

<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Blog da Contato &#187; Imprensa</title>
	<atom:link href="http://www.blogdacontato.com.br/tag/imprensa/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.blogdacontato.com.br</link>
	<description>O que, quando, onde, como, quem, por que, quanto...</description>
	<lastBuildDate>Wed, 14 Sep 2011 13:45:47 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<xhtml:meta xmlns:xhtml="http://www.w3.org/1999/xhtml" name="robots" content="noindex" />
		<item>
		<title>Medir a eficácia das iniciativas de Relações Públicas ainda é um grande desafio</title>
		<link>http://www.blogdacontato.com.br/medir-a-eficacia-das-iniciativas-de-relacoes-publicas-ainda-e-um-grande-desafio/</link>
		<comments>http://www.blogdacontato.com.br/medir-a-eficacia-das-iniciativas-de-relacoes-publicas-ainda-e-um-grande-desafio/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 24 Mar 2010 13:01:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ContatoCom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Assessoria]]></category>
		<category><![CDATA[Ferramenta]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Métricas]]></category>
		<category><![CDATA[Midia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Públicas]]></category>
		<category><![CDATA[ROI]]></category>
		<category><![CDATA[Target]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blogdacontato.com.br/?p=558</guid>
		<description><![CDATA[
No caso específico de assessoria de imprensa, existe o método de comparação com a mídia publicitária. Mede-se o espaço ocupado pela notícia que fala sobre a empresa em questão ou os segundo de uma notícia dada no rádio ou na televisão. A comparação destes valores com o preço de tabela do espaço publicitário resultaria no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.blogdacontato.com.br/wp-content/uploads/2010/03/ROI_Chart.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-561" title="Return of Investment: what do it?" src="http://www.blogdacontato.com.br/wp-content/uploads/2010/03/ROI_Chart-300x90.jpg" alt="Return of Investment: what we do?" width="300" height="90" /></a></p>
<p>No caso específico de assessoria de imprensa, existe o método de comparação com a mídia publicitária. Mede-se o espaço ocupado pela notícia que fala sobre a empresa em questão ou os segundo de uma notícia dada no rádio ou na televisão. A comparação destes valores com o preço de tabela do espaço publicitário resultaria no retorno de investimento deste trabalho de assessoria de imprensa.</p>
<ul>
<li>Tamanho do artigo impresso = 3col x 30cm = 90cm</li>
<li>Preço Tabela Comercial = R$ 80/cm/col</li>
<li><strong><span style="color: #003366;">ROI da Assessoria de Imprensa = R$ 7.200</span></strong></li>
</ul>
<p>Existe uma grande discussão sobre a validade deste método, principalmente porque a notícia teria mais credibilidade do que um anúncio, portanto teria um valor maior. Em 2006, o professor Jim Macnamara escreveu o artigo Advertising Values to Measure PR: Why They Are Invalid, que nos dá perspectivas sobre essa discussão.</p>
<p>Os principais argumentos contra a comparação de resultados monetários de relações públicas e publicidade são:</p>
<ul>
<li> A notícia pode ser negativa ou neutra, podendo falar também dos concorrentes</li>
<li>A notícia pode estar num veículo irrelevante para o target da empresa</li>
<li>Pode estar mal posicionada na publicação</li>
<li>A empresa pode ser apresentada de marca ambígua, imprecisa</li>
<li>A comparação é feita a partir do preço de tabela de compra de mídia, não a partir do preço real pago pelo anunciante</li>
<li>A comparação leva em conta somente o preço de compra de mídia, não o impacto e os efeitos que são gerados no público, assim como a publicidade é medida</li>
</ul>
<p>Segundo Macnamara, deve-se ir alem da análise “notícia positiva, negativa ou neutra”. Pode-se analisar também:</p>
<ul>
<li> Importância da mídia (audiência atingida)</li>
<li>Onde a notícia está posicionada (na capa, nas primeiras páginas etc.)</li>
<li>Onde a empresa é apresentada (na manchete, no lead etc.)</li>
<li>Tamanho da notícia ou artigo</li>
<li>Share of Voice (comparação com a exposição dos concorrentes)</li>
<li>Presença de Fotos, logo etc.</li>
<li>Mensagem comunicada</li>
<li>Fonte das declarações e citações</li>
<li>Tom (aplicando princípios semióticos)</li>
</ul>
<p>Jim diz que os pesquisadores Michaelson e professor Don Stacks (universidade de Miami) fizeram estudos comparando conteúdo editorial com propaganda nos EUA em 2006. A pesquisa avaliou o impacto (lembrança da mensagem chave, lembrança da marca, crenças sobre o produto anunciado e intenção de compra) de mensagens de notícias e propagandas que promoviam o mesmo produto para a mesma audiência – 351 adultos que liam jornal pelo menos uma vez por semana. O estudo descobriu que propagandas bem feitas e criativas são mais eficazes que conteúdo editorial.</p>
<p>Apesar do caráter científico da pesquisa, qualquer generalização sobre esse assunto é precipitada. Outros estudos mostram que o conteúdo editorial pode ser mais, menos ou igualmente eficaz quanto as propaganda. Entre outros fatores, essa relação depende da categoria de produtos e da praça estudada.</p>
<p>Além disso, deve-se considerar também que nem toda publicação editorial é resultado direto de esforços de relações públicas. Em muitos casos, a notícia é tão relevante que seria publicada independentemente das estratégias de RP. Então, o ideal seria a existência de um estudo sobre o comportamento de publicação dos veículos com relação a cada tema, para que se pudesse identificar quando onde e quando, realmente, RP faz a diferença.</p>
<p><strong>Fonte</strong>: <a href="http://www.incommetrics.com/" target="_blank"><em>InComMetrics</em></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.blogdacontato.com.br/medir-a-eficacia-das-iniciativas-de-relacoes-publicas-ainda-e-um-grande-desafio/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O papel do ombudsman na mídia brasileira</title>
		<link>http://www.blogdacontato.com.br/o-papel-do-ombudsman-na-midia-brasileira/</link>
		<comments>http://www.blogdacontato.com.br/o-papel-do-ombudsman-na-midia-brasileira/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 20:49:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>BlogdaContato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalistas]]></category>
		<category><![CDATA[Midia]]></category>
		<category><![CDATA[ombudsman]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blogdacontato.com.br/?p=502</guid>
		<description><![CDATA[Desde o início da década de 90 quando a Folha de São Paulo contratou um ombudsman para a empresa, o cargo tornou-se mais conhecido entre os brasileiros, essencialmente nos meios de comunicação. Esse profissional sempre foi figura cativa em grandes empresas, mas nunca havia sido usado por um veículo de mídia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-503" title="ombudsman" src="http://www.blogdacontato.com.br/wp-content/uploads/2010/02/ombudsman-300x191.gif" alt="ombudsman" width="300" height="191" /></p>
<p>Desde o início da década de 90 quando a Folha de São Paulo contratou um ombudsman para a empresa, o cargo tornou-se mais conhecido entre os brasileiros, essencialmente nos meios de comunicação. Esse profissional sempre foi figura cativa em grandes empresas, mas nunca havia sido usado por um veículo de mídia.</p>
<p>O ombudsman vem contribuir no dia-a-dia do jornal, permitindo que os principais anseios dos leitores tornem-se presentes na redação, fazendo com que o veículo esteja mais presente na rotina do seu público. A intenção desse profissional é aprimorar de forma isenta e técnica as maneiras de defender os interesses dos leitores. A isenção é uma das qualidades necessárias para o sucesso nesta função.</p>
<p>A diferença do ombudsman em um veículo de comunicação para dos setores públicos e privados é que ele tem um espaço público para expressar suas críticas e elogios. Apesar de alguns poucos veículos adotarem esse profissional, o ombudsman não é tão bem vindo nas redações, talvez pela forma que os erros e acertos são expostos aos seus concorrentes.</p>
<p>A importância do cargo vem principalmente pelas mudanças que ele pode causar no dia-a-dia da redação. O ombudsman oferece a possibilidade de a imprensa discutir suas próprias contradições.</p>
<p>A pouca presença na mídia brasileira vem desde a falta de recursos para a contratação desse profissional até as represálias que eles podem vir a sofrer pelos companheiros de redação. O cargo é comum nos principais veículos de comunicação do mundo.</p>
<p>O ombudsman mais popular na mídia brasileira é do jornal Folha de São Paulo, que tem contrato de um ano, podendo ser renovado por mais dois. &#8220;Depois do segundo ano de críticas, ou o ombudsman já conseguiu convencer a redação de algumas coisas ou dificilmente o fará, não importa quantas vezes mais volte a bater na mesma tecla. Discurso e reação começam a ser previsíveis e se tornam inúteis&#8221;, escreveu Carlos Eduardo Lins da Silva, ombudsman da Folha que está deixando o cargo após dois anos. Segundo ele, nunca recebeu ordens para que evitasse comentários ou abordasse um tema em detrimento a outro, mesmo &#8220;nos episódios mais delicados&#8221;. Quem assume no seu lugar é a ex-secretária de redação Susana Singer.</p>
<p>A figura do ombudsman não impede que o veículo continue cometendo as mesmas falhas, mas não deixa de ser um canal importante com o leitor, quando utilizado de maneira correta e, principalmente, isenta.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.blogdacontato.com.br/o-papel-do-ombudsman-na-midia-brasileira/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>ContatoCom participa do Encontro Anual Abracom</title>
		<link>http://www.blogdacontato.com.br/abracom/</link>
		<comments>http://www.blogdacontato.com.br/abracom/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 12 Dec 2009 13:05:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ContatoCom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coisas de Contato]]></category>
		<category><![CDATA[Abracom]]></category>
		<category><![CDATA[Agências]]></category>
		<category><![CDATA[Anuario]]></category>
		<category><![CDATA[Assessoria]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[ContatoCom]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalistas]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Midia]]></category>
		<category><![CDATA[Publicações]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Públicas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blogdacontato.com.br/?p=370</guid>
		<description><![CDATA[Encontro reuniu principais empresas do setor em São Paulo e marcou o lançamento do Anuário Brasileiro das Agências de Comunicação 2009/2010 

A ContatoCom esteve presente no tradicional evento que encerra as atividades anuais da Associação Brasileira das Agências de Comunicação, ocorrido dia 1º no Centro Brasileiro Britânico, na capital (SP). O encontro serviu para apresentar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Encontro reuniu principais empresas do setor em São Paulo e marcou o lançamento do Anuário Brasileiro das Agências de Comunicação 2009/2010 </em></p>
<div style="padding-bottom: 10px; margin-top: 20px; margin-bottom: 10px;">
<p>A <a href="http://www.contatocom.com" target="_blank">ContatoCom </a>esteve presente no tradicional evento que encerra as atividades anuais da <a href="http://www.abracom.org.br" target="_blank">Associação Brasileira das Agências de Comunicação</a>, ocorrido dia 1º no Centro Brasileiro Britânico, na capital (SP). O encontro serviu para apresentar um rápido balanço das atividades da Abracom em 2009, a divulgação do curso de especialização em comunicação corporativa Abracom/Facamp e o lançamento do Anuário das Agências de Comunicação, da Mega Brasil Comunicação. Esta também foi a oportunidade para o debate sobre comunicação para a sustentabilidade, com a presença de Jackson Scnheider, presidente da ANFAVEA e Daniela Chiaretti, repórter especial do jornal Valor Econômico.</p>
<p>Miro Negrini, diretor da ContatoCom, recebeu um exemplar autografado pela jornalista Maria Helena Miessva, coordenadora editorial do <a href="http://www.jornaldacomunicacao.com.br/Anuario/" target="_blank">Anuário Brasileiro das Agências de Comunicação</a>, como um dos empresários entrevistados. O convite para participar do projeto desenvolvido pela Mega Brasil surgiu no início de agosto, quando Silvio Ribeiro comunicou ao mercado o lançamento da edição 2009/2010.</p>
<p>Além de fonte de informação para o Anuário, a ContatoCom está presente na página de Agências – cidades de Sorocaba e Capital São Paulo – e com anúncio de abertura do Guia Estado de São Paulo.</p>
<p><strong>Sobre o Anuário</strong></p>
<p>O Anuário tem 258 páginas e conta com quatro cadernos essenciais tratando dos perfis das agências, das competências do setor, do quadro de desempenho das agências e um guia geral de agências de todo o País, dividido por estados e cidades.</p>
<p>Segundo Silvio, este era um sonho antigo que amadureceu e está apoiado tanto no conhecimento de mercado como na experiência de já ter feito o Especial Agências nos informativos Jornalistas&amp;Cia e Jornal da Comunicação Corporativa, em 2007 e 2008, que se transformaram em referências.</p>
<p>Para tocar o projeto, a Mega Brasil convidou a jornalista Maria Helena Miessva, com ampla experiência no ambiente corporativo, tendo dirigido a Comunicação Corporativa de empresas como Cargill, Boehringer Ingelheim e Grupo Orsa.</p>
<p>Serão distribuídos 3.000 exemplares que irão circular entre os executivos de Comunicação de médios e grandes grupos empresariais, secretários de Comunicação de Governo, diretores de Comunicação de instituições e entidades de classe – ou seja, quem contrata e compra serviços de Comunicação.</p>
<p>A edição 2009/2010 também estará nas mãos dos jornalistas dos principais veículos de comunicação do País (jornais, revistas, rádio, tevê, agências e internet), sobretudo os vinculados às editorias de economia e à pauta – ou seja, quem usa as agências para se aproximar das fontes de informação.</p></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.blogdacontato.com.br/abracom/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Apagão jornalístico</title>
		<link>http://www.blogdacontato.com.br/297/</link>
		<comments>http://www.blogdacontato.com.br/297/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 17:03:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>BlogdaContato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Midias]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalistas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blogdacontato.com.br/?p=297</guid>
		<description><![CDATA[Em meio a busca por notícias sobre o apagão, na última semana, duas grandes emissoras de TV praticamente se engalfinharam ao vivo em “busca” da notícia. A ética foi deixada de lado e prevaleceu a luta pela audiência e/ou pelo furo jornalístico.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/XodS0CG65sw&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/XodS0CG65sw&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Em meio a busca por notícias sobre o apagão, na última semana, duas grandes emissoras de TV praticamente se engalfinharam ao vivo em “busca” da notícia. A ética foi deixada de lado e prevaleceu a luta pela audiência e/ou pelo furo jornalístico.</p>
<p>Enquanto o secretário-executivo Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmerman, se preparava para entrar ao vivo pela Rede Globo, a jornalista da Record, inflamada veemente pelo apresentador que estava no estúdio, forçava a barra e tentava de qualquer forma tirar uma declaração. A assessoria de imprensa do Ministério ia à loucura, já que certamente teria combinado previamente com as emissoras a ordem das entrevistas.</p>
<p>Tentando apagar o fogo com gasolina, o apresentador da Rede Record esbravejava no estúdio: &#8220;Muitas pessoas estão querendo ter a informação. Tá tudo certo, não se preocupe, a gente está acompanhando tudo por aqui&#8221;. Depois criticou o trabalho dos assessores de imprensa. &#8220;Se não está ao vivo, se estão segurando o secretário propositalmente&#8230; eu venho aqui pedir que a assessoria do secretário colabore. Olha só, o secretário está esperando, nós estamos esperando porque a assessoria resolveu que ele vai esperar&#8221;, disse. Imediatamente, o assessor do Ministério retrucou tentando impedir que a repórter dos bispos se aproximasse:  &#8220;Você invadiu o espaço da Globo, invadiu o link&#8221;.</p>
<p>Tudo isso no ar, sendo veiculado para todo o Brasil. Demonstração clara de desequilíbrio e falta de respeito com o telespectador.  A briga pela audiência em muitas situações ultrapassa o limite do aceitável, prejudicando assim a informação e perdendo totalmente o respeito com quem está em frente ao televisor</p>
<p>A “ética” e “democratização pela informação” solicitadas pelo apresentador da Record estiveram muito distantes neste episódio, inclusive se analisarmos sua própria atitude. Resta a imprensa refletir, deixar aparentemente seus interesses de lado e importar-se mais com a verdadeira informação e o respeito ao telespectador, que vem constantemente sendo feito de bobo na tensa relação entre as duas emissoras.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.blogdacontato.com.br/297/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Para que serve (ou deveria servir) a imprensa?</title>
		<link>http://www.blogdacontato.com.br/para-que-serve-ou-deveria-servir-a-imprensa/</link>
		<comments>http://www.blogdacontato.com.br/para-que-serve-ou-deveria-servir-a-imprensa/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 14:01:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>BlogdaContato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Midias]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalistas]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Midia]]></category>
		<category><![CDATA[Publicações]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blogdacontato.com.br/?p=229</guid>
		<description><![CDATA[Qual o papel da imprensa? Fiscalizar; apenas informar; conscientizar a população de seus direitos e deveres, cumprindo assim um papel social? Grande parte da população confunde informação com posicionamento, torcida ou favorecimento. Talvez a grande culpada por tudo isso seja a própria mídia, que em vezes assume esse papel, deixando de lado seu objetivo principal de informar, tomando opiniões desnecessárias, iludindo e mascarando a verdade do público.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-231" title="Blog 2" src="http://www.blogdacontato.com.br/wp-content/uploads/2009/11/Blog-21-259x300.jpg" alt="Blog 2" width="259" height="300" /></p>
<p>Qual o papel da imprensa? Fiscalizar; apenas informar; conscientizar a população de seus direitos e deveres, cumprindo assim um papel social? O atual bombardeio de informações talvez faça com que esse papel da imprensa seja repensado e por muitas vezes erroneamente julgado e menosprezado com o intuito de depreciar determinada informação.</p>
<p>Sem pensar duas vezes a imprensa é julgada e condenada como inimiga número um de políticos, empresários, esportivas e tantos outros representantes da sociedade. Grande parte da população confunde informação com posicionamento, torcida ou favorecimento. Talvez a grande culpada por tudo isso seja a própria mídia, que em vezes assume esse papel, deixando de lado seu objetivo principal de informar, tomando opiniões desnecessárias, iludindo e mascarando a verdade do público.</p>
<p>Por ter esse papel de formadora de opinião, a imprensa necessariamente deveria tratar a informação com mais responsabilidade, buscando minimizar (digo minimizar, pois seria ilusão e ingenuidade acreditar em uma isenção completa) ao máximo seus interesses como pessoa jurídica. A imprensa deve tentar ao máximo não cometer injustiças. Claro que é impossível não cometê-las nunca, mas o exercício de evitá-la deveria ser  fundamental.</p>
<p>Em entrevista recente ao jornal Folha de São Paulo, o presidente Lula questionou o papel da imprensa e o restringiu em apenas informar, pois o papel de fiscal caberia ao Tribunal de Contas, ao Ministério Público, etc. Essa opinião gerou polêmica e foi classificada por muitos jornalistas como uma tentativa de depreciar os meios de comunicação, minimizando a credibilidade de denúncias, por exemplo. A jornalista do Estadão, Dora Kramer, acredita que o papel de informar está atrelado a investigação. “Você só informa, de uma maneira completa, investigando e, portanto, fiscalizando”, afirma. Certamente, haverá muitos que avaliarão esta discussão como mais uma tentativa da imprensa em depreciar a opinião do presidente, aliado a interesses de partidos adversários. Avaliação que também não pode ser descartada, pois o histórico condena.</p>
<p>Assim, cabe a população ter discernimento para avaliar e saber julgar esse papel. Infelizmente, são poucos os que conseguirão fazer este julgamento. A imensa maioria continuará sendo levada pela onda e repetirá os discursos e a opinião dos meios mais influentes.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.blogdacontato.com.br/para-que-serve-ou-deveria-servir-a-imprensa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Qual a diferença entre assessoria de imprensa e relacionamento com a midia?</title>
		<link>http://www.blogdacontato.com.br/assessoria-de-imprensa-e-relacionamento-com-a-midia/</link>
		<comments>http://www.blogdacontato.com.br/assessoria-de-imprensa-e-relacionamento-com-a-midia/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 21:52:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ContatoCom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Assessoria]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Midia]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blogdacontato.com.br/?p=67</guid>
		<description><![CDATA[Se você está acostumado com a expressão &#8220;fazer follow-up&#8221; provavelmente está habituado a lidar com assessoria de imprensa, básica e simples. Traduzindo literalmente do inglês, o &#8220;fup&#8221; significa acompanhar de perto ou seguir persistentemente. Em alguns casos &#8220;virar grude&#8221;, como se comenta com frequencia nas redações e estúdios.
Quando se aplica outro termo &#8220;fazer pitching&#8221;, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_164" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-164" title="diferente" src="http://www.blogdacontato.com.br/wp-content/uploads/2009/09/diferente-300x213.jpg" alt="Imagem: www.promovesite.com.br" width="300" height="213" /><p class="wp-caption-text">Imagem: www.promovesite.com.br</p></div>
<p>Se você está acostumado com a expressão &#8220;fazer follow-up&#8221; provavelmente está habituado a lidar com assessoria de imprensa, básica e simples. Traduzindo literalmente do inglês, o &#8220;fup&#8221; significa acompanhar de perto ou seguir persistentemente. Em alguns casos &#8220;virar grude&#8221;, como se comenta com frequencia nas redações e estúdios.</p>
<p>Quando se aplica outro termo &#8220;fazer pitching&#8221;, que pode ser traduzido por &#8220;fazer algo para colaborar&#8221;, como usar um argumento forte com o intuito de convencer o profissional da imprensa sobre a importância de uma pauta, neste caso você está lidando com um tipo de relacionamento com a midia.</p>
<p>Embora o exercício da assessoria de imprensa seja uma forma de emprego por parte de jornalistas, a denominação ainda carrega uma imagem depreciada de valor segundo boa parte dos profissionais do jornalismo. E mesmo que essa atividade seja plenamente aceita no mercado, há ainda restrições sobre quem deve exercê-la e a maneira adequada de praticá-la.</p>
<p>É um erro comum de amadores e novatos tentar “empurrar goela abaixo” qualquer assunto, seja porque quer mostrar resultado para seu assessorado ou porque prometeu-lhe indevidamente total visibilidade.</p>
<p>Uma pauta pode ser comparada a um produto e o &#8220;pitching&#8221; ao teor da argumentação que faz com que uma pessoa compre um produto. Certamente é uma das tarefas mais complicadas de relacionamento interpessoal, razão pela qual preferimos comparar o relacionamento com a mídia com a ação diplomática entre duas partes interessadas no mesmo assunto, observado por óticas diferentes.</p>
<p>Manter um relacionamento com a midia (ou a imprensa) é uma atitude mais ampla e menos árida que simplesmente vender uma pauta ou fonte. Requer afinidade, empatia, conteúdo, disponibilidade, percepção, paciência. Talvez por essa razão, a atividade proposta se ajusta melhor ao profissional de relações públicas. Esse, porém, é um público muito especial e exige uma formação e preparo mais consistente com a arte do jornalismo.</p>
<p>Pode parecer uma questão semântica, mas o termo relacionamento com a mídia parece mais apropriado que a simples assessoria de imprensa, embora este modelo de atendimento ainda não pareça esgotar-se ou desvalorizar-se com o tempo.</p>
<p>Qualquer que seja a interpretação, ainda assim tato, jogo-de-cintura, mobilidade, capacidade de ouvir e várias outras habilidades próprias de um relacionamento maduro devem ser incorporadas ao exercício de influenciar e convencer. Principalmente a imprensa&#8230; ou você prefere chamar de mídia?</p>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">Se você está acostumado com a expressão &#8220;fazer follow-up&#8221; provavelmente está habituado a lidar com assessoria de imprensa, básica e simples. Traduzindo literalmente do inglês, o &#8220;fup&#8221; significa acompanhar de perto ou seguir persistentemente. Em alguns casos &#8220;virar grude&#8221;, como se comenta com frequencia nas redações e estúdios.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">Quando se aplica outro termo &#8220;fazer pitching&#8221;, que pode ser traduzido por &#8220;fazer algo para colaborar&#8221;, como usar um argumento forte com o intuito de convencer o profissional da imprensa sobre a importância de uma pauta, neste caso você está lidando com um tipo de relacionamento com a midia.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">Embora o exercício da assessoria de imprensa seja uma forma de emprego por parte de jornalistas, a denominação ainda carrega uma imagem depreciada de valor segundo boa parte dos profissionais do jornalismo. E mesmo que essa atividade seja plenamente aceita no mercado, há ainda restrições sobre quem deve exercê-la e a maneira adequada de praticá-la.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">É um erro comum de amadores e novatos tentar “empurrar goela abaixo” qualquer assunto, seja porque quer mostrar resultado para seu assessorado ou porque prometeu-lhe indevidamente total visibilidade.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">Uma pauta pode ser comparada a um produto e o &#8220;pitching&#8221; ao teor da argumentação que faz com que uma pessoa compre um produto. Certamente é uma das tarefas mais complicadas de relacionamento interpessoal, razão pela qual preferimos comparar o relacionamento com a mídia com a ação diplomática entre duas partes interessadas no mesmo assunto, observado por óticas diferentes.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">Manter um relacionamento com a midia (ou a imprensa) é uma atitude mais ampla e menos árida que simplesmente vender uma pauta ou fonte. Requer afinidade, empatia, conteúdo, disponibilidade, percepção, paciência. Talvez por essa razão, a atividade proposta se ajusta melhor ao profissional de relações públicas. Esse, porém, é um público muito especial e exige uma formação e preparo mais consistente com a arte do jornalismo.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">Pode parecer uma questão semântica, mas o termo relacionamento com a mídia parece mais apropriado que a simples assessoria de imprensa, embora este modelo de atendimento ainda não parece esgotar-se ou desvalorizar-se com o tempo.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">Qualquer que seja a interpretação, ainda assim tato, jogo-de-cintura, mobilidade, capacidade de ouvir e várias outras habilidades próprias de um relacionamento maduro devem ser incorporadas no exercício de influenciar e convencer. Principalmente a imprensa&#8230; ou a mídia?Se você está acostumado com a expressão &#8220;fazer follow-up&#8221; provavelmente está habituado a lidar com assessoria de imprensa, básica e simples. Traduzindo literalmente do inglês, o &#8220;fup&#8221; significa acompanhar de perto ou seguir persistentemente. Em alguns casos &#8220;virar grude&#8221;, como se comenta com frequencia nas redações e estúdios.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">Quando se aplica outro termo &#8220;fazer pitching&#8221;, que pode ser traduzido por &#8220;fazer algo para colaborar&#8221;, como usar um argumento forte com o intuito de convencer o profissional da imprensa sobre a importância de uma pauta, neste caso você está lidando com um tipo de relacionamento com a midia.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">Embora o exercício da assessoria de imprensa seja uma forma de emprego por parte de jornalistas, a denominação ainda carrega uma imagem depreciada de valor segundo boa parte dos profissionais do jornalismo. E mesmo que essa atividade seja plenamente aceita no mercado, há ainda restrições sobre quem deve exercê-la e a maneira adequada de praticá-la.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">É um erro comum de amadores e novatos tentar “empurrar goela abaixo” qualquer assunto, seja porque quer mostrar resultado para seu assessorado ou porque prometeu-lhe indevidamente total visibilidade.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">Uma pauta pode ser comparada a um produto e o &#8220;pitching&#8221; ao teor da argumentação que faz com que uma pessoa compre um produto. Certamente é uma das tarefas mais complicadas de relacionamento interpessoal, razão pela qual preferimos comparar o relacionamento com a mídia com a ação diplomática entre duas partes interessadas no mesmo assunto, observado por óticas diferentes.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">Manter um relacionamento com a midia (ou a imprensa) é uma atitude mais ampla e menos árida que simplesmente vender uma pauta ou fonte. Requer afinidade, empatia, conteúdo, disponibilidade, percepção, paciência. Talvez por essa razão, a atividade proposta se ajusta melhor ao profissional de relações públicas. Esse, porém, é um público muito especial e exige uma formação e preparo mais consistente com a arte do jornalismo.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">Pode parecer uma questão semântica, mas o termo relacionamento com a mídia parece mais apropriado que a simples assessoria de imprensa, embora este modelo de atendimento ainda não parece esgotar-se ou desvalorizar-se com o tempo.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">Qualquer que seja a interpretação, ainda assim tato, jogo-de-cintura, mobilidade, capacidade de ouvir e várias outras habilidades próprias de um relacionamento maduro devem ser incorporadas no exercício de influenciar e convencer. Principalmente a impr</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.blogdacontato.com.br/assessoria-de-imprensa-e-relacionamento-com-a-midia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

