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	<title>Blog da Contato &#187; Ferramenta</title>
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		<title>Qual o papel da Comunicação na era do twitter?</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Apr 2010 21:32:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ContatoCom</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Problemas com a imagem institucional? Precisa de alguém criativo para preparar rapidamente uma campanha interna? A entidade filantrópica ligou para a empresa e está procurando o responsável pelas doações? Quer um jornal interno impresso com custos próximos do zero  para distribuir daqui a 48 horas, e que tenha reportagens, fotos e um estimulante editorial do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Problemas com a imagem institucional? Precisa de alguém criativo para preparar rapidamente uma campanha interna? A entidade filantrópica ligou para a empresa e está procurando o responsável pelas doações? Quer um jornal interno impresso com custos próximos do zero  para distribuir daqui a 48 horas, e que tenha reportagens, fotos e um estimulante editorial do novo presidente? Simples. Procure a Comunicação Corporativa, área que cuida de tudo aquilo que se convencionou chamar de &#8220;corporativo ou institucional&#8221;.  Em geral, esta área está conectada diretamente à presidência – independente de absorver atividades de comunicação interna, marketing institucional ou divulgação de produtos da empresa. Quando ela não existe oficialmente, suas atividades são exercidas por profissionais alocados em Marketing ou Recursos Humanos.</p>
<p>Estes profissionais lidam o tempo todo com pessoas, seus sentimentos e reações e o papel da área nas empresas, atualmente, é muito mais relevante do que elaborar planos estratégicos somente quando é necessário comunicar as decisões da alta diretoria – agradáveis ou não. Quando é necessário transformar más notícias (como fechamento de postos de trabalho) em notícias palatáveis, tentando levantar o ânimo dos que ficam nas empresas após os processos de reestruturação.</p>
<p>Em tempos de redes sociais, estes profissionais trabalham para que as corporações sejam transparentes junto aos públicos com que se relaciona – os stakeholders. Isto significa discutir com mais profundidade com Recursos Humanos as campanhas internas antes de lançá-las. Significa analisar a propaganda dos produtos com Marketing para constatar coerência entre os discursos interno e externo. Significa argumentar com lucidez, habilidade e objetividade com dirigentes da alta cúpula para que a empresa seja sempre um local digno para se trabalhar – para todos.</p>
<p>Não é um papel fácil de ser desempenhado, pois coloca à prova crenças e valores que fizeram os profissionais de Relações Públicas, Jornalismo ou de outras áreas estar na área de Comunicação Corporativa. Deve-se buscar o melhor para todos. Ouvir todas as partes, imparcialmente. É um papel fundamentalmente necessário em uma época que permite qualquer um comunicar sua ideia em 140 toques para o mundo. Mas – verdade seja dita &#8211; uma vez que se trabalha nas empresas em Comunicação Corporativa ou se presta serviços para esta área, um elemento é invariável – sua dinâmica cativa você, que atua para que suas ações façam a diferença e ajudem a sociedade a transformar o mundo em um local melhor para se viver.</p>
<p><strong>Escrito por</strong> <em>Lena Miessva, jornalista</em></p>
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		<title>Cada vez mais o Marketing Esportivo mostra que é fabuloso, competitivo e um dos setores mais fortes da economia</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 17:38:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ContatoCom</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Marketing Esportivo no seu atual estágio no Brasil possibilita a oportunidade de trabalho a empresas de diversos portes. Tanto em patrocínios, bem como, no seu planejamento e execução.
Para exemplificar, temos hoje no mercado agências com faturamentos de milhões de dólares, agências especializadas em determinado esporte (corrida de rua faturamento R$6 milhões), em palestras utilizando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Marketing Esportivo no seu atual estágio no Brasil possibilita a oportunidade de trabalho a empresas de diversos portes. Tanto em patrocínios, bem como, no seu planejamento e execução.</p>
<p>Para exemplificar, temos hoje no mercado agências com faturamentos de milhões de dólares, agências especializadas em determinado esporte (corrida de rua faturamento R$6 milhões), em palestras utilizando estrelas do esporte como o técnico de vôlei Bernadinho e o velejador Amyr Klink (média de 60 palestras por ano entre R$ 15 mil e R$ 70 mil por apresentação) e diversos outros segmentos dentro do Marketing Esportivo.</p>
<p>Com a perspectiva da Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016 no Brasil, as oportunidades tendem a crescer. Um sinal é a chegada ao país do Havas Sports &amp; Entertainment, sétimo maior grupo de publicidade do mundo, presente em 20 países e especializado no desenvolvimento de estratégias de comunicação de marcas em eventos esportivos.</p>
<p>Porém, mesmo com a chegada de multinacionais, quem domina esse mercado são as agências de médio e pequeno porte. Pois se trata de um mercado jovem, com grandes possibilidades de expansão, mas que exige um bom conhecimento.</p>
<p>O importante no Marketing Esportivo é trabalhar com seriedade e proporcionar métodos e ferramentas para avaliar a ação realizada, poder apurar o ROI (return on Investiment). Em períodos que precedem grandes eventos, como Copa do Mundo e Olimpíadas, o mercado recebe muitos oportunistas em busca de lucro rápido.</p>
<p>O Brasil é um país que tem o DNA do esporte, a mistura de raças, possibilita a adaptação do brasileiro a diversas modalidades.</p>
<p>Assim mesmo podemos relacionar modalidades com grande proximidade ao público e com ótima visibilidade:</p>
<p><strong>FUTEBOL</strong></p>
<p>São mais de 38 milhões de praticantes. Gera R$ 250 bilhões em negócios e responde por 63% de tudo o que é investido em patrocínio no Brasil</p>
<p><strong>VÔLEI</strong></p>
<p>É um dos esportes mais praticados no país. Atrai 15% das verbas de patrocínio. Tem boa visibilidade na quadra e na areia</p>
<p><strong>NATAÇÃO</strong></p>
<p>Tem forte ligação com o público, atletas de nível internacional e agrega atributos interessantes para as marcas, como saúde, vigor, performance e tecnologia</p>
<p><strong>TÊNIS</strong></p>
<p>Figura entre os cinco esportes mais vistos na TV fechada e fala com um nicho de mercado com bom poder aquisitivo</p>
<p><strong>BASQUETE</strong></p>
<p>Tende a ganhar maior visibilidade no país, que possui atletas de nível internacional. Voltou a ocupar espaço na mídia</p>
<p><strong>FUTSAL</strong></p>
<p>O calendário de campeonatos é bem organizado e são mais de 10 milhões de praticantes</p>
<p>Porém, o futebol supera todas as demais modalidades e chega a ser cultuado como uma religião, tanto no Brasil como no resto do mundo.</p>
<p>Vejam alguns números divulgados pelo Futebol Finance relativos a direitos de transmissão de TV para 2010:</p>
<p>Na semana em que a venda de direitos televisivos internacionais Premier Ligue bateram um novo recorde alcançando os 1.556 milhões de Euros, conferimos o estado e os valores da venda coletiva de direitos de transmissão televisiva nas principais ligas europeias.</p>
<p><strong>1. Liga Inglesa</strong> – contrato de 2009/10 a 2012/13 (3 temporadas) valor total de 3.538 milhões de Euros, dos quais 1.556 milhões de Euros respeitantes à venda de direitos internacionais, por ano os clubes Ingleses tem ao seu dispor 1.179 milhões de Euros para repartir entre os 20 clubes da Premier League.</p>
<p><strong>2. Liga Italiana</strong> – contrato com a duração de 2 temporadas, de 2010/11 a 2011/12. Valor total de 1.822 milhões de Euros, cerca de 911 milhões de Euros anuais.</p>
<p><strong>3. Liga Francesa</strong> – contrato com a duração de 4 temporadas, de 2008/09 a 2011/12. Valor total de 2.672 milhões de Euros, cerca de 668 milhões de Euros anuais.</p>
<p><strong>4. Liga Alemã</strong> – contrato com a duração de 4 temporadas, de 2009/10 a 2012/13. Valor total de 1.648 milhões de Euros, cerca de 412 milhões de Euros anuais.</p>
<p><strong>5. Liga Espanhola</strong> – O Barcelona e o Real Madrid não se mostram muito interessados na venda colectiva dos direitos televisivos, uma vez que juntos obtêm cerca de 240 milhões de Euros anuais em direitos TV, para um valor total que ronda os 500 milhões de Euros entre os 20 clubes da liga.</p>
<p><strong>6. Liga Turca</strong> – contrato com a duração de 4 temporadas, de 2010/2011 a 2013/2014. Valor total 1.041 milhões de Euros, cerca de 260,3 milhões de Euros anuais.</p>
<p><strong>7. Liga Holandesa</strong> – contrato com a duração de 3 temporadas, de 2008/9 a 2010/11. Valor total de 300 milhões de Euros, cerca de 100 milhões de Euros anuais.</p>
<p><strong>8. Liga Grega</strong> – contrato com a duração de 3 temporadas, de 2009/10 a 2011/12. Valor total de 162 milhões de Euros, cerca de 54 milhões de Euros anuais. (montante pode aumentar caso Olympiakos e Xhanti entrem também na venda colectiva).</p>
<p><strong>9. Liga Portuguesa</strong> – Tal como em Espanha, Portugal também não vende os seus direitos tv colectivamente, sendo que Benfica, Sporting e Porto arrecadam em conjunto cerca de 24 milhões de Euros anuais, sensivelmente metade do valor total estimado pago aos 16 clubes da liga.</p>
<p><strong>10. Liga Polaca</strong> – contrato com a duração de 3 temporadas, de 2008/09 a 2010/11. Valor total de 101,5 milhões de Euros, cerca de 33,8 milhões de Euros anuais.</p>
<p><strong>Escrito por</strong> <em>Celso Diniz, diretor associado de Marketing Esportivo da <a href="http://www.contatocom.com">ContatoCom</a></em><em>.</em></p>
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		<title>Medir a eficácia das iniciativas de Relações Públicas ainda é um grande desafio</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Mar 2010 13:01:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ContatoCom</dc:creator>
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No caso específico de assessoria de imprensa, existe o método de comparação com a mídia publicitária. Mede-se o espaço ocupado pela notícia que fala sobre a empresa em questão ou os segundo de uma notícia dada no rádio ou na televisão. A comparação destes valores com o preço de tabela do espaço publicitário resultaria no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.blogdacontato.com.br/wp-content/uploads/2010/03/ROI_Chart.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-561" title="Return of Investment: what do it?" src="http://www.blogdacontato.com.br/wp-content/uploads/2010/03/ROI_Chart-300x90.jpg" alt="Return of Investment: what we do?" width="300" height="90" /></a></p>
<p>No caso específico de assessoria de imprensa, existe o método de comparação com a mídia publicitária. Mede-se o espaço ocupado pela notícia que fala sobre a empresa em questão ou os segundo de uma notícia dada no rádio ou na televisão. A comparação destes valores com o preço de tabela do espaço publicitário resultaria no retorno de investimento deste trabalho de assessoria de imprensa.</p>
<ul>
<li>Tamanho do artigo impresso = 3col x 30cm = 90cm</li>
<li>Preço Tabela Comercial = R$ 80/cm/col</li>
<li><strong><span style="color: #003366;">ROI da Assessoria de Imprensa = R$ 7.200</span></strong></li>
</ul>
<p>Existe uma grande discussão sobre a validade deste método, principalmente porque a notícia teria mais credibilidade do que um anúncio, portanto teria um valor maior. Em 2006, o professor Jim Macnamara escreveu o artigo Advertising Values to Measure PR: Why They Are Invalid, que nos dá perspectivas sobre essa discussão.</p>
<p>Os principais argumentos contra a comparação de resultados monetários de relações públicas e publicidade são:</p>
<ul>
<li> A notícia pode ser negativa ou neutra, podendo falar também dos concorrentes</li>
<li>A notícia pode estar num veículo irrelevante para o target da empresa</li>
<li>Pode estar mal posicionada na publicação</li>
<li>A empresa pode ser apresentada de marca ambígua, imprecisa</li>
<li>A comparação é feita a partir do preço de tabela de compra de mídia, não a partir do preço real pago pelo anunciante</li>
<li>A comparação leva em conta somente o preço de compra de mídia, não o impacto e os efeitos que são gerados no público, assim como a publicidade é medida</li>
</ul>
<p>Segundo Macnamara, deve-se ir alem da análise “notícia positiva, negativa ou neutra”. Pode-se analisar também:</p>
<ul>
<li> Importância da mídia (audiência atingida)</li>
<li>Onde a notícia está posicionada (na capa, nas primeiras páginas etc.)</li>
<li>Onde a empresa é apresentada (na manchete, no lead etc.)</li>
<li>Tamanho da notícia ou artigo</li>
<li>Share of Voice (comparação com a exposição dos concorrentes)</li>
<li>Presença de Fotos, logo etc.</li>
<li>Mensagem comunicada</li>
<li>Fonte das declarações e citações</li>
<li>Tom (aplicando princípios semióticos)</li>
</ul>
<p>Jim diz que os pesquisadores Michaelson e professor Don Stacks (universidade de Miami) fizeram estudos comparando conteúdo editorial com propaganda nos EUA em 2006. A pesquisa avaliou o impacto (lembrança da mensagem chave, lembrança da marca, crenças sobre o produto anunciado e intenção de compra) de mensagens de notícias e propagandas que promoviam o mesmo produto para a mesma audiência – 351 adultos que liam jornal pelo menos uma vez por semana. O estudo descobriu que propagandas bem feitas e criativas são mais eficazes que conteúdo editorial.</p>
<p>Apesar do caráter científico da pesquisa, qualquer generalização sobre esse assunto é precipitada. Outros estudos mostram que o conteúdo editorial pode ser mais, menos ou igualmente eficaz quanto as propaganda. Entre outros fatores, essa relação depende da categoria de produtos e da praça estudada.</p>
<p>Além disso, deve-se considerar também que nem toda publicação editorial é resultado direto de esforços de relações públicas. Em muitos casos, a notícia é tão relevante que seria publicada independentemente das estratégias de RP. Então, o ideal seria a existência de um estudo sobre o comportamento de publicação dos veículos com relação a cada tema, para que se pudesse identificar quando onde e quando, realmente, RP faz a diferença.</p>
<p><strong>Fonte</strong>: <a href="http://www.incommetrics.com/" target="_blank"><em>InComMetrics</em></a></p>
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		<title>Dicas estratégicas para marketing do seu tamanho</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 21:30:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ContatoCom</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Passada a recessão de 2009, muitos empresários ainda procuram alternativas para alavancar seus negócios usando ferramentas de baixo custo e alto impacto nos resultados comerciais. Existem pequenas estratégias de marketing úteis para os momentos difíceis (pouco dinheiro disponível), que podem ser aplicadas por qualquer empresa, em especial as pequenas e médias.
Assim escolhemos algumas idéias que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_524" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.blogdacontato.com.br/wp-content/uploads/2010/03/gestao.jpg"><img class="size-medium wp-image-524" title="gestao" src="http://www.blogdacontato.com.br/wp-content/uploads/2010/03/gestao-300x200.jpg" alt="Pequeno também pode?" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Pequeno também pode?</p></div>
<p>Passada a recessão de 2009, muitos empresários ainda procuram alternativas para alavancar seus negócios usando ferramentas de baixo custo e alto impacto nos resultados comerciais. Existem pequenas estratégias de marketing úteis para os momentos difíceis (pouco dinheiro disponível), que podem ser aplicadas por qualquer empresa, em especial as pequenas e médias.</p>
<p>Assim escolhemos algumas idéias que são compartilhadas pela RP Cathy-Anne O&#8217;Brien, da BlueSky Communications (Toronto, Canadá), que como nós é membro associado do IABC – International Association of Business Communicators. Vamos lá:</p>
<p><strong>Explore sua especialidade</strong>. Se você tem uma expertise que seus clientes estão pagando, ótimo. Esta experiência pode torná-lo uma “celebridade” na área. Utilize os veículos virtuais de comunicação – a maioria deles gratuito – e apareça. Envie artigos para publicações de negócios, inicie um blog, fale no café-da-manhã de uma associação empresarial e utilize sua webcam para postar um vídeo no YouTube dando conselhos. Resumo: qualquer coisa que faça com que você vá direto à fonte. Entre em seu campo.</p>
<p><strong>Depoimentos dos clientes</strong>. Aproveite o tempo que parece ocioso para alavancar o bom relacionamento que você já tem e fazê-lo trabalhar para você. Testemunhais de clientes podem ser utilizados de muitas formas, seja para publicá-los em seu site ou para escrever estudos de casos que podem ser publicados em revistas de negócios. Outras empresas se relacionam com a experiência de seus clientes e aprendem como você pode ajudar seu negócio.</p>
<p><strong>Poder do Advisory Board, ou Conselho Consultivo</strong>. Se você é um consultor independente, tenha um mentor. Pequena empresa? Tenha certeza que nenhum negócio é tão pequeno para ter um conselho consultivo de pessoas que têm um interesse genuíno em seu negócio. Seu conselho poderia incluir antigos patrões, fornecedores e profissionais de comunicação aposentados, alguém que você admira e cujos conselhos e rede será inestimável para o seu sucesso. Dependendo do seu orçamento, faça reuniões trimestrais em bons restaurantes ou convites sociais informais – como comer uma pizza ou tomar um vinho &#8211; que podem criar a atmosfera ideal para discussões sobre estratégia perspicaz. Cercar-se daqueles que complementam suas capacidades vai auxiliar você e sua equipe e fornecer-lhe a sabedoria que só pode ser alcançada através de anos de experiência.</p>
<p><strong>Google conta</strong>. Algumas empresas e profissionais liberais acreditam que por ter uma pequena operação comercial, a Internet não é o melhor lugar para garantir novos negócios. Embora a maior parte do seu negócio possa vir de referências pessoais ou contatos diretos, é importante manter um website e garantir alta classificação nos resultados de pesquisa do Google. Essa é uma maneira de baixo custo e fácil de começar o negócio, utilizando as ferramentas de otimização de busca.</p>
<p><strong>Comissão por negócio fechado</strong>. Oferecer e pagar comissões e bônus por receitas provenientes de um contrato fechado pode parecer complicado ou caro. Mas considere o efeito contrário: sem esse estímulo você teria conquistado aquele novo negócio? No ambiente de negócios é regra reconhecer a disponibilização do tempo e o investimento necessários que seu parceiro dedicou para garantir que sua empresa ganhasse um novo cliente. Motivar e premiar a sua rede para gerar vendas em seu nome é um modelo de negócio legítimo a ser considerado e que pode rapidamente multiplicar seus clientes potenciais.</p>
<p><strong>Networking</strong>. A maioria dos empresários e profissionais intuitivamente sabe o valor comercial de uma boa rede. A questão é: quanto tempo deve ser consumido, não só para conhecer novas pessoas, mas também promover as relações existentes? Sistematize sua atividade em rede, definindo objetivos para conectar-se com uma nova pessoa ou reconectar-se com um ex-colega, mensalmente por exemplo. Ou comprometer-se a participar de uma discussão significativa – tipo 10 minutos, com três novas pessoas em função de uma empresa ou negócio, ou definindo metas para o crescimento sustentado de sua rede, com reflexos em sua empresa e negócio.</p>
<p><strong>Midias sociais vieram para ficar</strong>. Talvez você tenha abraçado totalmente este meio, ou então ainda está “batendo a cabeça” recusando-se a aceitar que as mídias sociais vieram para ficar. Há 10 anos atrás, questionava-se a importância de todas as empresas terem um site. As mesmas dúvidas estão se repetindo hoje sobre a validade ou não desses meios de comunicação social. O fato é que a mídia social tem um valor inestimável e é uma poderosa ferramenta ainda necessária para divulgar o seu negócio. Muitos estão fazendo isso, participe também. Faça o update de seu LinkedIn, dê uma tuitada sobre um artigo interessante que você leu ou participe de grupos de empresas que estão no Facebook e são mercado-alvo para sua atividade. Nada é mais rápido ou mais intenso para construir sua rede do que usar a própria rede que trabalha para o seu negócio.</p>
<p>Outras idéias de baixo custo podem ser ativadas para melhorar o desempenho na prospecção e divulgação de negócios. Combine duas ou mais dessas atividades com ações que já fazem parte de seu marketing. E comprometa-se com suas táticas ao longo de um período de tempo a fim de ver o impacto positivo no seu negócio.</p>
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		<title>Pesquisa de Mercado: ferramenta de decisão comercial</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 17:29:03 +0000</pubDate>
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O mercado, no Brasil, sofreu grandes transformações nos últimos anos. São transformações que impactam diretamente nos hábitos de consumo, tornando o cliente, de forma geral, mais exigente, econômico e resistente.
O sucesso de qualquer produto e/ou serviço está diretamente ligado ao conhecimento adequado do mercado, altamente competitivo, onde atuamos. Cada vez mais, a economia de mercado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"> </p>
<div id="attachment_508" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.blogdacontato.com.br/wp-content/uploads/2010/02/pesquisademercado2.jpg"><img class="size-medium wp-image-508" title="pesquisademercado2" src="http://www.blogdacontato.com.br/wp-content/uploads/2010/02/pesquisademercado2-300x236.jpg" alt="O que você procura?" width="300" height="236" /></a><p class="wp-caption-text">O que você procura?</p></div>
<p>O mercado, no Brasil, sofreu grandes transformações nos últimos anos. São transformações que impactam diretamente nos hábitos de consumo, tornando o cliente, de forma geral, mais exigente, econômico e resistente.</p>
<p>O sucesso de qualquer produto e/ou serviço está diretamente ligado ao conhecimento adequado do mercado, altamente competitivo, onde atuamos. Cada vez mais, a economia de mercado está baseada na informação amparada por pesquisas e análises mercadológicas. A pesquisa de mercado é antes de tudo uma ferramenta para tomada de decisões.</p>
<p>Você já parou para pensar quantas decisões importantes você tomou nos últimos meses?</p>
<p>Ao lançar novos produtos, aprovar campanhas publicitárias, desenvolver novos distribuidores, definir a contratação de mais pessoas na área comercial, temos exemplos de processos decisórios e de julgamentos que envolvem riscos. A pesquisa de mercado é a ferramenta ideal para reduzir a margem de incertezas que sempre acompanham a tomada de decisões. Há vários tipos de pesquisas que poderíamos citar aqui, no entanto, iremos nos ater as mais utilizadas.</p>
<p>Como anda o atendimento realizado pelo setor de vendas e pós-vendas de sua empresa, analisando as variáveis que influenciam a venda de produtos e/ou serviços? A <strong>Auditoria de Marketing e Vendas</strong>, vai ao encontro desta necessidade, avaliando os padrões de atendimento, e verificando se estes são efetivamente realizados ou não. Assim, são identificados pontos de melhoria para aumentar a satisfação dos clientes nas unidades de negócio que compõem a empresa.</p>
<p>Qual o potencial de consumo de um determinado produto e/ou serviço, a ser lançado ou do atual portfólio de produtos de uma empresa, perante o mercado que o cerca? O <strong>Índice de Potencial de Consumo</strong> norteia dirigentes de empresas na busca de eficiência da área comercial, orientando-os sobre qual o potencial por regiões, faixa de poder aquisitivo, dentre tantos outros tipos de segmentações que podem ser realizados na tomada de decisões.</p>
<p>Como e quem são os consumidores, qual estilo de vida que possuem, que tipo de mídia os atinge, em que faixa etária se concentram e como se dá o impulso para a compra? Todas essas indagações podem ser respondidas por meio de uma <strong>Pesquisa do Perfil do Consumidor</strong>.</p>
<p>E quando falamos sobre mídia e público alvo, dependendo do veículo de comunicação, os horários e dias de inserções das peças promocionais são muito importantes. Desta forma é importante saber, qual o tipo de veículo de comunicação que este público lê, ouve ou assiste, seja ele jornal, revista, outdoor, rádio, tv, entre outros. A <strong>Pesquisa de Mídia</strong> responde estas perguntas e permite uma maior e melhor racionalização de custos de uma campanha publicitária.</p>
<p>Cada vez mais, os consumidores, sacam produtos de gôndolas de supermercados, sem interferência humana direta presencial de terceiros nas suas decisões, ou seja, os produtos passaram a disputar espaços nas gôndolas de auto-serviços há muito tempo. Como é a embalagem do seu produto, tem a cor e o formato adequado, é prático, é econômico, se diferencia dos concorrentes? A <strong>Pesquisa de Embalagem</strong>, levando em consideração as perguntas aqui descritas, otimiza o consumo deste tipo de produtos.</p>
<p>Associar informações da pesquisa aos dados estatísticos do mercado estudado, considerando questões pontuais econômicas, como por exemplo, fornecimento de matéria prima, mão de obra, sazonalidades, entre tantos outros fatores, fazem com que <strong>Estudos Econômicos de Mercado</strong>, colaborem no resultado efetivo das pesquisas aqui descritas.</p>
<p>Quais as diferenças entre o seu produto e o concorrente? Se o seu produto é melhor, por que o concorrente vende mais? Qual a influência da marca na compra de um produto? No <em><strong>Blind Test</strong></em> (Teste Cego), o consumidor avalia o produto sem saber a marca do fabricante. Ali, frente a frente com o produto, o mercado vai dizer o que sente, o que vê de positivo ou negativo, o que percebe como diferente, em seguida a marca poderá ser revelada, ou não, e analisada a sua influência no impulso de compra.</p>
<p>O preço é um dos componentes vitais no marketing-mix de qualquer produto ou serviço. Os preços praticados por seus produtos e/ou serviços estão alinhados com o mercado? Como estão os preços dos produtos ou serviços de seus concorrentes? Como fixar preço para uma promoção do seu produto? Só uma <strong>Pesquisa de Preços</strong> é capaz de fazer uma investigação metódica, estruturada e regular, permitindo, assim, acompanhar a evolução dos preços de seus produtos e os dos concorrentes.</p>
<p>Conclusão: faça pesquisa. Além de ferramenta essencial para tomada de decisões, ela certamente irá minimizar os riscos de um projeto.</p>
<p><em>Colaborou: Ricardo Dorés, sócio-diretor da <a href="http://www.salesresults.com.br " target="_blank">SalesResults</a> | Soluções para Mercados Competitivos</em><a href="mailto:ricardo@salesresults.com.br"></a></p>
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		<title>Marketing: mesmas questões para respostas diferentes</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 13:44:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ContatoCom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
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		<description><![CDATA[Ao final do ano passado muitos me perguntavam quais seriam as previsões e tendências do marketing no chamado período pós-crise. Como não tenho bola de cristal, tentava elucidar a questão com aquela metáfora dos ceguinhos e o elefante.
Segundo essa teoria, se colocássemos dez ceguinhos diante de um elefante, ao qual deveriam apalpar e dizer do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_494" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.blogdacontato.com.br/wp-content/uploads/2010/02/charlie-brown.jpg"><img class="size-medium wp-image-494" title="charlie brown" src="http://www.blogdacontato.com.br/wp-content/uploads/2010/02/charlie-brown-300x181.jpg" alt="- &quot;Por que estou aqui?&quot;" width="300" height="181" /></a><p class="wp-caption-text">- &quot;Por que estou aqui?&quot;</p></div>
<p>Ao final do ano passado muitos me perguntavam quais seriam as previsões e tendências do marketing no chamado período pós-crise. Como não tenho bola de cristal, tentava elucidar a questão com aquela metáfora dos ceguinhos e o elefante.</p>
<p>Segundo essa teoria, se colocássemos dez ceguinhos diante de um elefante, ao qual deveriam apalpar e dizer do que se tratava, as respostas seriam as mais diversas: o que segurasse a perna diria que ele era semelhante a uma árvore, o que estivesse na tromba comparava-o com uma cobra, o que segurasse os dentes de marfim teria outra definição, obviamente diferente do que o tocava na barriga e assim por diante. Todos estariam absolutamente certos do que diziam, e todos diriam a coisa certa, mas, por não ter a noção do todo, provariam ser impossível ter uma pálida ideia do que seria de fato um elefante.</p>
<p>E o marketing parece ser o elefante de hoje. Afinal, com a evolução dos processos produtivos e a velocidade da tecnologia o mundo passou a mudar em instantes. E surgiram as mais diversas áreas na cadeia do marketing. Com isso, foram criadas e desenvolvidas inúmeras especialidades, tais como CRM, branding, webmarketing, mobile marketing, gifting, experience, endomarketing, training, dentre tantas outras.</p>
<p>Porém, essa abundância de especialistas tem contaminado as decisões empresariais. Afinal, um especialista em <a href="http://www.blogdacontato.com.br/marketing-esportivo-ganha-forca-no-mercado-publicitario/" target="_blank">marketing esportivo </a>tende a oferecer a sua especialidade como solução, da mesma forma que o publicitário tende a encontrar a solução em anúncios e o profissional de <a href="http://www.blogdacontato.com.br/acoes-de-marketing-direto-levam-informacoes-as-pessoas-certas-tornando-a-captacao-de-recursos-mais-eficaz/" target="_blank">marketing direto </a>traz a solução através de mailings e ações de relacionamento. Cada especialista defendendo o seu ponto de vista, muitas vezes viciado pela formação profissional, muitas vezes pela falta de visão do negócio como um todo. Como exemplo, basta citar o &#8220;estouro da bolha da internet&#8221; e, como certa consequência, a grande maioria das empresas que possuem um site mas não têm a mínima noção do que fazer com ele (é apenas para ter um &#8220;www&#8221; no cartão de visitas).</p>
<p>As informações estão abertas para todo mundo. E numa velocidade incrível. Hoje temos acesso a todas as informações possíveis do que as pessoas querem e precisam. Tudo o que queremos ou precisamos saber está disponível 24 horas por dia, 365 dias por ano. Porém, diante de tantos dados coletados, é preciso ter isenção para não viciar a tomada de decisão. É também necessário saber fazer uso dessas informações, uma vez que o excesso de dados ou mau uso dos mesmos pode provocar a &#8220;desinformação&#8221;.</p>
<p>Conta-se que, quando Einstein ainda era um jovem professor, durante uma prova que ele estava aplicando, um de seus alunos disse: &#8220;Mestre, esse teste está comprometido, pois as questões formuladas são iguais às do ano passado.&#8221; Ao que Einstein respondeu: &#8220;Não tem problema. As questões são as mesmas, mas, neste ano, as respostas são diferentes.&#8221;</p>
<p>O planejamento de marketing envolve toda a organização e exige total sinergia, para que cada profissional esteja em sintonia com os objetivos da empresa e com as necessidades do mercado. Além disso, ainda é preciso atentar à velocidade das mudanças de hábitos, necessidades e desejos em cada segmento.</p>
<p>Assim, particularmente, acredito que a tendência do marketing está no comportamento dos profissionais da área, bem como dos gestores e administradores das empresas, que precisam entender e desenvolver melhor a visão holística, onde tudo se relaciona com tudo. E ir além, para não apenas entender e desenvolver, mas também executar.</p>
<p><strong>Escrito por </strong><em>Marcelo Rogick Pacheco, consultor em marketing e diretor executivo da MKT! Sorocaba. Visite o site <a href="http://www.mktsorocaba.com.br" target="_blank">www.mktsorocaba.com.br</a></em>.</p>
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		<title>O rádio: um herói da resistência</title>
		<link>http://www.blogdacontato.com.br/o-radio-um-heroi-da-resistencia/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 17:50:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>BlogdaContato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Ferramenta]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Midia]]></category>

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		<description><![CDATA[O rádio permanece vivo e eficaz na comunicação com a população Sua versatilidade  e facilidade de aquisição permitem alcaçar todos os públicos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-276" title="radio" src="http://www.blogdacontato.com.br/wp-content/uploads/2009/11/radio-300x202.jpg" alt="radio" width="300" height="202" />Nesta semana, um dos mais antigos veículos de comunicação deu mostras de sua força, vitalidade e, essencialmente, eficácia e funcionalidade em comunicação. O rádio, apesar dos seus pouco mais 110 anos de existência e em inúmeras oportunidades classificado como morto e ultrapassado, foi um dos poucos veículos de comunicação, senão o único, a operar com toda a força e atingir grande parte da população que ficou às escuras devido ao blecaute na última terça-feira.</p>
<p>Presente nos mais modernos aparelhos de celulares, por exemplo, o radio permanece vivo e atuante, mostrando a eficácia compravada há muitas décadas atrás. A notícia se faz muito presente neste meio, que hoje recebe um auxílio considerável da internet e de meios como celulares e similares extremamente modernos, chegando a definitivamente todos os lugares. Uma ferramenta de comunicação versátil e de facilidade de aquisição.</p>
<p>O rádio certamente dividiu seu espaço com outros meios nos últimos anos, mas ainda tem fundamental importância na vida do cidadão e da comunidade que está inserido. Na publicidade também continua dando mostras de eficácia pelo grande alcance e por atingir uma diversidade de públicos. Uma ferramenta importante na construção da imagem de uma empresa, políticos e outras personalidades.</p>
<p>Segundo o Ministério das Comunicações, atualmente há no Brasil quase cinco mil emissoras de rádios, entre AM e FM. De 2002 para 2009, a quantidade emissoras AM cresceu 73%, as FM cresceram 42% e as rádio comunitárias tiveram um crescimento de 104%. Esses números mostram que a tese que o rádio é cada vez mais “morto” é uma grande furada. Os números mostram exatamente o contrário. Assim, a conclusão que podemos chegar é que o advento de novas mídias de comunicação só vêem a fortalecer e dar mais credibilidade e conteúdo as informações prestadas nas emissoras de rádio.</p>
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		<title>Mensurar é a palavra de ordem</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 12:12:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ContatoCom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
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		<description><![CDATA[Hoje em dia o importante é comprovar a importância da área de Comunicação Corporativa no crescimento do negócio de uma empresa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-247" title="Metricas" src="http://www.blogdacontato.com.br/wp-content/uploads/2009/11/Metricas.jpg" alt="Metricas" width="149" height="149" /></p>
<p>Todos nós sabemos da importância da área de Comunicação Corporativa no crescimento do negócio de uma empresa, desde a composição da estratégia, passando pelo engajamento interno e chegando ao relacionamento com os públicos ligados à empresa. Mas hoje em dia isso já não é mais suficiente: o importante é comprovar.</p>
<p>Lembro-me que no inicio dos anos 90 quando trabalhávamos um plano de Comunicação, usávamos com grande freqüência o termo em Inglês goodwill que significa obter um bom relacionamento com os públicos que se queria atingir. Não se falava em métricas, nem em resultados a curto prazo. Fazia parte do  processo obter resultados a longo prazo, por meio de um trabalho persistente.</p>
<p>Hoje, vivendo na era digital, quando tudo acontece em segundos e perdemos a paciência com qualquer mínima espera, temos que procurar formas para provar que nosso trabalho pode ser medido e acompanhado. E, mesmo que continuemos trazendo resultados a longo prazo, é necessário demostrar por meio de números e gráficos o quanto conquistamos em goodwill a cada ano.</p>
<p>Pensando nisso, e cada vez mais sendo cobrados a demonstrar nossas conquistas, podemos hoje encontrar uma série de metodologias e todo um mercado de institutos de pesquisa para nos ajudar nesse processo. Um exemplo com o qual estou trabalhando atualmente é o Brand Reputation Index, metodologia do Reputation Institute.</p>
<p>A utilização deste método permite que, por meio de pesquisas anuais com públicos selecionados,  possamos medir a reputação da empresa em diversas esferas, como ambiente de trabalho, produtos e serviços, governança corporativa, cidadania e meio ambiente. Cruzando as notas dadas pelos nossos principais stakeholders (funcionários, clientes e formadores de opinião, por exemplo), com as esferas estudadas, chegamos a um índice – uma nota – que representa numericamente a percepção dos públicos em relação à empresa. Além dessa representação numérica, é possível ainda analisar casa público e cada esfera de forma independente e encontrar pontos a serem melhorados – seja nas mensagens transmitidas a este público, que não estão sendo captadas da forma como desejamos, seja na própria gestão deste stakeholder, na forma como trabalhamos com ele.</p>
<p>Por trazer informações de alta qualidade e profundidade, permitindo ainda a comparação periódica ou mesmo a comparação com outras categorias do mercado, um índice como este coloca a área de Comunicação em uma posição mais integrada ao negócio da empresa. A representação gráfica da Reputação permite que a empresa tenha, por exemplo, um espaço reservado para a Comunicação Corporativa no BSC (Balance Score Card), uma planilha acompanhada por todos os executivos, que avalia anualmente a performance da empresa e das pessoas.</p>
<p>Se mensurar é a palavra de ordem, a Comunicação Corporativa inova e busca, por meio da pesquisa, comprovar a vocação estratégica das ações de relacionamento.</p>
<p><strong>Escrito por </strong><em>Elisa Prado, relações públicas formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUCCamp) e pós-graduada em Marketing pela ESPM – Escola Superior de Propaganda e Marketing de São Paulo e diretora de Comunicação da Tetra Pak</em>.</p>
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		<title>Relações Públicas: é preciso conhecer os bastidores da organização</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 20:00:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>BlogdaContato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Ferramenta]]></category>
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		<category><![CDATA[Relações Públicas]]></category>

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		<description><![CDATA[
Podemos dizer que o trabalho desenvolvido pelo profissional de relações públicas acontece nos bastidores das organizações. Ele não assina matérias jornalísticas e nem tampouco campanhas publicitárias que percorrem jornais, revistas, TVs, rádios e outras mídias.
Relações públicas é estrategista. Ele é quem define como deve e para quem deve ser feita a comunicação das organizações. Em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-202" title="caramelorp" src="http://www.blogdacontato.com.br/wp-content/uploads/2009/10/caramelorp4.jpg" alt="caramelorp" width="550" height="314" /></p>
<p>Podemos dizer que o trabalho desenvolvido pelo profissional de relações públicas acontece nos bastidores das organizações. Ele não assina matérias jornalísticas e nem tampouco campanhas publicitárias que percorrem jornais, revistas, TVs, rádios e outras mídias.</p>
<p>Relações públicas é estrategista. Ele é quem define como deve e para quem deve ser feita a comunicação das organizações. Em um sentido mais abrangente é a pessoa ou departamento responsável por construir e manter as redes de relacionamento das organizações e seus diversos públicos e evitar que essas se tornem alvo ou fonte de problemas para a sociedade em que se encontra. A atuação do profissional também é fundamental para posicionar as organizações perante a comunidade, interagindo e contribuindo de alguma forma para o desenvolvimento local. Mas isso só é possível quando existe um esforço de comunicação, um trabalho de relações públicas.</p>
<p>Assim como a informação é a matéria-prima para o jornalista, a comunicação é a ferramenta do profissional de relações públicas que a utiliza para cumprir a missão e alcançar os objetivos das organizações. Quando aplicada dessa forma a comunicação torna-se estratégica. E isso acontece após detalhada análise dos ambientes internos, externos e públicos envolvidos para coleta de dados que auxiliem na formação do diagnóstico e daí surge o plano de comunicação estratégica. Tudo isso é feito nos bastidores, e quando as ações do plano são colocadas em prática o resultado é observado nos diferentes setores da sociedade.</p>
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		<title>Twitter: uma nova ferramenta para promoção da sua empresa e marca</title>
		<link>http://www.blogdacontato.com.br/twitter-uma-nova-ferramenta-para-promocao-da-sua-empresa-e-marca/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 12:00:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>BlogdaContato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Ferramenta]]></category>
		<category><![CDATA[Marca]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[A febre do momento é o twitter, no qual o usuário tem um mini blog com 140 caracteres para expor suas ideias. As empresas estão de olho nesta ferramenta que atrai mais de 8 milhões de usuários em todo o mundo. No entanto, para dar resultado as empresas precisam se fazer aparecer e tentar atrair seguidores. Mas como atrair novos seguidores, sem ser intruso e nem ser considerado um spam por usuários da internet?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_116" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-116 " title="twitter-brasil-money" src="http://www.blogdacontato.com.br/wp-content/uploads/2009/10/twitter-brasil-money-300x210.jpg" alt="Imagem: www.twitterbrasil.org" width="300" height="210" /><p class="wp-caption-text">Imagem: www.twitterbrasil.org</p></div>
<p>Nos últimos anos a comunicação foi invadida por novas ferramentas, ainda não totalmente decifradas pelo mercado, mas que já traduzem em resultados e eficiência para muitos. Este nicho foca essencialmente na internet que a cada nova rede de relacionamento traz alternativas de negócios e exploração da imagem. A febre do momento é o twitter, no qual o usuário tem um mini blog com 140 caracteres para expor suas idéias. As empresas estão de olho nesta ferramenta que atrai mais de 8 milhões de usuários em todo o mundo.</p>
<p>O twitter vem sanar a ansiedade dos usuários por notícias rápidas e instantâneas. Nessa linha, as páginas mais procuradas acabam sendo as de notícias e informações. Tanto que empresas como UOL, Folha de São Paulo e Rede Globo editaram uma cartilha do usuário aos seus funcionários, restringindo e monitorando o uso do twitter, visando a preservação e exclusividades de informação. No entanto, outras empresas também perceberam esse filão e já exploram de maneira efetiva. Um exemplo claro disso, é a página do Submarino no micro blog que atrai mais de 35 mil seguidores. No espaço a loja traz ofertas e promoções exclusivas aos usuários, linkando sempre ao site oficial da vendas da empresa.</p>
<p>No entanto, para dar resultado as empresas precisam se fazer aparecer e tentar atrair seguidores. Mas como atrair novos seguidores, sem ser intruso e nem ser considerado um spam por usuários da internet?</p>
<p>Oferecer qualidade em seu conteúdo é, certamente, um dos primeiro passos. Isso significa indicar notícias, ferramentas, ideias e outras coisas de valor à sua audiência de seguidores. É uma grande oportunidade de comunicar algo que seja interessante ao consumidor e que estreite o relacionamento dele com a marca. Outro passo é participar ativamente, com várias atualizações diárias. Porém, não exagere, pois uma atualização excessiva não dará tempo para que seus seguidores possam interagir e realizar comentários. Promover sua conta em fóruns, outros blogs e redes sociais, assinatura de e-mail, cartão de visita também pode ser um meio de consolidação da sua conta. Como em todas as ações de comunicação, a melhor forma de promover o seu twitter é investir nele. Ao promover direta ou indiretamente a “campanha publicitária” do seu twitter estará fazendo a expansão da sua marca através de uma autopromoção automática. Além disso, é uma comunicação praticamente sem custo. A ferramenta está aí, para quem quiser e souber aproveitar. Bem utilizada será mais um aliado para a promoção dos seus produtos.</p>
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