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	<title>Blog da Contato &#187; Midia</title>
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		<title>Cada vez mais o Marketing Esportivo mostra que é fabuloso, competitivo e um dos setores mais fortes da economia</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 17:38:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ContatoCom</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Marketing Esportivo no seu atual estágio no Brasil possibilita a oportunidade de trabalho a empresas de diversos portes. Tanto em patrocínios, bem como, no seu planejamento e execução.
Para exemplificar, temos hoje no mercado agências com faturamentos de milhões de dólares, agências especializadas em determinado esporte (corrida de rua faturamento R$6 milhões), em palestras utilizando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Marketing Esportivo no seu atual estágio no Brasil possibilita a oportunidade de trabalho a empresas de diversos portes. Tanto em patrocínios, bem como, no seu planejamento e execução.</p>
<p>Para exemplificar, temos hoje no mercado agências com faturamentos de milhões de dólares, agências especializadas em determinado esporte (corrida de rua faturamento R$6 milhões), em palestras utilizando estrelas do esporte como o técnico de vôlei Bernadinho e o velejador Amyr Klink (média de 60 palestras por ano entre R$ 15 mil e R$ 70 mil por apresentação) e diversos outros segmentos dentro do Marketing Esportivo.</p>
<p>Com a perspectiva da Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016 no Brasil, as oportunidades tendem a crescer. Um sinal é a chegada ao país do Havas Sports &amp; Entertainment, sétimo maior grupo de publicidade do mundo, presente em 20 países e especializado no desenvolvimento de estratégias de comunicação de marcas em eventos esportivos.</p>
<p>Porém, mesmo com a chegada de multinacionais, quem domina esse mercado são as agências de médio e pequeno porte. Pois se trata de um mercado jovem, com grandes possibilidades de expansão, mas que exige um bom conhecimento.</p>
<p>O importante no Marketing Esportivo é trabalhar com seriedade e proporcionar métodos e ferramentas para avaliar a ação realizada, poder apurar o ROI (return on Investiment). Em períodos que precedem grandes eventos, como Copa do Mundo e Olimpíadas, o mercado recebe muitos oportunistas em busca de lucro rápido.</p>
<p>O Brasil é um país que tem o DNA do esporte, a mistura de raças, possibilita a adaptação do brasileiro a diversas modalidades.</p>
<p>Assim mesmo podemos relacionar modalidades com grande proximidade ao público e com ótima visibilidade:</p>
<p><strong>FUTEBOL</strong></p>
<p>São mais de 38 milhões de praticantes. Gera R$ 250 bilhões em negócios e responde por 63% de tudo o que é investido em patrocínio no Brasil</p>
<p><strong>VÔLEI</strong></p>
<p>É um dos esportes mais praticados no país. Atrai 15% das verbas de patrocínio. Tem boa visibilidade na quadra e na areia</p>
<p><strong>NATAÇÃO</strong></p>
<p>Tem forte ligação com o público, atletas de nível internacional e agrega atributos interessantes para as marcas, como saúde, vigor, performance e tecnologia</p>
<p><strong>TÊNIS</strong></p>
<p>Figura entre os cinco esportes mais vistos na TV fechada e fala com um nicho de mercado com bom poder aquisitivo</p>
<p><strong>BASQUETE</strong></p>
<p>Tende a ganhar maior visibilidade no país, que possui atletas de nível internacional. Voltou a ocupar espaço na mídia</p>
<p><strong>FUTSAL</strong></p>
<p>O calendário de campeonatos é bem organizado e são mais de 10 milhões de praticantes</p>
<p>Porém, o futebol supera todas as demais modalidades e chega a ser cultuado como uma religião, tanto no Brasil como no resto do mundo.</p>
<p>Vejam alguns números divulgados pelo Futebol Finance relativos a direitos de transmissão de TV para 2010:</p>
<p>Na semana em que a venda de direitos televisivos internacionais Premier Ligue bateram um novo recorde alcançando os 1.556 milhões de Euros, conferimos o estado e os valores da venda coletiva de direitos de transmissão televisiva nas principais ligas europeias.</p>
<p><strong>1. Liga Inglesa</strong> – contrato de 2009/10 a 2012/13 (3 temporadas) valor total de 3.538 milhões de Euros, dos quais 1.556 milhões de Euros respeitantes à venda de direitos internacionais, por ano os clubes Ingleses tem ao seu dispor 1.179 milhões de Euros para repartir entre os 20 clubes da Premier League.</p>
<p><strong>2. Liga Italiana</strong> – contrato com a duração de 2 temporadas, de 2010/11 a 2011/12. Valor total de 1.822 milhões de Euros, cerca de 911 milhões de Euros anuais.</p>
<p><strong>3. Liga Francesa</strong> – contrato com a duração de 4 temporadas, de 2008/09 a 2011/12. Valor total de 2.672 milhões de Euros, cerca de 668 milhões de Euros anuais.</p>
<p><strong>4. Liga Alemã</strong> – contrato com a duração de 4 temporadas, de 2009/10 a 2012/13. Valor total de 1.648 milhões de Euros, cerca de 412 milhões de Euros anuais.</p>
<p><strong>5. Liga Espanhola</strong> – O Barcelona e o Real Madrid não se mostram muito interessados na venda colectiva dos direitos televisivos, uma vez que juntos obtêm cerca de 240 milhões de Euros anuais em direitos TV, para um valor total que ronda os 500 milhões de Euros entre os 20 clubes da liga.</p>
<p><strong>6. Liga Turca</strong> – contrato com a duração de 4 temporadas, de 2010/2011 a 2013/2014. Valor total 1.041 milhões de Euros, cerca de 260,3 milhões de Euros anuais.</p>
<p><strong>7. Liga Holandesa</strong> – contrato com a duração de 3 temporadas, de 2008/9 a 2010/11. Valor total de 300 milhões de Euros, cerca de 100 milhões de Euros anuais.</p>
<p><strong>8. Liga Grega</strong> – contrato com a duração de 3 temporadas, de 2009/10 a 2011/12. Valor total de 162 milhões de Euros, cerca de 54 milhões de Euros anuais. (montante pode aumentar caso Olympiakos e Xhanti entrem também na venda colectiva).</p>
<p><strong>9. Liga Portuguesa</strong> – Tal como em Espanha, Portugal também não vende os seus direitos tv colectivamente, sendo que Benfica, Sporting e Porto arrecadam em conjunto cerca de 24 milhões de Euros anuais, sensivelmente metade do valor total estimado pago aos 16 clubes da liga.</p>
<p><strong>10. Liga Polaca</strong> – contrato com a duração de 3 temporadas, de 2008/09 a 2010/11. Valor total de 101,5 milhões de Euros, cerca de 33,8 milhões de Euros anuais.</p>
<p><strong>Escrito por</strong> <em>Celso Diniz, diretor associado de Marketing Esportivo da <a href="http://www.contatocom.com">ContatoCom</a></em><em>.</em></p>
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		<title>Medir a eficácia das iniciativas de Relações Públicas ainda é um grande desafio</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Mar 2010 13:01:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ContatoCom</dc:creator>
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No caso específico de assessoria de imprensa, existe o método de comparação com a mídia publicitária. Mede-se o espaço ocupado pela notícia que fala sobre a empresa em questão ou os segundo de uma notícia dada no rádio ou na televisão. A comparação destes valores com o preço de tabela do espaço publicitário resultaria no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.blogdacontato.com.br/wp-content/uploads/2010/03/ROI_Chart.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-561" title="Return of Investment: what do it?" src="http://www.blogdacontato.com.br/wp-content/uploads/2010/03/ROI_Chart-300x90.jpg" alt="Return of Investment: what we do?" width="300" height="90" /></a></p>
<p>No caso específico de assessoria de imprensa, existe o método de comparação com a mídia publicitária. Mede-se o espaço ocupado pela notícia que fala sobre a empresa em questão ou os segundo de uma notícia dada no rádio ou na televisão. A comparação destes valores com o preço de tabela do espaço publicitário resultaria no retorno de investimento deste trabalho de assessoria de imprensa.</p>
<ul>
<li>Tamanho do artigo impresso = 3col x 30cm = 90cm</li>
<li>Preço Tabela Comercial = R$ 80/cm/col</li>
<li><strong><span style="color: #003366;">ROI da Assessoria de Imprensa = R$ 7.200</span></strong></li>
</ul>
<p>Existe uma grande discussão sobre a validade deste método, principalmente porque a notícia teria mais credibilidade do que um anúncio, portanto teria um valor maior. Em 2006, o professor Jim Macnamara escreveu o artigo Advertising Values to Measure PR: Why They Are Invalid, que nos dá perspectivas sobre essa discussão.</p>
<p>Os principais argumentos contra a comparação de resultados monetários de relações públicas e publicidade são:</p>
<ul>
<li> A notícia pode ser negativa ou neutra, podendo falar também dos concorrentes</li>
<li>A notícia pode estar num veículo irrelevante para o target da empresa</li>
<li>Pode estar mal posicionada na publicação</li>
<li>A empresa pode ser apresentada de marca ambígua, imprecisa</li>
<li>A comparação é feita a partir do preço de tabela de compra de mídia, não a partir do preço real pago pelo anunciante</li>
<li>A comparação leva em conta somente o preço de compra de mídia, não o impacto e os efeitos que são gerados no público, assim como a publicidade é medida</li>
</ul>
<p>Segundo Macnamara, deve-se ir alem da análise “notícia positiva, negativa ou neutra”. Pode-se analisar também:</p>
<ul>
<li> Importância da mídia (audiência atingida)</li>
<li>Onde a notícia está posicionada (na capa, nas primeiras páginas etc.)</li>
<li>Onde a empresa é apresentada (na manchete, no lead etc.)</li>
<li>Tamanho da notícia ou artigo</li>
<li>Share of Voice (comparação com a exposição dos concorrentes)</li>
<li>Presença de Fotos, logo etc.</li>
<li>Mensagem comunicada</li>
<li>Fonte das declarações e citações</li>
<li>Tom (aplicando princípios semióticos)</li>
</ul>
<p>Jim diz que os pesquisadores Michaelson e professor Don Stacks (universidade de Miami) fizeram estudos comparando conteúdo editorial com propaganda nos EUA em 2006. A pesquisa avaliou o impacto (lembrança da mensagem chave, lembrança da marca, crenças sobre o produto anunciado e intenção de compra) de mensagens de notícias e propagandas que promoviam o mesmo produto para a mesma audiência – 351 adultos que liam jornal pelo menos uma vez por semana. O estudo descobriu que propagandas bem feitas e criativas são mais eficazes que conteúdo editorial.</p>
<p>Apesar do caráter científico da pesquisa, qualquer generalização sobre esse assunto é precipitada. Outros estudos mostram que o conteúdo editorial pode ser mais, menos ou igualmente eficaz quanto as propaganda. Entre outros fatores, essa relação depende da categoria de produtos e da praça estudada.</p>
<p>Além disso, deve-se considerar também que nem toda publicação editorial é resultado direto de esforços de relações públicas. Em muitos casos, a notícia é tão relevante que seria publicada independentemente das estratégias de RP. Então, o ideal seria a existência de um estudo sobre o comportamento de publicação dos veículos com relação a cada tema, para que se pudesse identificar quando onde e quando, realmente, RP faz a diferença.</p>
<p><strong>Fonte</strong>: <a href="http://www.incommetrics.com/" target="_blank"><em>InComMetrics</em></a></p>
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		<title>Marketing e Patrocínio Esportivo: você já fez?</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 17:50:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ContatoCom</dc:creator>
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Já imaginou algum evento esportivo de grande porte acontecendo sem patrocínio? É isso mesmo, o patrocínio esportivo é o principal elemento do Marketing Esportivo, sendo uma ação promocional que tem como objetivo o sucesso nas estratégias de marketing. No segmento esportivo, o patrocínio geralmente é uma ação de marketing institucional, sendo que sua dimensão é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.blogdacontato.com.br/wp-content/uploads/2010/03/UsainBolt.bmp"></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.blogdacontato.com.br/wp-content/uploads/2010/03/UsainBolt.bmp"><img class="aligncenter size-full wp-image-537" title="UsainBolt" src="http://www.blogdacontato.com.br/wp-content/uploads/2010/03/UsainBolt.bmp" alt="Você conhece &quot;esse&quot; marca?" /></a></p>
<p>Já imaginou algum evento esportivo de grande porte acontecendo sem patrocínio? É isso mesmo, o patrocínio esportivo é o principal elemento do Marketing Esportivo, sendo uma ação promocional que tem como objetivo o sucesso nas estratégias de marketing. No segmento esportivo, o patrocínio geralmente é uma ação de marketing institucional, sendo que sua dimensão é muito maior que a própria promoção da marca.</p>
<p>Segundo Fabián Echegaray (diretor da Market Analysis), o marketing de patrocínio em esportes impulsiona o prestígio da imagem corporativa, responsável por definir novos valores à empresa, como o rejuvenescimento da marca, fator esperado por quem acredita e investe neste tipo de ação.</p>
<p>No patrocínio esportivo, a empresa busca potencializar a sua marca. As maiores motivações para tal investimento são oriundos do apelo junto à mídia, o vasto mercado constituído pelos torcedores, praticantes e admiradores das diversas modalidades esportivas e a sua segmentação. Profissionais da área, afirmam que o patrocínio esportivo é uma ação inteligente, pois agrega valor a marca do patrocinador e reforça sua presença no mercado, tornando-a uma marca forte e mais conhecida.</p>
<p>A dimensão da interação da marca com os consumidores ocorre fundamentalmente através de ações de patrocínio, quando os consumidores visualizam a marca do patrocinador em situações de entretenimento e lazer. A empresa que patrocina alguma equipe, atleta ou evento esportivo une sua marca ás emoções e os sentimentos dos clientes, consumidores e potenciais consumidores, fazendo do patrocínio esportivo uma ferramenta altamente rentável, principalmente quando se fala de marketing institucional.</p>
<p>Para selecionar um patrocínio é necessário identificar uma série de relações entre o atleta, equipe ou evento esportivo e a empresa patrocinadora.</p>
<p>Atualmente existem pesquisas que mapeiam as relações de consumo dentro do universo esportivo, o que de fato é uma ferramenta importantíssima nas negociações de patrocínios. De acordo com Rafael Plastina (Diretor de Marketing da Informídia), existem três pontos de partida na indústria moderna do patrocínio: primeiro, as empresas precisam saber exatamente o que querem ao associar suas marcas ao esporte; segundo, o esporte precisa saber exatamente o que pode oferecer às marcas; terceiro, os interessados têm que buscar especialistas em informações e inteligência para extrair e oferecer o máximo dentro da relação Marca X Esporte.</p>
<p>Como a atividade esportiva se desenvolve num clima de muita emoção, espontaneidade e alegria, o patrocinador deve tirar proveito desses fatores, para se posicionar melhor diante do seu público alvo e ser mais bem favorecido em relação aos seus concorrentes.</p>
<p>O patrocínio esportivo pode render bons frutos aos seus patrocinadores. Por exemplo: Em 2004 dos 91 jogos do São Paulo, 77 foram transmitidos pela TV, garantindo ao Clube, o primeiro lugar no Ranking de exposição na Rede Globo e a 2ª colocação na Rede Record (que não possui os direitos de transmissão da Taça Libertadores da América). E mais, se a LG precisasse pagar os valores de tabela por exposição de mídia, iria desembolsar R$ 108 milhões no mesmo ano, sendo o valor pago pelo patrocínio custou a LG R$ 7 milhões.</p>
<p>Para um patrocinador o desempenho do atleta, ou do time, reflete na imagem institucional da empresa. Uma gestão responsável de patrocínio em determinada modalidade criam jogadores qualificados, o que geram vitórias, conseqüentemente, mais público e resultado na mídia. E consequentemente, mais lucro para quem investiu. Além da exposição na mídia, o apoio a uma atividade que promove resgate da auto-estima, cidadania e inserção social da população, agrega respeito e melhora a imagem institucional da empresa.</p>
<p>É importante ressaltar que em muitos casos é preciso mostrar ao público que você está patrocinando algum evento, ou atleta. Pata isso é preciso fazer a “Ativação do Patrocínio”. Essa ativação pode ser com uma ação de relacionamento com clientes, ou até mesmo em pequeno evento com um público específico dentro de um grande evento.</p>
<p>Recentemente a Adidas lançou o “Desafio Adidas Lances Impossíveis – Marque um gol incrível no Palestra Itália”. Nessa ação a Adidas utilizava a campo do estádio durante o intervalo dos jogos para que os torcedores participassem da promoção. A Shell, patrocinadora da Ferrari na Fórmula 1, lançou a coleção das miniaturas da Ferrari, esses são exemplos de ativação de patrocínios bem sucedidos.</p>
<p><strong>Escrito por</strong> <em>Eduardo Oliveira, Diretor de Pesquisa do IBME – Instituto Brasileiro de Marketing Esportivo</em></p>
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		<title>Pesquisa de Mercado: ferramenta de decisão comercial</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 17:29:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ContatoCom</dc:creator>
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O mercado, no Brasil, sofreu grandes transformações nos últimos anos. São transformações que impactam diretamente nos hábitos de consumo, tornando o cliente, de forma geral, mais exigente, econômico e resistente.
O sucesso de qualquer produto e/ou serviço está diretamente ligado ao conhecimento adequado do mercado, altamente competitivo, onde atuamos. Cada vez mais, a economia de mercado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"> </p>
<div id="attachment_508" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.blogdacontato.com.br/wp-content/uploads/2010/02/pesquisademercado2.jpg"><img class="size-medium wp-image-508" title="pesquisademercado2" src="http://www.blogdacontato.com.br/wp-content/uploads/2010/02/pesquisademercado2-300x236.jpg" alt="O que você procura?" width="300" height="236" /></a><p class="wp-caption-text">O que você procura?</p></div>
<p>O mercado, no Brasil, sofreu grandes transformações nos últimos anos. São transformações que impactam diretamente nos hábitos de consumo, tornando o cliente, de forma geral, mais exigente, econômico e resistente.</p>
<p>O sucesso de qualquer produto e/ou serviço está diretamente ligado ao conhecimento adequado do mercado, altamente competitivo, onde atuamos. Cada vez mais, a economia de mercado está baseada na informação amparada por pesquisas e análises mercadológicas. A pesquisa de mercado é antes de tudo uma ferramenta para tomada de decisões.</p>
<p>Você já parou para pensar quantas decisões importantes você tomou nos últimos meses?</p>
<p>Ao lançar novos produtos, aprovar campanhas publicitárias, desenvolver novos distribuidores, definir a contratação de mais pessoas na área comercial, temos exemplos de processos decisórios e de julgamentos que envolvem riscos. A pesquisa de mercado é a ferramenta ideal para reduzir a margem de incertezas que sempre acompanham a tomada de decisões. Há vários tipos de pesquisas que poderíamos citar aqui, no entanto, iremos nos ater as mais utilizadas.</p>
<p>Como anda o atendimento realizado pelo setor de vendas e pós-vendas de sua empresa, analisando as variáveis que influenciam a venda de produtos e/ou serviços? A <strong>Auditoria de Marketing e Vendas</strong>, vai ao encontro desta necessidade, avaliando os padrões de atendimento, e verificando se estes são efetivamente realizados ou não. Assim, são identificados pontos de melhoria para aumentar a satisfação dos clientes nas unidades de negócio que compõem a empresa.</p>
<p>Qual o potencial de consumo de um determinado produto e/ou serviço, a ser lançado ou do atual portfólio de produtos de uma empresa, perante o mercado que o cerca? O <strong>Índice de Potencial de Consumo</strong> norteia dirigentes de empresas na busca de eficiência da área comercial, orientando-os sobre qual o potencial por regiões, faixa de poder aquisitivo, dentre tantos outros tipos de segmentações que podem ser realizados na tomada de decisões.</p>
<p>Como e quem são os consumidores, qual estilo de vida que possuem, que tipo de mídia os atinge, em que faixa etária se concentram e como se dá o impulso para a compra? Todas essas indagações podem ser respondidas por meio de uma <strong>Pesquisa do Perfil do Consumidor</strong>.</p>
<p>E quando falamos sobre mídia e público alvo, dependendo do veículo de comunicação, os horários e dias de inserções das peças promocionais são muito importantes. Desta forma é importante saber, qual o tipo de veículo de comunicação que este público lê, ouve ou assiste, seja ele jornal, revista, outdoor, rádio, tv, entre outros. A <strong>Pesquisa de Mídia</strong> responde estas perguntas e permite uma maior e melhor racionalização de custos de uma campanha publicitária.</p>
<p>Cada vez mais, os consumidores, sacam produtos de gôndolas de supermercados, sem interferência humana direta presencial de terceiros nas suas decisões, ou seja, os produtos passaram a disputar espaços nas gôndolas de auto-serviços há muito tempo. Como é a embalagem do seu produto, tem a cor e o formato adequado, é prático, é econômico, se diferencia dos concorrentes? A <strong>Pesquisa de Embalagem</strong>, levando em consideração as perguntas aqui descritas, otimiza o consumo deste tipo de produtos.</p>
<p>Associar informações da pesquisa aos dados estatísticos do mercado estudado, considerando questões pontuais econômicas, como por exemplo, fornecimento de matéria prima, mão de obra, sazonalidades, entre tantos outros fatores, fazem com que <strong>Estudos Econômicos de Mercado</strong>, colaborem no resultado efetivo das pesquisas aqui descritas.</p>
<p>Quais as diferenças entre o seu produto e o concorrente? Se o seu produto é melhor, por que o concorrente vende mais? Qual a influência da marca na compra de um produto? No <em><strong>Blind Test</strong></em> (Teste Cego), o consumidor avalia o produto sem saber a marca do fabricante. Ali, frente a frente com o produto, o mercado vai dizer o que sente, o que vê de positivo ou negativo, o que percebe como diferente, em seguida a marca poderá ser revelada, ou não, e analisada a sua influência no impulso de compra.</p>
<p>O preço é um dos componentes vitais no marketing-mix de qualquer produto ou serviço. Os preços praticados por seus produtos e/ou serviços estão alinhados com o mercado? Como estão os preços dos produtos ou serviços de seus concorrentes? Como fixar preço para uma promoção do seu produto? Só uma <strong>Pesquisa de Preços</strong> é capaz de fazer uma investigação metódica, estruturada e regular, permitindo, assim, acompanhar a evolução dos preços de seus produtos e os dos concorrentes.</p>
<p>Conclusão: faça pesquisa. Além de ferramenta essencial para tomada de decisões, ela certamente irá minimizar os riscos de um projeto.</p>
<p><em>Colaborou: Ricardo Dorés, sócio-diretor da <a href="http://www.salesresults.com.br " target="_blank">SalesResults</a> | Soluções para Mercados Competitivos</em><a href="mailto:ricardo@salesresults.com.br"></a></p>
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		<title>O papel do ombudsman na mídia brasileira</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 20:49:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>BlogdaContato</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Desde o início da década de 90 quando a Folha de São Paulo contratou um ombudsman para a empresa, o cargo tornou-se mais conhecido entre os brasileiros, essencialmente nos meios de comunicação. Esse profissional sempre foi figura cativa em grandes empresas, mas nunca havia sido usado por um veículo de mídia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-503" title="ombudsman" src="http://www.blogdacontato.com.br/wp-content/uploads/2010/02/ombudsman-300x191.gif" alt="ombudsman" width="300" height="191" /></p>
<p>Desde o início da década de 90 quando a Folha de São Paulo contratou um ombudsman para a empresa, o cargo tornou-se mais conhecido entre os brasileiros, essencialmente nos meios de comunicação. Esse profissional sempre foi figura cativa em grandes empresas, mas nunca havia sido usado por um veículo de mídia.</p>
<p>O ombudsman vem contribuir no dia-a-dia do jornal, permitindo que os principais anseios dos leitores tornem-se presentes na redação, fazendo com que o veículo esteja mais presente na rotina do seu público. A intenção desse profissional é aprimorar de forma isenta e técnica as maneiras de defender os interesses dos leitores. A isenção é uma das qualidades necessárias para o sucesso nesta função.</p>
<p>A diferença do ombudsman em um veículo de comunicação para dos setores públicos e privados é que ele tem um espaço público para expressar suas críticas e elogios. Apesar de alguns poucos veículos adotarem esse profissional, o ombudsman não é tão bem vindo nas redações, talvez pela forma que os erros e acertos são expostos aos seus concorrentes.</p>
<p>A importância do cargo vem principalmente pelas mudanças que ele pode causar no dia-a-dia da redação. O ombudsman oferece a possibilidade de a imprensa discutir suas próprias contradições.</p>
<p>A pouca presença na mídia brasileira vem desde a falta de recursos para a contratação desse profissional até as represálias que eles podem vir a sofrer pelos companheiros de redação. O cargo é comum nos principais veículos de comunicação do mundo.</p>
<p>O ombudsman mais popular na mídia brasileira é do jornal Folha de São Paulo, que tem contrato de um ano, podendo ser renovado por mais dois. &#8220;Depois do segundo ano de críticas, ou o ombudsman já conseguiu convencer a redação de algumas coisas ou dificilmente o fará, não importa quantas vezes mais volte a bater na mesma tecla. Discurso e reação começam a ser previsíveis e se tornam inúteis&#8221;, escreveu Carlos Eduardo Lins da Silva, ombudsman da Folha que está deixando o cargo após dois anos. Segundo ele, nunca recebeu ordens para que evitasse comentários ou abordasse um tema em detrimento a outro, mesmo &#8220;nos episódios mais delicados&#8221;. Quem assume no seu lugar é a ex-secretária de redação Susana Singer.</p>
<p>A figura do ombudsman não impede que o veículo continue cometendo as mesmas falhas, mas não deixa de ser um canal importante com o leitor, quando utilizado de maneira correta e, principalmente, isenta.</p>
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		<title>Um projeto que não deve sair do papel</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 20:21:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>BlogdaContato</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No final do ano foi encaminhado ao Congresso Nacional um Projeto de Lei (PL) que proíbe a propriedade cruzada de meios de comunicação, dificultando a formação de grandes conglomerados de comunicação nos interiores do Brasil. A PL do deputado Ivan Valente (PSOL-SP) estabelece limites para coibir o monopólio e oligopólio no setor midiático.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-466" title="Ivan Valente" src="http://www.blogdacontato.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Ivan-Valente.jpg" alt="Ivan Valente" width="187" height="181" /></p>
<p>No final do ano foi encaminhado ao Congresso Nacional um Projeto de Lei (PL) que proíbe a propriedade cruzada de meios de comunicação, dificultando a formação de grandes conglomerados de comunicação nos interiores do Brasil. A PL do deputado Ivan Valente (PSOL-SP) estabelece limites para coibir o monopólio e oligopólio no setor midiático.</p>
<p>Tal medida vai de encontro a grandes redes nos interiores do Brasil. Durante a Ditadura aconteceu a festa das concessões de rádio e televisão por todo o país, concentrando mais de uma concessão para uma única empresa. É comum encontrar cidades em que a principal rádio, o jornal impresso e a maior retransmissora de TV são do mesmo proprietário, monopolizando as mídias. Em muitos casos, esse conglomerado de comunicação pertence ao político mais influente da região, que utiliza sem pudores ao seu favor.</p>
<p>A PL, se aprovada, trará mais liberdade e credibilidade aos meios de comunicação. De acordo com projeto, as empresas de radiodifusão só podem ter concessão, permissão ou autorização se não mantiverem em seus quadros de cotistas, societários ou acionistas, integrantes de empresas que editam veículos impressos, que atuem em televisão por assinatura ou empresas de telecomunicações. O projeto também determina que as redes organizem um conjunto de afiliadas que não ultrapasse 10% do mercado. As redes também devem respeitar a veiculação de no mínimo 50% de conteúdos próprios por seus afiliados.</p>
<p>Vale a discussão da importância do projeto. No entanto, a aprovação depende de uma grande mobilização, o que não deve acontecer, já que os meios de comunicação não mexerão um dedo para tal.</p>
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		<title>ContatoCom participa do Encontro Anual Abracom</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Dec 2009 13:05:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ContatoCom</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Encontro reuniu principais empresas do setor em São Paulo e marcou o lançamento do Anuário Brasileiro das Agências de Comunicação 2009/2010 

A ContatoCom esteve presente no tradicional evento que encerra as atividades anuais da Associação Brasileira das Agências de Comunicação, ocorrido dia 1º no Centro Brasileiro Britânico, na capital (SP). O encontro serviu para apresentar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Encontro reuniu principais empresas do setor em São Paulo e marcou o lançamento do Anuário Brasileiro das Agências de Comunicação 2009/2010 </em></p>
<div style="padding-bottom: 10px; margin-top: 20px; margin-bottom: 10px;">
<p>A <a href="http://www.contatocom.com" target="_blank">ContatoCom </a>esteve presente no tradicional evento que encerra as atividades anuais da <a href="http://www.abracom.org.br" target="_blank">Associação Brasileira das Agências de Comunicação</a>, ocorrido dia 1º no Centro Brasileiro Britânico, na capital (SP). O encontro serviu para apresentar um rápido balanço das atividades da Abracom em 2009, a divulgação do curso de especialização em comunicação corporativa Abracom/Facamp e o lançamento do Anuário das Agências de Comunicação, da Mega Brasil Comunicação. Esta também foi a oportunidade para o debate sobre comunicação para a sustentabilidade, com a presença de Jackson Scnheider, presidente da ANFAVEA e Daniela Chiaretti, repórter especial do jornal Valor Econômico.</p>
<p>Miro Negrini, diretor da ContatoCom, recebeu um exemplar autografado pela jornalista Maria Helena Miessva, coordenadora editorial do <a href="http://www.jornaldacomunicacao.com.br/Anuario/" target="_blank">Anuário Brasileiro das Agências de Comunicação</a>, como um dos empresários entrevistados. O convite para participar do projeto desenvolvido pela Mega Brasil surgiu no início de agosto, quando Silvio Ribeiro comunicou ao mercado o lançamento da edição 2009/2010.</p>
<p>Além de fonte de informação para o Anuário, a ContatoCom está presente na página de Agências – cidades de Sorocaba e Capital São Paulo – e com anúncio de abertura do Guia Estado de São Paulo.</p>
<p><strong>Sobre o Anuário</strong></p>
<p>O Anuário tem 258 páginas e conta com quatro cadernos essenciais tratando dos perfis das agências, das competências do setor, do quadro de desempenho das agências e um guia geral de agências de todo o País, dividido por estados e cidades.</p>
<p>Segundo Silvio, este era um sonho antigo que amadureceu e está apoiado tanto no conhecimento de mercado como na experiência de já ter feito o Especial Agências nos informativos Jornalistas&amp;Cia e Jornal da Comunicação Corporativa, em 2007 e 2008, que se transformaram em referências.</p>
<p>Para tocar o projeto, a Mega Brasil convidou a jornalista Maria Helena Miessva, com ampla experiência no ambiente corporativo, tendo dirigido a Comunicação Corporativa de empresas como Cargill, Boehringer Ingelheim e Grupo Orsa.</p>
<p>Serão distribuídos 3.000 exemplares que irão circular entre os executivos de Comunicação de médios e grandes grupos empresariais, secretários de Comunicação de Governo, diretores de Comunicação de instituições e entidades de classe – ou seja, quem contrata e compra serviços de Comunicação.</p>
<p>A edição 2009/2010 também estará nas mãos dos jornalistas dos principais veículos de comunicação do País (jornais, revistas, rádio, tevê, agências e internet), sobretudo os vinculados às editorias de economia e à pauta – ou seja, quem usa as agências para se aproximar das fontes de informação.</p></div>
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		<title>Programa Agrótikos do Canal Rural ganha reforço</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 15:49:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ContatoCom</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ 
Miro Negrini, jornalista e diretor da ContatoCom, é o novo sócio da Grego Produções, do empresário Constantino Ajimasto Junior, apresentador do programa Agrótikos – Grego no Rural, exibido pelo Canal Rural, empresa do grupo gaúcho de mídia RBS. O profissional conta com mais de 20 anos de experiência no mercado de comunicação, dos quais metade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-423" title="Miro Baixa" src="http://www.blogdacontato.com.br/wp-content/uploads/2009/11/Miro-Baixa-199x300.gif" alt="Miro Baixa" width="199" height="300" /> </p>
<p>Miro Negrini, jornalista e diretor da <a title="Empresa de Comunicação Estratégica, Assessoria de Imprensa e Relações Públicas" href="http://www.contatocom.com" target="_blank">ContatoCom</a>, é o novo sócio da Grego Produções, do empresário Constantino Ajimasto Junior, apresentador do programa Agrótikos – Grego no Rural, exibido pelo Canal Rural, empresa do grupo gaúcho de mídia RBS. O profissional conta com mais de 20 anos de experiência no mercado de comunicação, dos quais metade dedicada ao agronegócio.</p>
<p>Ele será responsável pelas áreas Comercial e de Marketing da Grego Produções. Além de maior participação no business do Canal Rural, estão dentro dos planos a criação de parcerias comerciais e a diversificação de negócios da empresa, com a ampliação do portfólio de produtos e serviços.</p>
<p style="text-align: left;">“Estamos renovando nosso contrato com o Canal Rural, dando um novo impulso ao programa Agrótikos”, afirma Constantino Junior, o Grego. “Com a sinergia que temos, o planejamento e a execução de novos projetos para 2010 podem sair do papel”.</p>
<p style="text-align: left;">Existe um nicho comercial a ser explorado em programas voltados para a classe A no agronegócio e para conquistar de vez esse mercado, é fundamental entender o comportamento deste consumidor. “Queremos atrair anunciantes e agências de publicidade que tendem a criar uma comunicação para alguém que ainda é desconhecido. É preciso um envolvimento que vai além dos dados e números das pesquisas. Uma mudança profunda de comportamento e o total abandono de idéias preconcebidas sobre o que é consumo no campo”, argumenta Miro Negrini.</p>
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		<title>O rádio: um herói da resistência</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 17:50:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>BlogdaContato</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O rádio permanece vivo e eficaz na comunicação com a população Sua versatilidade  e facilidade de aquisição permitem alcaçar todos os públicos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-276" title="radio" src="http://www.blogdacontato.com.br/wp-content/uploads/2009/11/radio-300x202.jpg" alt="radio" width="300" height="202" />Nesta semana, um dos mais antigos veículos de comunicação deu mostras de sua força, vitalidade e, essencialmente, eficácia e funcionalidade em comunicação. O rádio, apesar dos seus pouco mais 110 anos de existência e em inúmeras oportunidades classificado como morto e ultrapassado, foi um dos poucos veículos de comunicação, senão o único, a operar com toda a força e atingir grande parte da população que ficou às escuras devido ao blecaute na última terça-feira.</p>
<p>Presente nos mais modernos aparelhos de celulares, por exemplo, o radio permanece vivo e atuante, mostrando a eficácia compravada há muitas décadas atrás. A notícia se faz muito presente neste meio, que hoje recebe um auxílio considerável da internet e de meios como celulares e similares extremamente modernos, chegando a definitivamente todos os lugares. Uma ferramenta de comunicação versátil e de facilidade de aquisição.</p>
<p>O rádio certamente dividiu seu espaço com outros meios nos últimos anos, mas ainda tem fundamental importância na vida do cidadão e da comunidade que está inserido. Na publicidade também continua dando mostras de eficácia pelo grande alcance e por atingir uma diversidade de públicos. Uma ferramenta importante na construção da imagem de uma empresa, políticos e outras personalidades.</p>
<p>Segundo o Ministério das Comunicações, atualmente há no Brasil quase cinco mil emissoras de rádios, entre AM e FM. De 2002 para 2009, a quantidade emissoras AM cresceu 73%, as FM cresceram 42% e as rádio comunitárias tiveram um crescimento de 104%. Esses números mostram que a tese que o rádio é cada vez mais “morto” é uma grande furada. Os números mostram exatamente o contrário. Assim, a conclusão que podemos chegar é que o advento de novas mídias de comunicação só vêem a fortalecer e dar mais credibilidade e conteúdo as informações prestadas nas emissoras de rádio.</p>
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		<title>Para que serve (ou deveria servir) a imprensa?</title>
		<link>http://www.blogdacontato.com.br/para-que-serve-ou-deveria-servir-a-imprensa/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 14:01:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>BlogdaContato</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Qual o papel da imprensa? Fiscalizar; apenas informar; conscientizar a população de seus direitos e deveres, cumprindo assim um papel social? Grande parte da população confunde informação com posicionamento, torcida ou favorecimento. Talvez a grande culpada por tudo isso seja a própria mídia, que em vezes assume esse papel, deixando de lado seu objetivo principal de informar, tomando opiniões desnecessárias, iludindo e mascarando a verdade do público.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-231" title="Blog 2" src="http://www.blogdacontato.com.br/wp-content/uploads/2009/11/Blog-21-259x300.jpg" alt="Blog 2" width="259" height="300" /></p>
<p>Qual o papel da imprensa? Fiscalizar; apenas informar; conscientizar a população de seus direitos e deveres, cumprindo assim um papel social? O atual bombardeio de informações talvez faça com que esse papel da imprensa seja repensado e por muitas vezes erroneamente julgado e menosprezado com o intuito de depreciar determinada informação.</p>
<p>Sem pensar duas vezes a imprensa é julgada e condenada como inimiga número um de políticos, empresários, esportivas e tantos outros representantes da sociedade. Grande parte da população confunde informação com posicionamento, torcida ou favorecimento. Talvez a grande culpada por tudo isso seja a própria mídia, que em vezes assume esse papel, deixando de lado seu objetivo principal de informar, tomando opiniões desnecessárias, iludindo e mascarando a verdade do público.</p>
<p>Por ter esse papel de formadora de opinião, a imprensa necessariamente deveria tratar a informação com mais responsabilidade, buscando minimizar (digo minimizar, pois seria ilusão e ingenuidade acreditar em uma isenção completa) ao máximo seus interesses como pessoa jurídica. A imprensa deve tentar ao máximo não cometer injustiças. Claro que é impossível não cometê-las nunca, mas o exercício de evitá-la deveria ser  fundamental.</p>
<p>Em entrevista recente ao jornal Folha de São Paulo, o presidente Lula questionou o papel da imprensa e o restringiu em apenas informar, pois o papel de fiscal caberia ao Tribunal de Contas, ao Ministério Público, etc. Essa opinião gerou polêmica e foi classificada por muitos jornalistas como uma tentativa de depreciar os meios de comunicação, minimizando a credibilidade de denúncias, por exemplo. A jornalista do Estadão, Dora Kramer, acredita que o papel de informar está atrelado a investigação. “Você só informa, de uma maneira completa, investigando e, portanto, fiscalizando”, afirma. Certamente, haverá muitos que avaliarão esta discussão como mais uma tentativa da imprensa em depreciar a opinião do presidente, aliado a interesses de partidos adversários. Avaliação que também não pode ser descartada, pois o histórico condena.</p>
<p>Assim, cabe a população ter discernimento para avaliar e saber julgar esse papel. Infelizmente, são poucos os que conseguirão fazer este julgamento. A imensa maioria continuará sendo levada pela onda e repetirá os discursos e a opinião dos meios mais influentes.</p>
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