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	<title>Blog da Contato &#187; Relações Públicas</title>
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		<title>Qual o papel da Comunicação na era do twitter?</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Apr 2010 21:32:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ContatoCom</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Problemas com a imagem institucional? Precisa de alguém criativo para preparar rapidamente uma campanha interna? A entidade filantrópica ligou para a empresa e está procurando o responsável pelas doações? Quer um jornal interno impresso com custos próximos do zero  para distribuir daqui a 48 horas, e que tenha reportagens, fotos e um estimulante editorial do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Problemas com a imagem institucional? Precisa de alguém criativo para preparar rapidamente uma campanha interna? A entidade filantrópica ligou para a empresa e está procurando o responsável pelas doações? Quer um jornal interno impresso com custos próximos do zero  para distribuir daqui a 48 horas, e que tenha reportagens, fotos e um estimulante editorial do novo presidente? Simples. Procure a Comunicação Corporativa, área que cuida de tudo aquilo que se convencionou chamar de &#8220;corporativo ou institucional&#8221;.  Em geral, esta área está conectada diretamente à presidência – independente de absorver atividades de comunicação interna, marketing institucional ou divulgação de produtos da empresa. Quando ela não existe oficialmente, suas atividades são exercidas por profissionais alocados em Marketing ou Recursos Humanos.</p>
<p>Estes profissionais lidam o tempo todo com pessoas, seus sentimentos e reações e o papel da área nas empresas, atualmente, é muito mais relevante do que elaborar planos estratégicos somente quando é necessário comunicar as decisões da alta diretoria – agradáveis ou não. Quando é necessário transformar más notícias (como fechamento de postos de trabalho) em notícias palatáveis, tentando levantar o ânimo dos que ficam nas empresas após os processos de reestruturação.</p>
<p>Em tempos de redes sociais, estes profissionais trabalham para que as corporações sejam transparentes junto aos públicos com que se relaciona – os stakeholders. Isto significa discutir com mais profundidade com Recursos Humanos as campanhas internas antes de lançá-las. Significa analisar a propaganda dos produtos com Marketing para constatar coerência entre os discursos interno e externo. Significa argumentar com lucidez, habilidade e objetividade com dirigentes da alta cúpula para que a empresa seja sempre um local digno para se trabalhar – para todos.</p>
<p>Não é um papel fácil de ser desempenhado, pois coloca à prova crenças e valores que fizeram os profissionais de Relações Públicas, Jornalismo ou de outras áreas estar na área de Comunicação Corporativa. Deve-se buscar o melhor para todos. Ouvir todas as partes, imparcialmente. É um papel fundamentalmente necessário em uma época que permite qualquer um comunicar sua ideia em 140 toques para o mundo. Mas – verdade seja dita &#8211; uma vez que se trabalha nas empresas em Comunicação Corporativa ou se presta serviços para esta área, um elemento é invariável – sua dinâmica cativa você, que atua para que suas ações façam a diferença e ajudem a sociedade a transformar o mundo em um local melhor para se viver.</p>
<p><strong>Escrito por</strong> <em>Lena Miessva, jornalista</em></p>
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		<title>Medir a eficácia das iniciativas de Relações Públicas ainda é um grande desafio</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Mar 2010 13:01:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ContatoCom</dc:creator>
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No caso específico de assessoria de imprensa, existe o método de comparação com a mídia publicitária. Mede-se o espaço ocupado pela notícia que fala sobre a empresa em questão ou os segundo de uma notícia dada no rádio ou na televisão. A comparação destes valores com o preço de tabela do espaço publicitário resultaria no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.blogdacontato.com.br/wp-content/uploads/2010/03/ROI_Chart.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-561" title="Return of Investment: what do it?" src="http://www.blogdacontato.com.br/wp-content/uploads/2010/03/ROI_Chart-300x90.jpg" alt="Return of Investment: what we do?" width="300" height="90" /></a></p>
<p>No caso específico de assessoria de imprensa, existe o método de comparação com a mídia publicitária. Mede-se o espaço ocupado pela notícia que fala sobre a empresa em questão ou os segundo de uma notícia dada no rádio ou na televisão. A comparação destes valores com o preço de tabela do espaço publicitário resultaria no retorno de investimento deste trabalho de assessoria de imprensa.</p>
<ul>
<li>Tamanho do artigo impresso = 3col x 30cm = 90cm</li>
<li>Preço Tabela Comercial = R$ 80/cm/col</li>
<li><strong><span style="color: #003366;">ROI da Assessoria de Imprensa = R$ 7.200</span></strong></li>
</ul>
<p>Existe uma grande discussão sobre a validade deste método, principalmente porque a notícia teria mais credibilidade do que um anúncio, portanto teria um valor maior. Em 2006, o professor Jim Macnamara escreveu o artigo Advertising Values to Measure PR: Why They Are Invalid, que nos dá perspectivas sobre essa discussão.</p>
<p>Os principais argumentos contra a comparação de resultados monetários de relações públicas e publicidade são:</p>
<ul>
<li> A notícia pode ser negativa ou neutra, podendo falar também dos concorrentes</li>
<li>A notícia pode estar num veículo irrelevante para o target da empresa</li>
<li>Pode estar mal posicionada na publicação</li>
<li>A empresa pode ser apresentada de marca ambígua, imprecisa</li>
<li>A comparação é feita a partir do preço de tabela de compra de mídia, não a partir do preço real pago pelo anunciante</li>
<li>A comparação leva em conta somente o preço de compra de mídia, não o impacto e os efeitos que são gerados no público, assim como a publicidade é medida</li>
</ul>
<p>Segundo Macnamara, deve-se ir alem da análise “notícia positiva, negativa ou neutra”. Pode-se analisar também:</p>
<ul>
<li> Importância da mídia (audiência atingida)</li>
<li>Onde a notícia está posicionada (na capa, nas primeiras páginas etc.)</li>
<li>Onde a empresa é apresentada (na manchete, no lead etc.)</li>
<li>Tamanho da notícia ou artigo</li>
<li>Share of Voice (comparação com a exposição dos concorrentes)</li>
<li>Presença de Fotos, logo etc.</li>
<li>Mensagem comunicada</li>
<li>Fonte das declarações e citações</li>
<li>Tom (aplicando princípios semióticos)</li>
</ul>
<p>Jim diz que os pesquisadores Michaelson e professor Don Stacks (universidade de Miami) fizeram estudos comparando conteúdo editorial com propaganda nos EUA em 2006. A pesquisa avaliou o impacto (lembrança da mensagem chave, lembrança da marca, crenças sobre o produto anunciado e intenção de compra) de mensagens de notícias e propagandas que promoviam o mesmo produto para a mesma audiência – 351 adultos que liam jornal pelo menos uma vez por semana. O estudo descobriu que propagandas bem feitas e criativas são mais eficazes que conteúdo editorial.</p>
<p>Apesar do caráter científico da pesquisa, qualquer generalização sobre esse assunto é precipitada. Outros estudos mostram que o conteúdo editorial pode ser mais, menos ou igualmente eficaz quanto as propaganda. Entre outros fatores, essa relação depende da categoria de produtos e da praça estudada.</p>
<p>Além disso, deve-se considerar também que nem toda publicação editorial é resultado direto de esforços de relações públicas. Em muitos casos, a notícia é tão relevante que seria publicada independentemente das estratégias de RP. Então, o ideal seria a existência de um estudo sobre o comportamento de publicação dos veículos com relação a cada tema, para que se pudesse identificar quando onde e quando, realmente, RP faz a diferença.</p>
<p><strong>Fonte</strong>: <a href="http://www.incommetrics.com/" target="_blank"><em>InComMetrics</em></a></p>
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		<title>ContatoCom participa do Encontro Anual Abracom</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Dec 2009 13:05:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ContatoCom</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Encontro reuniu principais empresas do setor em São Paulo e marcou o lançamento do Anuário Brasileiro das Agências de Comunicação 2009/2010 

A ContatoCom esteve presente no tradicional evento que encerra as atividades anuais da Associação Brasileira das Agências de Comunicação, ocorrido dia 1º no Centro Brasileiro Britânico, na capital (SP). O encontro serviu para apresentar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Encontro reuniu principais empresas do setor em São Paulo e marcou o lançamento do Anuário Brasileiro das Agências de Comunicação 2009/2010 </em></p>
<div style="padding-bottom: 10px; margin-top: 20px; margin-bottom: 10px;">
<p>A <a href="http://www.contatocom.com" target="_blank">ContatoCom </a>esteve presente no tradicional evento que encerra as atividades anuais da <a href="http://www.abracom.org.br" target="_blank">Associação Brasileira das Agências de Comunicação</a>, ocorrido dia 1º no Centro Brasileiro Britânico, na capital (SP). O encontro serviu para apresentar um rápido balanço das atividades da Abracom em 2009, a divulgação do curso de especialização em comunicação corporativa Abracom/Facamp e o lançamento do Anuário das Agências de Comunicação, da Mega Brasil Comunicação. Esta também foi a oportunidade para o debate sobre comunicação para a sustentabilidade, com a presença de Jackson Scnheider, presidente da ANFAVEA e Daniela Chiaretti, repórter especial do jornal Valor Econômico.</p>
<p>Miro Negrini, diretor da ContatoCom, recebeu um exemplar autografado pela jornalista Maria Helena Miessva, coordenadora editorial do <a href="http://www.jornaldacomunicacao.com.br/Anuario/" target="_blank">Anuário Brasileiro das Agências de Comunicação</a>, como um dos empresários entrevistados. O convite para participar do projeto desenvolvido pela Mega Brasil surgiu no início de agosto, quando Silvio Ribeiro comunicou ao mercado o lançamento da edição 2009/2010.</p>
<p>Além de fonte de informação para o Anuário, a ContatoCom está presente na página de Agências – cidades de Sorocaba e Capital São Paulo – e com anúncio de abertura do Guia Estado de São Paulo.</p>
<p><strong>Sobre o Anuário</strong></p>
<p>O Anuário tem 258 páginas e conta com quatro cadernos essenciais tratando dos perfis das agências, das competências do setor, do quadro de desempenho das agências e um guia geral de agências de todo o País, dividido por estados e cidades.</p>
<p>Segundo Silvio, este era um sonho antigo que amadureceu e está apoiado tanto no conhecimento de mercado como na experiência de já ter feito o Especial Agências nos informativos Jornalistas&amp;Cia e Jornal da Comunicação Corporativa, em 2007 e 2008, que se transformaram em referências.</p>
<p>Para tocar o projeto, a Mega Brasil convidou a jornalista Maria Helena Miessva, com ampla experiência no ambiente corporativo, tendo dirigido a Comunicação Corporativa de empresas como Cargill, Boehringer Ingelheim e Grupo Orsa.</p>
<p>Serão distribuídos 3.000 exemplares que irão circular entre os executivos de Comunicação de médios e grandes grupos empresariais, secretários de Comunicação de Governo, diretores de Comunicação de instituições e entidades de classe – ou seja, quem contrata e compra serviços de Comunicação.</p>
<p>A edição 2009/2010 também estará nas mãos dos jornalistas dos principais veículos de comunicação do País (jornais, revistas, rádio, tevê, agências e internet), sobretudo os vinculados às editorias de economia e à pauta – ou seja, quem usa as agências para se aproximar das fontes de informação.</p></div>
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		</item>
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		<title>Ações de marketing direto levam informações às pessoas certas, tornando a captação de recursos mais eficaz</title>
		<link>http://www.blogdacontato.com.br/acoes-de-marketing-direto-levam-informacoes-as-pessoas-certas-tornando-a-captacao-de-recursos-mais-eficaz/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 13:26:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ContatoCom</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“Só existe uma estratégia vencedora: definir claramente o público-alvo e dirigir atenção especial a ele”. A afirmação é de Philip Kotler, guru americano do marketing, e define o sentido da expressão “marketing direto” com clareza. Assim, no Terceiro Setor, isso significa tornar cada colaborador um indivíduo, relacionando-se diretamente com ele de maneira que haja uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_318" class="wp-caption aligncenter" style="width: 441px"><img class="size-full wp-image-318" title="Mkt direto" src="http://www.blogdacontato.com.br/wp-content/uploads/2009/11/Mkt-direto.jpg" alt="Público-alvo: atenção especial para ele." width="431" height="431" /><p class="wp-caption-text">Público-alvo: atenção especial para ele.</p></div>
<p>“Só existe uma estratégia vencedora: definir claramente o público-alvo e dirigir atenção especial a ele”. A afirmação é de Philip Kotler, guru americano do marketing, e define o sentido da expressão “marketing direto” com clareza. Assim, no <a title="Empresa de Comunicação Estratégica, Assessoria de Imprensa e Relações Públicas" href="http://contatocom.com/?module=userhome&amp;action=social" target="_blank">Terceiro Setor</a>, isso significa tornar cada colaborador um indivíduo, relacionando-se diretamente com ele de maneira que haja uma “comunicação-diálogo, e não uma propaganda-monólogo”, como definiu o também profissional de marketing, Drayton Bird.</p>
<p>Para as organizações sociais, isso pode ser traduzido como um bom relacionamento com parceiros e doadores. A ação de marketing deve ser voltada para eles por meio de iniciativas que falem diretamente com cada um. “A utilização do marketing direto como estratégia de comunicação nas instituições pode ser muito produtiva, se bem executada. É uma forma de contato de médio e longo prazo muito proveitosa”, explica Marcus Hoenen, gerente geral da Full Jazz Propaganda.</p>
<p>A Newdbase, especializada em Database Marketing, é um exemplo de empresa que dá suporte a instituições sociais com seu know-how sobre o assunto. “Basicamente, oferecemos dois serviços: o de ações de segmentação de perfis de doadores para captação de recursos, com embasamento em pesquisas de mercado para diferenciar o doador do potencial doador; e o de tratamento, higienização, atualização e enriquecimento de dados da base do cliente que, por vezes, torna-se desatualizada ou incompleta”, explica Mônica Navarro, diretora da empresa.</p>
<p><strong>Entrando em contato</strong></p>
<p>De acordo com a Associação Brasileira de Marketing Direto (Abemd), por marketing direto entende-se a comunicação que “se utiliza de uma ou mais mídias para obter uma resposta ou transação mensurável junto a públicos específicos, ou simplesmente gerar uma ação de relacionamento que gere encantamento junto ao público visado”.</p>
<p>Isso significa que as atividades dessa categoria de marketing estimulam um retorno do receptor da mensagem, por meio de cupons ou cartas-resposta, por exemplo. Por isso, a comunicação do marketing direto consiste em conquistar nomes e manter o relacionamento contínuo com os que já foram conquistados.</p>
<p>A pergunta é: como fazer para chegar a esses nomes? Por meio de ações de captação de recursos, como a divulgação planejada da instituição em eventos e feiras, um site bem desenvolvido, mala-direta e propaganda. O importante, porém, é executar essas ações sempre com ferramentas de resposta: cadastro no site, cupons para preenchimento de dados, entre outros. Dessa maneira, é possível ativar o relacionamento e incentivar a participação dessas pessoas no dia-a-dia do trabalho da organização.</p>
<p>“O marketing direto deve ser utilizado com planejamento de comunicação completa, ou seja, a campanha deve ter um objetivo definido para um público direcionado e uma comunicação adequada”, explica Navarro. “Isso tudo deve ser bem estruturado, levando-se em conta que o retorno sobre investimento deve ser sempre positivo. É nisso que baseamos o sucesso de uma campanha”, complementa.</p>
<p>É necessário manter esse relacionamento conquistado por meio da comunicação dirigida – ou seja, específica para aquele tipo de público, que pode ser todo o banco de dados ou segmentos dele, de acordo com os interesses. Aqui, podem ser utilizados catálogos, newsletters, telemarketing ativo, cartas de agradecimento e convite para eventos. Outra iniciativa interessante é sempre convidar o colaborador para conhecer o trabalho realizado pela organização, fato que dá ainda mais credibilidade às atividades e, ainda, estreita os laços da parceria.</p>
<p><strong>Fases do marketing direto</strong></p>
<p>Para aplicar técnicas do marketing direto com eficiência, é recomendável que a organização tenha profissionais da área em busca de resultados positivos. Para sua implantação, existem alguns passos importantes a serem seguidos:</p>
<ul>
<li>Fazer o diagnóstico, ou seja, entender as necessidades da organização;</li>
<li>Definir os objetivos, como a conquista de apoiadores, fidelização e captação de recursos;</li>
<li>Definir o público-alvo: quem se quer atingir, em que quantidade, onde encontrar os nomes desejados e qual mailing utilizar;</li>
<li>Analisar o que será enviado: folders, newsletters, brindes etc.;</li>
<li>Verificar em que contexto a ação está inserida, o que será comunicado e como será a abordagem;</li>
<li>Escolher que veículos de comunicação serão utilizados para atingir o público-alvo;</li>
<li>Optar por canais de resposta para a comunicação dos apoiadores;</li>
<li>Identificar o momento de colocar a ação em prática;</li>
<li>Calcular o custo e o retorno do investimento;</li>
<li>Mensurar os resultados da ação;</li>
<li>Organizar todas as atividades necessárias para o atendimento adequado dos apoiadores que aparecerem devido à ação do marketing direto;</li>
<li>Acompanhar e controlar os rumos da ação para seu constante aperfeiçoamento.</li>
<li>Atuando com o Terceiro Setor, a Newdbase ajuda as organizações com a profissionalização desses passos. “Recentemente fizemos ações para a Aldeias Infantis, Graacc, Unicef, Mater Maria Eclesiae e, principalmente, para a Apae, que nos proporcionou um mapeamento completo de pesquisas de mercado. Isso nos ajudou a entender melhor o perfil psicológico e sociodemográfico dos ‘doadores efetivos’”, conta Navarro.</li>
</ul>
<p><strong>Valorização do indivíduo</strong></p>
<ul>
<li>Ao identificar os possíveis colaboradores de uma organização, é essencial conhecê-los individualmente, saber de suas preferências e personalidades. Assim, é possível estreitar o relacionamento e fidelizar os apoiadores.</li>
<li>Essas informações devem ser mantidas em um banco de dados. Atualmente, com a facilidade de administrar e adquirir informações, é possível formar esses bancos com grupos de dados por similaridade, atuação ou outros critérios de divisão. É muito proveitoso utilizar a facilidade da internet para manter esse contato com os colaboradores.</li>
<li>De acordo com a teoria de Drayton Bird, “se a empresa não usa marketing direto, a sua propaganda é um monólogo repetitivo, ainda que tenha criatividade e dê leões em Cannes. Mas, se a empresa usa um processo de marketing direto, então a sua comunicação é um diálogo, ou seja, ela fala às pessoas e ouve essas mesmas pessoas, continuamente”. O mesmo serve para as organizações do Terceiro Setor. Os colaboradores e apoiadores querem se comunicar com a instituição, de modo que fiquem informados do que acontece e, ao mesmo tempo, possam participar das atividades realizadas.</li>
</ul>
<p><strong>Principais objetivos do marketing direto:</strong></p>
<ul>
<li>Divulgação da marca ao público-alvo definido;</li>
<li>Diminuição da dispersão da verba destinada à comunicação externa;</li>
<li>Obtenção de resultados mensuráveis;</li>
<li>Maximização da captação de recursos.</li>
</ul>
<p><strong>Links<br />
</strong><a href="http://www.abemd.org.br/">www.abemd.org.br</a><br />
<a href="http://www.newdbase.com.br/">www.newdbase.com.br</a><br />
 <br />
<strong>Escrito por </strong><em>Marcio Zeppelini, consultor em comunicação para o Terceiro Setor, editor da Revista Filantropia, produtor editorial pela Universidade Anhembi Morumbi e diretor executivo da Zeppelini Editorial &amp; Comunicação. Visite o site <a href="http://www.revistafilantropia.com.br">www.revistafilantropia.com.br</a></em>.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Mensurar é a palavra de ordem</title>
		<link>http://www.blogdacontato.com.br/mensurar-e-a-palavra-de-ordem/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 12:12:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ContatoCom</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje em dia o importante é comprovar a importância da área de Comunicação Corporativa no crescimento do negócio de uma empresa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-247" title="Metricas" src="http://www.blogdacontato.com.br/wp-content/uploads/2009/11/Metricas.jpg" alt="Metricas" width="149" height="149" /></p>
<p>Todos nós sabemos da importância da área de Comunicação Corporativa no crescimento do negócio de uma empresa, desde a composição da estratégia, passando pelo engajamento interno e chegando ao relacionamento com os públicos ligados à empresa. Mas hoje em dia isso já não é mais suficiente: o importante é comprovar.</p>
<p>Lembro-me que no inicio dos anos 90 quando trabalhávamos um plano de Comunicação, usávamos com grande freqüência o termo em Inglês goodwill que significa obter um bom relacionamento com os públicos que se queria atingir. Não se falava em métricas, nem em resultados a curto prazo. Fazia parte do  processo obter resultados a longo prazo, por meio de um trabalho persistente.</p>
<p>Hoje, vivendo na era digital, quando tudo acontece em segundos e perdemos a paciência com qualquer mínima espera, temos que procurar formas para provar que nosso trabalho pode ser medido e acompanhado. E, mesmo que continuemos trazendo resultados a longo prazo, é necessário demostrar por meio de números e gráficos o quanto conquistamos em goodwill a cada ano.</p>
<p>Pensando nisso, e cada vez mais sendo cobrados a demonstrar nossas conquistas, podemos hoje encontrar uma série de metodologias e todo um mercado de institutos de pesquisa para nos ajudar nesse processo. Um exemplo com o qual estou trabalhando atualmente é o Brand Reputation Index, metodologia do Reputation Institute.</p>
<p>A utilização deste método permite que, por meio de pesquisas anuais com públicos selecionados,  possamos medir a reputação da empresa em diversas esferas, como ambiente de trabalho, produtos e serviços, governança corporativa, cidadania e meio ambiente. Cruzando as notas dadas pelos nossos principais stakeholders (funcionários, clientes e formadores de opinião, por exemplo), com as esferas estudadas, chegamos a um índice – uma nota – que representa numericamente a percepção dos públicos em relação à empresa. Além dessa representação numérica, é possível ainda analisar casa público e cada esfera de forma independente e encontrar pontos a serem melhorados – seja nas mensagens transmitidas a este público, que não estão sendo captadas da forma como desejamos, seja na própria gestão deste stakeholder, na forma como trabalhamos com ele.</p>
<p>Por trazer informações de alta qualidade e profundidade, permitindo ainda a comparação periódica ou mesmo a comparação com outras categorias do mercado, um índice como este coloca a área de Comunicação em uma posição mais integrada ao negócio da empresa. A representação gráfica da Reputação permite que a empresa tenha, por exemplo, um espaço reservado para a Comunicação Corporativa no BSC (Balance Score Card), uma planilha acompanhada por todos os executivos, que avalia anualmente a performance da empresa e das pessoas.</p>
<p>Se mensurar é a palavra de ordem, a Comunicação Corporativa inova e busca, por meio da pesquisa, comprovar a vocação estratégica das ações de relacionamento.</p>
<p><strong>Escrito por </strong><em>Elisa Prado, relações públicas formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUCCamp) e pós-graduada em Marketing pela ESPM – Escola Superior de Propaganda e Marketing de São Paulo e diretora de Comunicação da Tetra Pak</em>.</p>
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		<title>Investigação em curso: como medir o ROI?</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 17:44:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ContatoCom</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_223" class="wp-caption aligncenter" style="width: 438px"><img class="size-full wp-image-223" title="Todo mundo quer: investimento com retorno garantido" src="http://www.blogdacontato.com.br/wp-content/uploads/2009/10/return-on-investment1.jpg" alt="By www.e-clipsblog.co.uk" width="428" height="600" /><p class="wp-caption-text">By www.e-clipsblog.co.uk</p></div>
<p>Um dos grandes desafios das empresas e dos profissionais de negócios é estabelecer sistemas de medição que ofereçam números confiáveis para o cálculo do retorno sobre investimento ou ROI (do inglês Return On Investment) em ações de <a href="http://www.contatocom.com">Comunicação</a> e Marketing. Esta é uma análise típica das várias abordagens para a construção de um caso de negócios financeiros.</p>
<p>O termo muito utilizado na área financeira ganhou importância fundamental para os tomadores de decisão avaliarem o investimento, comparando a magnitude e velocidade dos ganhos esperados com os custos de investimento quanto a atividades de avaliação intangível (penetração da marca, ações de RP, divulgação espontânea na mídia etc). Nas últimas décadas, esta abordagem tem sido aplicada a decisões de compra dos ativos, mas também e especialmente às decisões para ações de todos os tipos, incluindo programas de marketing, de recrutamento e de treinamento, por exemplo.</p>
<p>As dificuldades e dúvidas para lidar com esta ferramenta levou a <a href="http://www.iabc.com">International Association of Business Communicators (IABC)</a> &#8211; uma rede global de profissionais de comunicação, criada em 1970, com mais de 15.000 membros em 80 países &#8211; a financiar pesquisa conduzida pela Universidade do Alabama junto a um colegiado de comunicadores de negócios, acerca da utilização de medidas (métricas) para avaliar o retorno sobre investimento (ROI) de seus esforços de comunicação organizacional.</p>
<p>O estudo analisará os resultados quantitativos de uma parte da comunicação feita entre 2007-2008 e o estudo de desempenho financeiro realizada pela <a href="http://www.watsonwyatt.com">Watson Wyatt Worldwide</a>, além de estudos de caso de 50 vencedores do Gold IABC Quill nos últimos cinco anos. A intenção é avaliar o ROI obtido com as atividades de comunicação pelos profissionais do setor em suas respectivas empresas. O estudo deve ficar pronto até meados de 2010.</p>
<p>No Brasil, uma pesquisa feita pela TNS Research International na segunda avaliação da série Marketing Visão 360°, feita em parceria com o <a href="http://www.mundodomarketing.com.br">Mundo do Marketing </a>mostrou a cultura de ROI nas empresas e identificou que mais da metade delas (62%) não conseguem implementar métricas de ROI em suas ações de Comunicação e Marketing. O levantamento mostrou ainda que uma cultura corporativa voltada a essa disciplina também só é vista em 47% das empresas nacionais, contra 63% das multinacionais. A pesquisa ouviu 516 empresas, mais da metade delas voltada ao setor de serviços.</p>
<p>Segundo a TNS, isso é um reflexo da falta de conhecimento sobre a prática de medir retorno em investimento. &#8220;Os recursos intangíveis podem ser medidos em pesquisas. Se é feita uma ação institucional, há objetivos claros como passar mensagens dos atributos da marca ou aumentar a visibilidade dela. A desmistificação do ROI seria um caminho para conseguir tentar implantar métricas para esses casos&#8221;, disse Luciana Piedemonte, Gerente de Marketing Regional da TNS Research International, em entrevista ao Mundo do Marketing.</p>
<p>É essencial para os profissionais da comunicação de negócios e empresários do setor a formatação de um sistema de métricas eficiente e equitativo. Da mesma forma que o mercado comprador desses serviços requer um método de mensuração de valor para <a href="http://www.contatocom.com">imagem, marca e reputação</a> que possa ser tangível para o cálculo de retorno dos investimentos em ações de RP, relacionamento e fidelização de públicos.</p>
<p>Monitorar resultados publicados na imprensa, medir o envolvimento dos consumidores/stakeholders neste tipo de comunicação, adotar métricas para o ROI em mídias sociais e avaliar o grau de satisfação imediata de um serviço podem resolver o assunto em um primeiro momento. Mas ainda permanecem os conflitos sobre qual a melhor avaliação objetiva.</p>
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		<title>Relações Públicas: é preciso conhecer os bastidores da organização</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 20:00:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>BlogdaContato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Ferramenta]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalistas]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
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Podemos dizer que o trabalho desenvolvido pelo profissional de relações públicas acontece nos bastidores das organizações. Ele não assina matérias jornalísticas e nem tampouco campanhas publicitárias que percorrem jornais, revistas, TVs, rádios e outras mídias.
Relações públicas é estrategista. Ele é quem define como deve e para quem deve ser feita a comunicação das organizações. Em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-202" title="caramelorp" src="http://www.blogdacontato.com.br/wp-content/uploads/2009/10/caramelorp4.jpg" alt="caramelorp" width="550" height="314" /></p>
<p>Podemos dizer que o trabalho desenvolvido pelo profissional de relações públicas acontece nos bastidores das organizações. Ele não assina matérias jornalísticas e nem tampouco campanhas publicitárias que percorrem jornais, revistas, TVs, rádios e outras mídias.</p>
<p>Relações públicas é estrategista. Ele é quem define como deve e para quem deve ser feita a comunicação das organizações. Em um sentido mais abrangente é a pessoa ou departamento responsável por construir e manter as redes de relacionamento das organizações e seus diversos públicos e evitar que essas se tornem alvo ou fonte de problemas para a sociedade em que se encontra. A atuação do profissional também é fundamental para posicionar as organizações perante a comunidade, interagindo e contribuindo de alguma forma para o desenvolvimento local. Mas isso só é possível quando existe um esforço de comunicação, um trabalho de relações públicas.</p>
<p>Assim como a informação é a matéria-prima para o jornalista, a comunicação é a ferramenta do profissional de relações públicas que a utiliza para cumprir a missão e alcançar os objetivos das organizações. Quando aplicada dessa forma a comunicação torna-se estratégica. E isso acontece após detalhada análise dos ambientes internos, externos e públicos envolvidos para coleta de dados que auxiliem na formação do diagnóstico e daí surge o plano de comunicação estratégica. Tudo isso é feito nos bastidores, e quando as ações do plano são colocadas em prática o resultado é observado nos diferentes setores da sociedade.</p>
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