></p>
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		<title>O que água e comunicação podem ter em comum?</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 20:07:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ContatoCom</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na semana passada, a mídia abriu espaço para falar sobre o Dia da Água e as preocupações e cuidados com o uso da água, um recurso finito e que têm ocupado a agenda não só de governantes como de executivos e empresários em todo o mundo.
Se a empresa – independente de tamanho e segmento – [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na semana passada, a mídia abriu espaço para falar sobre o Dia da Água e as preocupações e cuidados com o uso da água, um recurso finito e que têm ocupado a agenda não só de governantes como de executivos e empresários em todo o mundo.</p>
<p>Se a empresa – independente de tamanho e segmento – não souber utilizar corretamente os recursos naturais –  com destaque para a água – vai gastar muito mais e este custo de alguma forma vai para os produtos que coloca no mercado e pode comprometer verbas para investir no negócio.</p>
<p>A comunicação segue o mesmo caminho da água para a empresa, por mais incrível que isto possa parecer aos mais céticos! Se aplicada sem conhecimento e profissionalismo, ela pode ficar contaminada, inadequada e comprometer a qualidade da marca e dos produtos que a representam no mercado.</p>
<p>O que foi investido ao longo de anos em um negócio e que trouxe credibilidade e bons clientes, em uma crise que não tenha o gerenciamento adequado, desaparece em segundos e pode demorar décadas para recuperar (se recuperar!). Assim como a água que por décadas foi desperdiçada e agora precisa de um esforço de todos para um consumo consciente e adequado.</p>
<p>Para ter uma boa água e saber usá-la a favor do negócio – seja no comércio ou na indústria &#8211; é preciso investir sempre em manutenção. Para ter uma boa comunicação estratégica e adequada, é preciso aceitar – antes de mais nada –que ela é necessária no dia a dia do negócio e envolve muito mais que um anúncio ou o envio de um release a jornais quando se deseja anunciar algo.</p>
<p>Água e comunicação – sabendo usar, não vai faltar!</p>
<p><strong>Escrito por</strong> <em>Lena Miessva, jornalista</em></p>
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		<title>O papel do ombudsman na mídia brasileira</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 20:49:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>BlogdaContato</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Desde o início da década de 90 quando a Folha de São Paulo contratou um ombudsman para a empresa, o cargo tornou-se mais conhecido entre os brasileiros, essencialmente nos meios de comunicação. Esse profissional sempre foi figura cativa em grandes empresas, mas nunca havia sido usado por um veículo de mídia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-503" title="ombudsman" src="http://www.blogdacontato.com.br/wp-content/uploads/2010/02/ombudsman-300x191.gif" alt="ombudsman" width="300" height="191" /></p>
<p>Desde o início da década de 90 quando a Folha de São Paulo contratou um ombudsman para a empresa, o cargo tornou-se mais conhecido entre os brasileiros, essencialmente nos meios de comunicação. Esse profissional sempre foi figura cativa em grandes empresas, mas nunca havia sido usado por um veículo de mídia.</p>
<p>O ombudsman vem contribuir no dia-a-dia do jornal, permitindo que os principais anseios dos leitores tornem-se presentes na redação, fazendo com que o veículo esteja mais presente na rotina do seu público. A intenção desse profissional é aprimorar de forma isenta e técnica as maneiras de defender os interesses dos leitores. A isenção é uma das qualidades necessárias para o sucesso nesta função.</p>
<p>A diferença do ombudsman em um veículo de comunicação para dos setores públicos e privados é que ele tem um espaço público para expressar suas críticas e elogios. Apesar de alguns poucos veículos adotarem esse profissional, o ombudsman não é tão bem vindo nas redações, talvez pela forma que os erros e acertos são expostos aos seus concorrentes.</p>
<p>A importância do cargo vem principalmente pelas mudanças que ele pode causar no dia-a-dia da redação. O ombudsman oferece a possibilidade de a imprensa discutir suas próprias contradições.</p>
<p>A pouca presença na mídia brasileira vem desde a falta de recursos para a contratação desse profissional até as represálias que eles podem vir a sofrer pelos companheiros de redação. O cargo é comum nos principais veículos de comunicação do mundo.</p>
<p>O ombudsman mais popular na mídia brasileira é do jornal Folha de São Paulo, que tem contrato de um ano, podendo ser renovado por mais dois. &#8220;Depois do segundo ano de críticas, ou o ombudsman já conseguiu convencer a redação de algumas coisas ou dificilmente o fará, não importa quantas vezes mais volte a bater na mesma tecla. Discurso e reação começam a ser previsíveis e se tornam inúteis&#8221;, escreveu Carlos Eduardo Lins da Silva, ombudsman da Folha que está deixando o cargo após dois anos. Segundo ele, nunca recebeu ordens para que evitasse comentários ou abordasse um tema em detrimento a outro, mesmo &#8220;nos episódios mais delicados&#8221;. Quem assume no seu lugar é a ex-secretária de redação Susana Singer.</p>
<p>A figura do ombudsman não impede que o veículo continue cometendo as mesmas falhas, mas não deixa de ser um canal importante com o leitor, quando utilizado de maneira correta e, principalmente, isenta.</p>
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		<title>Um projeto que não deve sair do papel</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 20:21:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>BlogdaContato</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No final do ano foi encaminhado ao Congresso Nacional um Projeto de Lei (PL) que proíbe a propriedade cruzada de meios de comunicação, dificultando a formação de grandes conglomerados de comunicação nos interiores do Brasil. A PL do deputado Ivan Valente (PSOL-SP) estabelece limites para coibir o monopólio e oligopólio no setor midiático.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-466" title="Ivan Valente" src="http://www.blogdacontato.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Ivan-Valente.jpg" alt="Ivan Valente" width="187" height="181" /></p>
<p>No final do ano foi encaminhado ao Congresso Nacional um Projeto de Lei (PL) que proíbe a propriedade cruzada de meios de comunicação, dificultando a formação de grandes conglomerados de comunicação nos interiores do Brasil. A PL do deputado Ivan Valente (PSOL-SP) estabelece limites para coibir o monopólio e oligopólio no setor midiático.</p>
<p>Tal medida vai de encontro a grandes redes nos interiores do Brasil. Durante a Ditadura aconteceu a festa das concessões de rádio e televisão por todo o país, concentrando mais de uma concessão para uma única empresa. É comum encontrar cidades em que a principal rádio, o jornal impresso e a maior retransmissora de TV são do mesmo proprietário, monopolizando as mídias. Em muitos casos, esse conglomerado de comunicação pertence ao político mais influente da região, que utiliza sem pudores ao seu favor.</p>
<p>A PL, se aprovada, trará mais liberdade e credibilidade aos meios de comunicação. De acordo com projeto, as empresas de radiodifusão só podem ter concessão, permissão ou autorização se não mantiverem em seus quadros de cotistas, societários ou acionistas, integrantes de empresas que editam veículos impressos, que atuem em televisão por assinatura ou empresas de telecomunicações. O projeto também determina que as redes organizem um conjunto de afiliadas que não ultrapasse 10% do mercado. As redes também devem respeitar a veiculação de no mínimo 50% de conteúdos próprios por seus afiliados.</p>
<p>Vale a discussão da importância do projeto. No entanto, a aprovação depende de uma grande mobilização, o que não deve acontecer, já que os meios de comunicação não mexerão um dedo para tal.</p>
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		<title>Sites de relacionamentos: motivo de discórdia</title>
		<link>http://www.blogdacontato.com.br/455/</link>
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		<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 18:26:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>BlogdaContato</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[O Twitter revolucionou a forma de trocar conteúdo e tornou-se referência e fonte de informação. Essa popularização criou alguns incômodos para muitas empresas, que tiveram informações consideradas restritas ao seu público interno divulgadas na internet. Tal medida fez com que alguns meios criassem uma cartilha de uso dessas ferramentas, coibindo seus funcionários de expressarem opiniões consideradas prejudiciais a imagem da corporação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-454" title="Post" src="http://www.blogdacontato.com.br/wp-content/uploads/2010/01/Post-300x223.jpg" alt="Post" width="225" height="168" /></p>
<p>A febre dos sites de relacionamentos permitiu uma comunicação mais ampla e próxima entre o chamado internauta comum e as empresas e celebridades, por exemplo. O Twitter revolucionou a forma de trocar conteúdo e tornou-se referência e fonte de informação.</p>
<p>Essa popularização criou alguns incômodos para muitas empresas, que tiveram informações consideradas restritas ao seu público interno divulgadas na internet. Tal medida fez com que alguns meios criassem uma cartilha de uso dessas ferramentas, coibindo seus funcionários de expressarem opiniões consideradas prejudiciais a imagem da corporação.</p>
<p>As primeiras a se manifestar no Brasil, ainda no ano passado, foram a Folha de São Paulo e a Rede Globo que publicaram algumas medidas que impõe uma série de restrições aos seus funcionários. A recomendação é que furos jornalísticos não sejam antecipados e a proibição da divulgação ou comentários sobre temas direta ou indiretamente relacionados às atividades da empresa, ao mercado de mídia ou qualquer outra informação e conteúdo. Também é sugerido que os funcionários não dêem opiniões partidárias e não se envolvam em assuntos considerados polêmicos.</p>
<p>Nesta semana, os times de futebol do Manchester United e do Manchester City, da Inglaterra, anunciaram a proibição do uso do Twitter e Facebook entre os atletas de seus respectivos elencos. Ambos alegam que os fãs dos atletas que tiveram os perfis cancelados – entre eles, Ferdinand, Rooney, Fletcher, Giggs e Tevez – podem interagir de forma oficial através dos canais de comunicação do próprio clube, além de proteger os clubes das especulações plantadas por falsos perfis.</p>
<p>As medidas causam divergências, pois muitos acreditam que muitos irão se afastar de seu atleta, ator, apresentador preferido, interrompendo a comunicação entre eles e indo na contramão do <em>boom</em> dessas ferramentas. Outros acreditam que as medidas ferem a liberdade de expressão desse público, já que coíbe opiniões em diversos âmbitos.</p>
<p>As empresas alegam que as medidas visão que terceiros não explorem indevidamente suas imagens, preservando assim seus princípios e valores.</p>
<p>Nesse contexto cabe a avaliação se esses sites de relacionamento são os mocinhos ou vilões na divulgação da imagem de muitas empresas. Utilizado de uma forma que tragam benefícios e dividendos tornam-se ferramentas de divulgação e aproximação com os clientes. Cabe reflexão e avaliação.</p>
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		<title>ContatoCom participa do Encontro Anual Abracom</title>
		<link>http://www.blogdacontato.com.br/abracom/</link>
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		<pubDate>Sat, 12 Dec 2009 13:05:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ContatoCom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coisas de Contato]]></category>
		<category><![CDATA[Abracom]]></category>
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		<description><![CDATA[Encontro reuniu principais empresas do setor em São Paulo e marcou o lançamento do Anuário Brasileiro das Agências de Comunicação 2009/2010 

A ContatoCom esteve presente no tradicional evento que encerra as atividades anuais da Associação Brasileira das Agências de Comunicação, ocorrido dia 1º no Centro Brasileiro Britânico, na capital (SP). O encontro serviu para apresentar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Encontro reuniu principais empresas do setor em São Paulo e marcou o lançamento do Anuário Brasileiro das Agências de Comunicação 2009/2010 </em></p>
<div style="padding-bottom: 10px; margin-top: 20px; margin-bottom: 10px;">
<p>A <a href="http://www.contatocom.com" target="_blank">ContatoCom </a>esteve presente no tradicional evento que encerra as atividades anuais da <a href="http://www.abracom.org.br" target="_blank">Associação Brasileira das Agências de Comunicação</a>, ocorrido dia 1º no Centro Brasileiro Britânico, na capital (SP). O encontro serviu para apresentar um rápido balanço das atividades da Abracom em 2009, a divulgação do curso de especialização em comunicação corporativa Abracom/Facamp e o lançamento do Anuário das Agências de Comunicação, da Mega Brasil Comunicação. Esta também foi a oportunidade para o debate sobre comunicação para a sustentabilidade, com a presença de Jackson Scnheider, presidente da ANFAVEA e Daniela Chiaretti, repórter especial do jornal Valor Econômico.</p>
<p>Miro Negrini, diretor da ContatoCom, recebeu um exemplar autografado pela jornalista Maria Helena Miessva, coordenadora editorial do <a href="http://www.jornaldacomunicacao.com.br/Anuario/" target="_blank">Anuário Brasileiro das Agências de Comunicação</a>, como um dos empresários entrevistados. O convite para participar do projeto desenvolvido pela Mega Brasil surgiu no início de agosto, quando Silvio Ribeiro comunicou ao mercado o lançamento da edição 2009/2010.</p>
<p>Além de fonte de informação para o Anuário, a ContatoCom está presente na página de Agências – cidades de Sorocaba e Capital São Paulo – e com anúncio de abertura do Guia Estado de São Paulo.</p>
<p><strong>Sobre o Anuário</strong></p>
<p>O Anuário tem 258 páginas e conta com quatro cadernos essenciais tratando dos perfis das agências, das competências do setor, do quadro de desempenho das agências e um guia geral de agências de todo o País, dividido por estados e cidades.</p>
<p>Segundo Silvio, este era um sonho antigo que amadureceu e está apoiado tanto no conhecimento de mercado como na experiência de já ter feito o Especial Agências nos informativos Jornalistas&amp;Cia e Jornal da Comunicação Corporativa, em 2007 e 2008, que se transformaram em referências.</p>
<p>Para tocar o projeto, a Mega Brasil convidou a jornalista Maria Helena Miessva, com ampla experiência no ambiente corporativo, tendo dirigido a Comunicação Corporativa de empresas como Cargill, Boehringer Ingelheim e Grupo Orsa.</p>
<p>Serão distribuídos 3.000 exemplares que irão circular entre os executivos de Comunicação de médios e grandes grupos empresariais, secretários de Comunicação de Governo, diretores de Comunicação de instituições e entidades de classe – ou seja, quem contrata e compra serviços de Comunicação.</p>
<p>A edição 2009/2010 também estará nas mãos dos jornalistas dos principais veículos de comunicação do País (jornais, revistas, rádio, tevê, agências e internet), sobretudo os vinculados às editorias de economia e à pauta – ou seja, quem usa as agências para se aproximar das fontes de informação.</p></div>
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		<title>Programa Agrótikos do Canal Rural ganha reforço</title>
		<link>http://www.blogdacontato.com.br/programa-agrotikos-do-canal-rural-ganha-reforco/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 15:49:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ContatoCom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coisas de Contato]]></category>
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		<category><![CDATA[Midia]]></category>
		<category><![CDATA[TV]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Miro Negrini, jornalista e diretor da ContatoCom, é o novo sócio da Grego Produções, do empresário Constantino Ajimasto Junior, apresentador do programa Agrótikos – Grego no Rural, exibido pelo Canal Rural, empresa do grupo gaúcho de mídia RBS. O profissional conta com mais de 20 anos de experiência no mercado de comunicação, dos quais metade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-423" title="Miro Baixa" src="http://www.blogdacontato.com.br/wp-content/uploads/2009/11/Miro-Baixa-199x300.gif" alt="Miro Baixa" width="199" height="300" /> </p>
<p>Miro Negrini, jornalista e diretor da <a title="Empresa de Comunicação Estratégica, Assessoria de Imprensa e Relações Públicas" href="http://www.contatocom.com" target="_blank">ContatoCom</a>, é o novo sócio da Grego Produções, do empresário Constantino Ajimasto Junior, apresentador do programa Agrótikos – Grego no Rural, exibido pelo Canal Rural, empresa do grupo gaúcho de mídia RBS. O profissional conta com mais de 20 anos de experiência no mercado de comunicação, dos quais metade dedicada ao agronegócio.</p>
<p>Ele será responsável pelas áreas Comercial e de Marketing da Grego Produções. Além de maior participação no business do Canal Rural, estão dentro dos planos a criação de parcerias comerciais e a diversificação de negócios da empresa, com a ampliação do portfólio de produtos e serviços.</p>
<p style="text-align: left;">“Estamos renovando nosso contrato com o Canal Rural, dando um novo impulso ao programa Agrótikos”, afirma Constantino Junior, o Grego. “Com a sinergia que temos, o planejamento e a execução de novos projetos para 2010 podem sair do papel”.</p>
<p style="text-align: left;">Existe um nicho comercial a ser explorado em programas voltados para a classe A no agronegócio e para conquistar de vez esse mercado, é fundamental entender o comportamento deste consumidor. “Queremos atrair anunciantes e agências de publicidade que tendem a criar uma comunicação para alguém que ainda é desconhecido. É preciso um envolvimento que vai além dos dados e números das pesquisas. Uma mudança profunda de comportamento e o total abandono de idéias preconcebidas sobre o que é consumo no campo”, argumenta Miro Negrini.</p>
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		<title>Ações de marketing direto levam informações às pessoas certas, tornando a captação de recursos mais eficaz</title>
		<link>http://www.blogdacontato.com.br/acoes-de-marketing-direto-levam-informacoes-as-pessoas-certas-tornando-a-captacao-de-recursos-mais-eficaz/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 13:26:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ContatoCom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Terceiro Setor]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Direto]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Públicas]]></category>
		<category><![CDATA[Reputação]]></category>

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		<description><![CDATA[“Só existe uma estratégia vencedora: definir claramente o público-alvo e dirigir atenção especial a ele”. A afirmação é de Philip Kotler, guru americano do marketing, e define o sentido da expressão “marketing direto” com clareza. Assim, no Terceiro Setor, isso significa tornar cada colaborador um indivíduo, relacionando-se diretamente com ele de maneira que haja uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_318" class="wp-caption aligncenter" style="width: 441px"><img class="size-full wp-image-318" title="Mkt direto" src="http://www.blogdacontato.com.br/wp-content/uploads/2009/11/Mkt-direto.jpg" alt="Público-alvo: atenção especial para ele." width="431" height="431" /><p class="wp-caption-text">Público-alvo: atenção especial para ele.</p></div>
<p>“Só existe uma estratégia vencedora: definir claramente o público-alvo e dirigir atenção especial a ele”. A afirmação é de Philip Kotler, guru americano do marketing, e define o sentido da expressão “marketing direto” com clareza. Assim, no <a title="Empresa de Comunicação Estratégica, Assessoria de Imprensa e Relações Públicas" href="http://contatocom.com/?module=userhome&amp;action=social" target="_blank">Terceiro Setor</a>, isso significa tornar cada colaborador um indivíduo, relacionando-se diretamente com ele de maneira que haja uma “comunicação-diálogo, e não uma propaganda-monólogo”, como definiu o também profissional de marketing, Drayton Bird.</p>
<p>Para as organizações sociais, isso pode ser traduzido como um bom relacionamento com parceiros e doadores. A ação de marketing deve ser voltada para eles por meio de iniciativas que falem diretamente com cada um. “A utilização do marketing direto como estratégia de comunicação nas instituições pode ser muito produtiva, se bem executada. É uma forma de contato de médio e longo prazo muito proveitosa”, explica Marcus Hoenen, gerente geral da Full Jazz Propaganda.</p>
<p>A Newdbase, especializada em Database Marketing, é um exemplo de empresa que dá suporte a instituições sociais com seu know-how sobre o assunto. “Basicamente, oferecemos dois serviços: o de ações de segmentação de perfis de doadores para captação de recursos, com embasamento em pesquisas de mercado para diferenciar o doador do potencial doador; e o de tratamento, higienização, atualização e enriquecimento de dados da base do cliente que, por vezes, torna-se desatualizada ou incompleta”, explica Mônica Navarro, diretora da empresa.</p>
<p><strong>Entrando em contato</strong></p>
<p>De acordo com a Associação Brasileira de Marketing Direto (Abemd), por marketing direto entende-se a comunicação que “se utiliza de uma ou mais mídias para obter uma resposta ou transação mensurável junto a públicos específicos, ou simplesmente gerar uma ação de relacionamento que gere encantamento junto ao público visado”.</p>
<p>Isso significa que as atividades dessa categoria de marketing estimulam um retorno do receptor da mensagem, por meio de cupons ou cartas-resposta, por exemplo. Por isso, a comunicação do marketing direto consiste em conquistar nomes e manter o relacionamento contínuo com os que já foram conquistados.</p>
<p>A pergunta é: como fazer para chegar a esses nomes? Por meio de ações de captação de recursos, como a divulgação planejada da instituição em eventos e feiras, um site bem desenvolvido, mala-direta e propaganda. O importante, porém, é executar essas ações sempre com ferramentas de resposta: cadastro no site, cupons para preenchimento de dados, entre outros. Dessa maneira, é possível ativar o relacionamento e incentivar a participação dessas pessoas no dia-a-dia do trabalho da organização.</p>
<p>“O marketing direto deve ser utilizado com planejamento de comunicação completa, ou seja, a campanha deve ter um objetivo definido para um público direcionado e uma comunicação adequada”, explica Navarro. “Isso tudo deve ser bem estruturado, levando-se em conta que o retorno sobre investimento deve ser sempre positivo. É nisso que baseamos o sucesso de uma campanha”, complementa.</p>
<p>É necessário manter esse relacionamento conquistado por meio da comunicação dirigida – ou seja, específica para aquele tipo de público, que pode ser todo o banco de dados ou segmentos dele, de acordo com os interesses. Aqui, podem ser utilizados catálogos, newsletters, telemarketing ativo, cartas de agradecimento e convite para eventos. Outra iniciativa interessante é sempre convidar o colaborador para conhecer o trabalho realizado pela organização, fato que dá ainda mais credibilidade às atividades e, ainda, estreita os laços da parceria.</p>
<p><strong>Fases do marketing direto</strong></p>
<p>Para aplicar técnicas do marketing direto com eficiência, é recomendável que a organização tenha profissionais da área em busca de resultados positivos. Para sua implantação, existem alguns passos importantes a serem seguidos:</p>
<ul>
<li>Fazer o diagnóstico, ou seja, entender as necessidades da organização;</li>
<li>Definir os objetivos, como a conquista de apoiadores, fidelização e captação de recursos;</li>
<li>Definir o público-alvo: quem se quer atingir, em que quantidade, onde encontrar os nomes desejados e qual mailing utilizar;</li>
<li>Analisar o que será enviado: folders, newsletters, brindes etc.;</li>
<li>Verificar em que contexto a ação está inserida, o que será comunicado e como será a abordagem;</li>
<li>Escolher que veículos de comunicação serão utilizados para atingir o público-alvo;</li>
<li>Optar por canais de resposta para a comunicação dos apoiadores;</li>
<li>Identificar o momento de colocar a ação em prática;</li>
<li>Calcular o custo e o retorno do investimento;</li>
<li>Mensurar os resultados da ação;</li>
<li>Organizar todas as atividades necessárias para o atendimento adequado dos apoiadores que aparecerem devido à ação do marketing direto;</li>
<li>Acompanhar e controlar os rumos da ação para seu constante aperfeiçoamento.</li>
<li>Atuando com o Terceiro Setor, a Newdbase ajuda as organizações com a profissionalização desses passos. “Recentemente fizemos ações para a Aldeias Infantis, Graacc, Unicef, Mater Maria Eclesiae e, principalmente, para a Apae, que nos proporcionou um mapeamento completo de pesquisas de mercado. Isso nos ajudou a entender melhor o perfil psicológico e sociodemográfico dos ‘doadores efetivos’”, conta Navarro.</li>
</ul>
<p><strong>Valorização do indivíduo</strong></p>
<ul>
<li>Ao identificar os possíveis colaboradores de uma organização, é essencial conhecê-los individualmente, saber de suas preferências e personalidades. Assim, é possível estreitar o relacionamento e fidelizar os apoiadores.</li>
<li>Essas informações devem ser mantidas em um banco de dados. Atualmente, com a facilidade de administrar e adquirir informações, é possível formar esses bancos com grupos de dados por similaridade, atuação ou outros critérios de divisão. É muito proveitoso utilizar a facilidade da internet para manter esse contato com os colaboradores.</li>
<li>De acordo com a teoria de Drayton Bird, “se a empresa não usa marketing direto, a sua propaganda é um monólogo repetitivo, ainda que tenha criatividade e dê leões em Cannes. Mas, se a empresa usa um processo de marketing direto, então a sua comunicação é um diálogo, ou seja, ela fala às pessoas e ouve essas mesmas pessoas, continuamente”. O mesmo serve para as organizações do Terceiro Setor. Os colaboradores e apoiadores querem se comunicar com a instituição, de modo que fiquem informados do que acontece e, ao mesmo tempo, possam participar das atividades realizadas.</li>
</ul>
<p><strong>Principais objetivos do marketing direto:</strong></p>
<ul>
<li>Divulgação da marca ao público-alvo definido;</li>
<li>Diminuição da dispersão da verba destinada à comunicação externa;</li>
<li>Obtenção de resultados mensuráveis;</li>
<li>Maximização da captação de recursos.</li>
</ul>
<p><strong>Links<br />
</strong><a href="http://www.abemd.org.br/">www.abemd.org.br</a><br />
<a href="http://www.newdbase.com.br/">www.newdbase.com.br</a><br />
 <br />
<strong>Escrito por </strong><em>Marcio Zeppelini, consultor em comunicação para o Terceiro Setor, editor da Revista Filantropia, produtor editorial pela Universidade Anhembi Morumbi e diretor executivo da Zeppelini Editorial &amp; Comunicação. Visite o site <a href="http://www.revistafilantropia.com.br">www.revistafilantropia.com.br</a></em>.</p>
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